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Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, também avaliou que reforma tributária pode ter algum andamento dentro de três meses e disse que FGTS rendendo menos que inflação é um roubo do Estado
Um Rodrigo Maia “paz e amor” esteve no evento do BTG Pactual, ilustrando o distensionamento da relação do Congresso com o Executivo, depois de fortes atritos durante parte do primeiro semestre.
Maia foi questionado sobre o recente encontro que teve com o presidente Jair Bolsonaro e se a relação institucional e mesmo o clima entre os dois tinha melhorado.
A resposta, um direto “melhorou, a minha relação com ele melhorou bastante”, trouxe certa desconfiança à plateia, que riu. Mas um bem-humorado Maia emendou: “mas é verdade. O presidente, na conversa pessoal, melhorou muito, [digo] para convencê-los”.
De acordo com Maia, o presidente está com uma “conversa política”, dialogando mais, perguntando mais dos projetos, participando e ajudando.
Como exemplo dessa aproximação, Maia disse que consegui tirar o presidente de um jantar que ele teria com a bancada do Rio Grande do Sul na quarta-feira. Algo que tiraria do plenário deputados que estavam votando os destaques da reforma da Previdência. Segundo Maia, isso parece pequeno, mas essa articulação é importante, pois não se pode perder quórum no meio das votações.
O importante, segundo Maia, é o presidente estar dialogando, mas, naturalmente, tem pautas que Bolsonaro apresenta que podem ou não ter votos.
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Perguntado se há ou não há má vontade com Bolsonaro, Maia disse que em torno de termos econômicos, há maioria formada na Casa pelas reformas. Mas na agenda de valores ou costumes, a impressão é de que o presidente não teria maioria.
“Parte expressiva dos deputados que votam a agenda econômica não votam a agenda de valores”, disse Maia, complementando que o radicalismo do discurso do próprio presidente em torno de alguns temas “assusta parte dos parlamentares” que poderia tentar colaborar.
Ao longo da conversa, Maia também disse que não pode ser líder do governo o dia todo e que precisa de ajuda. Esse tipo de constatação não é nova, mas há mudança de tom.
“Se eu tiver uma base, facilita a minha vida. Agora, o governo não tem base. Quem construiu a base fomos nós, com uma boa relação com o governo. Mas não é a base do governo. O governo tem 50, 80 deputados e tem uma boa influência nas bancadas evangélica e da bala”, explicou.
Maia voltou a defender uma agenda de reformas que resolva a questão dos gastos públicos no país e colocou bastante ênfase em uma reforma administrativa, que reveja cargos e salários do funcionalismo público.
Sobre a reforma tributária, que tem ao menos quatro diferentes propostas, Maia disse acreditar que o texto que está na Câmara é o mais organizado e que não há briga por protagonismo.
Para o presidente, a reforma tributária não deve ter o mesmo grau de coesão entre empresário e outros grupos, pois ninguém quer pagar mais imposto. Mesmo assim, se “organizar maioria” é bem possível que o tema avance ao longo dos próximos três meses em alguma das Casas.
Nas suas considerações finais, Maia também falou sobre o projeto que permite o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e promove outras alterações no fundo.
Para ele, o saque no curto prazo é importante, mas temos de discutir de forma efetiva sobe qual é o papel dessa “poupança”. Segundo ele, o economista Samuel Pessoal está fazendo um trabalho avaliando a possibilidade de usar o FGTS como instrumento dentro de um regime de capitalização da Previdência.
Em crítica direta ao setor de construção, Maia disse que o dinheiro do trabalhador não pode ser instrumento de riqueza para o setor privado. Para ele, ao dar rendimento abaixo da inflação por longos períodos, “o Estado brasileiro está roubando o cidadão”.
Essa visão de usar o FGTS para capitalização dada por Maia é diferente da externada por parte da equipe econômica, que defende que ninguém melhor que o próprio trabalhador para saber que destino dar ao seu dinheiro.
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