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Dentro das expectativas

Produção industrial tem 3ª alta seguida e sobe 0,8% em outubro

No ano de 2019, a indústria registrou queda de 1,1%. No acumulado em 12 meses, a produção da indústria acumulou recuo de 1,3%, segundo o IBGE

4 de dezembro de 2019
9:56 - atualizado às 10:17
indústria-brasileira
Indústria brasileira - Imagem: José Cruz/Agência Brasil

A produção industrial subiu 0,8% em outubro ante setembro, na série com ajuste sazonal, revelou na manhã desta quarta-feira (4) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio dentro das expectativas dos analistas do mercado.

Essa foi a terceira taxa positiva seguida, acumulando alta de 2,4% no período. Na comparação com outubro de 2018 (série sem ajuste sazonal), a indústria avançou 1,0%, após alta de 1,1% em setembro, quando interrompeu três meses de resultados negativos consecutivos.

Na alta de 0,8% da indústria na passagem de setembro para outubro de 2019, três das quatro grandes categorias econômicas e 14 dos 26 ramos pesquisados mostraram crescimento na produção.

Entre as atividades, as influências positivas mais importantes foram registradas por produtos alimentícios (3,4%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (11,2%), com o primeiro revertendo a queda verificada no mês anterior (-0,3%); e o segundo eliminando a redução de 9,1% acumulada nos meses de agosto e setembro.

Por outro lado, entre os dez ramos que reduziram a produção, os desempenhos de maior importância foram: coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,1%), metalurgia (-3,2%) e indústrias extrativas (-1,1%).

Entre as grandes categorias econômicas, bens de consumo duráveis (1,3%) e bens de consumo semi e não-duráveis (1,0%) assinalaram as altas mais elevadas em outubro de 2019, com ambos apontando o segundo mês seguido de crescimento e acumulando nesse período expansão de 4,1% e 1,7%, respectivamente.

O segmento de bens intermediários (0,3%) também mostrou avanço e manteve o comportamento positivo de agosto (1,6%) e setembro (0,2%). Por outro lado, o setor de bens de capital (-0,3%) apontou a única taxa negativa em outubro de 2019, após também recuar em setembro (-0,4%).

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