O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Debate contou, inclusive, com críticas do líder do PSL na Casa, Major Olímpio, à proposta enviada pelo governo Bolsonaro
No primeiro debate sobre a reforma da Previdência no Senado Federal, a oposição teve uma atuação mais marcante do que os parlamentares da base aliada do governo Jair Bolsonaro. Mesmo o líder do PSL na Casa, Major Olímpio (SP), teceu críticas à proposta e deu o recado de que não se pode "demonizar" o serviço público.
Embora o Senado não seja a primeira parada da proposta, que precisa passar primeiro pela Câmara dos Deputados, a atuação tímida do governo chamou a atenção dos presentes.
A audiência pública realizada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) contou com a presença do diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, Felipe Salto, do consultor legislativo Pedro Nery, do economista Paulo Tafner e do ex-ministro Ricardo Berzoini, que atuou em diferentes áreas nas gestões petistas.
O requerimento para a realização da audiência previa o convite a um representante do governo, mas a equipe econômica não enviou representante. O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), assistiu a uma parte dos debates, mas não tomou partido na discussão.
O senador Paulo Paim (PT-RS) ironizou a ausência de defesa do governo pela proposta, não só na audiência pública, mas de modo geral. "Estou procurando duas pessoas no Brasil que defendam a reforma como ela foi enviada. Porque nem o governo defende", disse Paim, voltando-se à plateia e buscando voluntários. "Se tiver dois economistas, do governo ou não, que defendam a reforma como está... pois colocaram uma série de bodes na sala", provocou. "Do jeito que está, proposta não passa de jeito nenhum", avisou o senador petista.
Entre os senadores, os principais alvos de críticas foram as regras propostas para os benefícios assistenciais para idosos miseráveis (o BPC), a aposentadoria rural e o regime de capitalização (segundo o qual o trabalhador contribui para uma conta individual que bancará sua aposentadoria).
Leia Também
Olímpio ainda defendeu os policiais, categoria pela qual brigou durante a tramitação da reforma do ex-presidente Michel Temer. Ele era um dos mais engajados integrantes da comissão especial. "Minha posição é de mudar para que tenhamos reforma previdenciária justa e equilibrada. Tenho algumas preocupações", disse, citando a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência que concluiu que não haveria déficit nas contas do INSS - posição refutada pelo governo. Só no ano passado, o rombo chegou a R$ 195,2 bilhões, sem contar o regime dos servidores públicos.
"Eu vou apoiar a votação da Previdência, mas não vem com argumento chulo não, nem demonizando o serviço público", disse Major Olímpio, que citou ainda as especificidades da carreira policial.
O senador Rogerio Carvalho (PT-SP) criticou as mudanças no BPC, que pretendem fixar pagamento de R$ 400 ao idoso de baixa renda a partir dos 60 anos, valor que chega a um salário mínimo aos 70 anos. Hoje, a regra concede o pagamento de um salário mínimo aos 65 anos. "O que estamos vendo aqui é a proposição da artéria mesentérica do País, é matar de fome milhares de brasileiros. Não podemos apenas olhar números frios", disse.
A senadora Katia Abreu (MDB-TO) defendeu a necessidade da reforma, mas ponderou que ela não é a única saída para a situação fiscal do País. "Saber que gastamos 14% do PIB com Previdência e assistência e os outros países gastam 7% do PIB é algo descombinado e errado", afirmou. "Alguns gostam de dizer que Previdência vai ser última bolacha do pacote, última coca-cola do deserto, mas sozinha ela não vai fazer nada", ponderou. Para ela, a reforma é importante, mas é preciso encontrar um caminho que não prejudique a população.
O senador Eduardo Braga (MDB-AM) também destacou a necessidade de observar as desigualdades regionais durante a discussão, mas defendeu que não se pode "socializar privilégios". "Se tem alguém que ganha além do teto, ele tem que pagar proporcionalmente", disse, em referência à proposta do governo de elevar as alíquotas previdenciárias de quem ganha mais.
Integrante da mesa de debates, Berzoini disse ser "razoável" ter a regra 85/95 como exigência de acesso à aposentadoria (a fórmula que combina idade e tempo de contribuição é uma das opções de transição para obter o benefício), mas questionou a idade mínima igual para homens e mulheres do campo. O ex-ministro também criticou o regime de capitalização, pois segundo ele a proposta não obriga o empregador a contribuir para as contas dos trabalhadores.
"Acho do ponto de vista econômico um erro, mas não sou daqueles que acham que enquanto não faz a tributária faz a previdenciária. Tem que atrelar, trabalhar politicamente, positivamente para juntar o debate fiscal numa agenda só. Quer eliminar privilégios? Quer privilégio maior que lucros e dividendos não pagar Imposto de Renda? Herança no Brasil ser uma das menos tributadas no mundo?", questionou. Berzoini também reconheceu que "o Brasil exagerou nas renúncias fiscais" e defendeu um pente-fino nos benefícios.
Em meio às críticas à capitalização, Tafner contestou os senadores que acusaram o governo de querer dar dinheiro para os bancos. "Não é dinheiro para banqueiro nenhum, ele (trabalhador) tem controle. Além disso, todo mundo aqui tem dinheiro no banco. Dizer que é entregar para sistema financeiro é primitivo, não representa o debate de alto nível que tivemos aqui", disse.
Proposta eleva o limite de peso dos automóveis conduzidos por motoristas habilitados na categoria B da CNH
Banco Central (BC) esclarece em nota enviada à redação do Seu Dinheiro que, desde que a plataforma entrou no ar em 2020, o pix nunca foi suspenso
Martin Iglesias, líder em recomendação de investimentos no Itaú, conta no novo episódio do Touros e Ursos sobre como o banco ajustou sua estratégia de alocação diante das incertezas atuais
Nova etapa do Plano Brasil Soberano tem um impacto potencial sobre indústria e pequenas e médias empresas (PMEs)
Investigação aponta uso de empresas de fachada, funcionários de bancos e conversão em criptoativos para ocultar recursos
A refinaria foi privatizada durante o governo de Jair Bolsonaro. Desde a troca de comando da Petrobras, em 2023, a estatal manifesta o desejo de recomprar o ativo
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira (24). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar R$ 32 milhões hoje.
A guerra no Oriente Médio é a principal pedra no caminho de uma política monetária mais flexível daqui para a frente
Consumidor poderá comprar medicamentos no supermercado, desde que os remédios estejam dentro de farmácias estruturadas no estabelecimento
Agora, o BC incluiu uma nova variável na análise da conjuntura: além de acompanhar as decisões de outros Bancos Centrais, o comitê avalia os desdobramentos do conflito do Oriente Médio, algo que influencia no preço do barril do petróleo e, consequentemente, da inflação
O pré-candidato citou o aumento de reclamações por qualidade do serviço e também afirmou ter verificado que houve reestatização desses serviços em outros países
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira (23). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogo em cada uma delas aumentaram.
Enquanto importadores pressionam por reajuste, fontes da Reuters dizem que estatal não pretende mexer nos preços agora
As inscrições para o Programa Jovem Aprendiz 2026 da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos são gratuitas; confira os detalhes
Mega-Sena pode não pagar o maior prêmio da semana, mas valor em jogo não é desprezível. Dupla de Páscoa ainda demora para acontecer. Lotofácil e Quina têm sorteios diários.
Veja os resultados da Mega-Sena, Quina, Lotofácil, Timemania e Dia de Sorte neste fim de semana
Greve dos caminhoneiros e incertezas sobre o diesel dominam o noticiário, enquanto coincidência rara na Lotofácil e “prêmio de consolação” milionário no Oscar completam a lista das mais lidas da semana no SD
Escassez de cacau na Europa no início do século 19 levou um doceiro piemontês a misturar avelãs moídas com a intenção de fazer o chocolate render. O resto é história.
O BTG Pactual Prime Hospitalidade deve comprar três hotéis voltados para o público “premium”; o banco destaca a proteção inflacionária do portfólio
Na Bela Vista, bairro com o maior número de transações de compra e venda, o valor que precisa ser comprovado ultrapassa R$ 19 mil por mês; confira a lista