🔴 LIBERADO: ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA –  COMECE A TRANSFORMAR A SUA CARREIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

atento ao PIB

Recuperação da economia permaneceu gradual no 1º semestre de 2019, diz BC

BC afirmou que o mercado financeiro "permanece apreensivo em relação a atrasos ou interrupções na aprovação da reforma da Previdência no Senado"

Roberto campos neto, presidente do Banco Central, entidade que mexe na Selic, a taxa básica de juros
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. - Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Banco Central avaliou nesta quinta-feira (10) por meio do Relatório de Estabilidade Financeira (REF), que "o ritmo de recuperação da economia brasileira permaneceu gradual no primeiro semestre de 2019". Em função disso, "o índice de utilização da capacidade de produção da indústria seguiu baixo, com leve redução na taxa de desocupação".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Conforme o BC, o financiamento amplo às empresas não financeiras no Brasil avançou no primeiro semestre de 2019 em ritmo semelhante ao visto no segundo semestre de 2018. "O recuo no crédito bancário foi compensado pelo expressivo aumento do financiamento via mercado de capitais", pontuou o BC. "O crédito às famílias, por sua vez, foi pouco afetado pelo desempenho da economia e manteve a tendência de aceleração apresentada nos semestres anteriores", acrescentou.

Reformas

O Banco Central afirmou que o mercado financeiro "permanece apreensivo em relação a atrasos ou interrupções na aprovação da reforma da Previdência no Senado, mas a aprovação na Câmara Federal atenuou o nível de preocupação que vigorava anteriormente".

A reforma da Previdência ainda depende de votação em segundo turno no plenário do Senado.

Ao tratar dos riscos ao sistema financeiro, o BC afirmou que não houve alterações relevantes no cenário. "A dívida bruta do governo e o persistente aumento dos ativos problemáticos na carteira às grandes empresas continuam sendo os principais pontos de atenção", disse o BC no REF, que trata do cenário visto no primeiro semestre deste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O mercado reduziu sua preocupação com os riscos político-fiscais - embora ainda os considere a maior fonte de vulnerabilidade para a estabilidade financeira -, mas aumentou a apreensão com o cenário externo. As instituições permanecem confiantes na capacidade de o sistema financeiro absorver choques adversos", acrescentou o BC.

Leia Também

ELEIÇÕES 2026

O dia na política: caso Moraes-Vorcaro incendeia a corrida eleitoral; TSE libera campanha de Renan Santos

BTG PACTUAL MACRO DAY 2026

Chega de aumentar impostos? Ministro da Fazenda conta os próximos passos do governo Lula para apertar o cinto dos gastos e frear juros

Ao tratar do exterior, o BC citou elevação do risco, "em razão da tensão comercial entre Estados Unidos da América (EUA) e China".

Crédito imobiliário

O Relatório de Estabilidade Financeira considera que, em um cenário no qual a Selic tende a permanecer nas mínimas históricas, a poupança se mantém como um instrumento competitivo de captação, possibilitando o aumento nas concessões do crédito imobiliário.

O BC lembra, porém, que enquanto os depósitos da poupança representam um passivo de curtíssimo prazo para as instituições financeiras, as operações de crédito para imóveis têm prazos mais longos. Além disso, devido ao mercado secundário pouco desenvolvido no setor, esses ativos são desprovidos de liquidez.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Esse descasamento entre ativos e passivos precisa ser gerenciado pelas instituições e pode tornar-se fonte de instabilidade para o sistema em uma eventual conjuntura de estresse caracterizada por resgates líquidos persistentes dos depósitos de poupança, em especial se aliada a um ciclo de elevação da taxa Selic", afirma o documento.

Segundo o BC, em uma reversão de cenário dessa natureza, os bancos precisariam captar recursos a custos mais elevados, comprimindo a margem financeira a ponto de colocar em risco a sustentabilidade do mercado de crédito imobiliário.

"Dados esses possíveis desdobramentos, o montante recolhido compulsoriamente no BC assume o papel de um colchão de liquidez, podendo ser liberado de forma a reduzir, naquele momento, os efeitos do choque de captação do sistema, contribuindo para o gerenciamento do descasamento entre ativos e passivos do crédito imobiliário", completa o relatório.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
eleições 2026 brasil economia investimentos bolsa ibovespa 20 de agosto de 2026 - 12:51
eleições 2026 brasil economia investimentos bolsa ibovespa 13 de agosto de 2026 - 14:00
Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em discurso ao Plenário do Senado. 3 de agosto de 2026 - 12:31
Spray de pimenta 27 de julho de 2026 - 13:42
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) 24 de julho de 2026 - 20:06
Técnicos do TRE-DF realizam a conferência e a lacração de urnas eletrônicas para o 1º turno das Eleições 2022 24 de julho de 2026 - 19:34
Técnicos do TRE-DF realizam a conferência e a lacração de urnas eletrônicas para o 1º turno das Eleições 2022 13 de julho de 2026 - 9:08
Candidatos às eleições presidenciais de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro 8 de julho de 2026 - 14:46
3 de julho de 2026 - 16:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar