O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Oferta da locadora de veículos controlada pelo grupo JSL pode chegar a quase R$ 1,078 bilhão, e haverá tanto a emissão de novas ações como a venda de papéis dos atuais acionistas
De carona na forte alta na bolsa, a empresa de locação de veículos Movida (MOVI3) confirmou nesta sexta-feira os planos de fazer uma oferta de ações. A operação pode movimentar quase R$ 1,078 bilhão, de acordo com um comunicado da empresa na madrugada deste sábado.
A oferta será primária, com a emissão de novas ações e cujos recursos vão para o caixa da empresa, no valor de R$ 585 milhões, com base nas cotações de fechamento dos papéis nesta sexta-feira (R$ 16,47).
O Grupo JSL, controlador da Movida, também vai aproveitar a oferta para vender parte de suas ações e pode embolsar pelo menos R$ 214 milhões. Mas se a demanda dos investidores fora alta, a JSL pode aumentar a quantidade de ações vendidas para até R$ 494 milhões.
As ações da locadora de veículos acumulam uma valorização de mais de 90% na bolsa apenas neste ano. Nos últimos 12 meses, o valor de mercado da companhia triplicou.
Em entrevista ao Seu Dinheiro em maio, o presidente da Movida, Renato Franklin, já havia falado sobre a possibilidade de fazer uma nova emissão no mercado brasileiro.
Mas a confirmação da oferta não foi bem recebida no mercado. No pregão de ontem, as ações fecharam em queda de 2,95%. Confira também nossa cobertura completa de mercados.
Leia Também
A oferta de ações será coordenada por BTG Pactual, Itaú BBA, J.P. Morgan, XP Investimentos, BB Investimentos, Bradesco BBI e Santander.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano