O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com a união de Natura e Avon, as empresas formarão 4º maior grupo de beleza do mundo. Confira 9 curiosidades sobre as companhias
A Natura e Avon, duas gigantes do universo da beleza, anunciaram nesta quarta-feira (22) a sua união, em uma transação muito esperada pelo mercado. Juntas (e shallow now?) elas formarão o 4º maior grupo de beleza pure play do mundo.
Assim que todos os trâmites burocrático forem encerrados, a empresa brasileira passará a deter 76% da nova companhia que nasce da união de ambas, sob o nome de Natura & Co. O grupo também conta com as marcas The Body Shop e Aesop, adquiridas pela Natura em 2017.
Mas o caminho até aqui foi longo e as companhias têm muita história para contar. Separei 9 curiosidades interessantes das empresas e seus melhores momentos. Confira.
Com cara de moderninha, a Avon tem uma história que já cruza três séculos, sendo fundada em 1886 como The California Perfume Company por David H. McConnell, um vendedor de livro que distribuía amostras grátis de perfumes junto com os seus produtos. No fim das contas, McConnell percebeu que suas amostras faziam mais sucesso que os livros e abandonou o setor editorial para fundar a empresa, apostando desde cedo no poder da venda direta.
Luiz Seabra, fundador da Natura, atendia pessoalmente os clientes que passavam pela primeira loja da empresa. Localizada na Rua Oscar Freire, a loja nasceu em 1970, mas não ficou muito tempo aberta. Em 1974, apostando na força das relações pessoais, a loja é fechada e a empresa passa a atuar no ramo da venda direta, que viraria uma de suas marcas registradas.
David H. McConnell, fundador da empresa, apostou em um modelo ousado de negócio lá no começo da empresa, em 1886. Para sua primeira consultora de vendas, chamou Persis F. Eames Albee, uma mulher. A estratégia da empresa, que nasceu em Nova York, foi um sucesso e a marca ganhou força entre as donas de casa. McConnell acreditava que o modelo era uma oportunidade para as mulheres em uma época que apenas 20% delas trabalhavam fora de casa . E isso tudo antes mesmo de terem o direito de votar.
Leia Também
Mulheres sempre foram a força do negócio das empresas. Tanto Natura como Avon contam com um elevado número de mulheres entre suas consultoras e cargos de gestão. Com a união das empresas, serão mais de 6,3 milhões de consultoras em todo o mundo.
Desde sua fundação, a Avon trabalha com iniciativas para melhorar aspectos da independência e empoderamento feminino e promove temas de importância para a saúde da mulher, como o combate ao câncer de mama. Hoje, a companhia mantém o programa stand4her, com o objetivo melhorar a vida financeira e a saúde de 100 milhões de mulheres todos os anos.
A Avon opera no Brasil desde 1958, mas o país não foi a primeira aventura latino-americana da empresa. Em um projeto ousado de expansão, a Venezuela foi o primeiro país da América Latina em que a companhia passou a operar.
Em 1992 foi a vez da Natura focar em uma forte expansão na América Latina, iniciando operações na Argentina no Peru.
Agora, com a fusão das duas empresas, a Natura & Co estará presente em 100 países.
O público masculino também foi beneficiado com as inovações da empresa. Em 1979, a Natura lançou a linha SR N, com os primeiros produtos dedicados ao homem no mercado nacional.
Seguindo o DNA do pioneirismo, em 1983 a empresa foi a primeira a lançar embalagens refil, permitindo que os consumidores recarreguem os seus produtos.
As companhias já são conhecidas dos investidores da Bolsa de longa data. Em 1946 a Avon abriu o seu capital e desde 1946 é uma das empresas listadas na NYSE, a bolsa de valores de Nova York.
Já a Natura, está próximo de comemorar 15 anos de presença na Bolsa de valores brasileira. A abertura de capital da companhia aconteceu em 26 de maio de 2004, na antiga Bovespa e foi considerada um marco no mercado de capitais brasileiro, abrindo caminho para mais de uma centena de ofertas públicas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês).
Fundada como Indústria e Comércio de Cosméticos Berjeaut, a Natura logo adotou o nome que conhecemos hoje para refletir os compostos vegetais que sempre fizeram parte da sua fórmula. Hoje, a empresa é reconhecida pelo seu compromisso com a preservação ambiental.
Além do uso das embalagens refil, que diminuem a quantidade de lixo produzido, a companhia também passou a criar linhas com menos uso de plástico. Em 2006, a empresa baniu o testes de produtos em animais e em 2007 lançou o Programa Carbono Neutro, com a meta de reduzir as emissões de gases do efeito estufa. Em 2013 a empresa já havia reduzido 1/3 de suas emissões.
A estratégia de venda direta foi a chave de sucesso da Natura, mas a estratégia de expansão da empresa parece ter mudado. Desde 2016 a empresa tem investido na inauguração de unidades físicas em todo o país. Além disso, a companhia também conta com outras seis lojas no exterior.
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar
Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir
Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem
Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração
Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual
Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures
Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas
A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo
Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque
Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias
Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas
Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos