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Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou nesta quinta-feira (8) que seu desejo de apoiar a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2026, não é compatível com permanecer no comando da pasta.
“Meu desejo de colaborar com a campanha de Lula é incompatível com ser ministro da Fazenda, não tem como”, afirmou, em café com jornalistas.
Haddad ressaltou que não há prazo formal para sua saída, já que não pretende disputar nenhum cargo eletivo. “Minha saída não tem nada a ver com abril”, disse, explicando que só decidiu falar sobre o futuro político após a conclusão da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 e da aprovação das medidas necessárias para fechar o orçamento.
Para ele, o momento ideal para a transição seria até fevereiro. “Na minha volta das férias, em 11 de janeiro, vou conversar com o presidente Lula”, completou.
O ministro evitou citar nomes de possíveis sucessores, afirmando que a decisão cabe a Lula. Ainda assim, destacou a qualidade da equipe que o acompanha. “Quem trabalha comigo são pessoas da mais alta capacidade técnica”, disse, lembrando que leva seus assessores para reuniões com o presidente.
Caso seja consultado, Haddad afirmou que indicará quem considera preparado para assumir a pasta.
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Haddad negou qualquer intenção de disputar cargos em 2026. “Não vivo da política”, declarou, lembrando que em 2020 recusou concorrer à prefeitura de São Paulo, apesar dos apelos.
Ele contou que conversou com Lula sobre o tema e que o presidente respeitou sua decisão. “Quando falei com ele, essa foi a reação: respeitar minha escolha de não concorrer.”
O ministro também rejeitou rumores de que poderia compor a chapa como vice-presidente. “Não sei de onde saiu isso”, disse.
VEJA TAMBÉM: ELEIÇÕES e BOLSA: a estratégia com Lula 4 ou centro-direita na Presidência
Filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT) desde 1985, Haddad reforçou sua ligação com a militância e disse ter “muito apreço pelo chão de fábrica do partido, o povo trabalhador”. Ele destacou ainda que sua relação com Lula é antiga, já que participou de todos os mandatos do presidente.
O ministro ainda afirmou ser "muito notável" que receios da esquerda — o chamado fogo amigo — tenham sido vencidos pelos resultados. "Os temores da direita também foram vencidos, porque o projetado não aconteceu", disse, sustentando que as projeções econômicas para o começo de 2026 estavam erradas.
Prestes a deixar o cargo, Haddad comentou sobre os desafios da Fazenda: “Aqui nunca está mais fácil, assombração aparece o tempo inteiro”. Ele também brincou sobre um suposto bolão que circulava a respeito de quanto tempo duraria no posto.
*Com informações da Agência Estado
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