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Presidentes de grandes empresas, nomes fortes do governo e do mercado financeiro ontem se reuniram no evento do banco Credit Suisse. O Seu Dinheiro mandou três representantes para a linha de frente para acompanhar as conversas. Era tanta gente importante por lá que precisamos dividir a cobertura entre a equipe. A Luciana Seabra, colunista e diretora de conteúdo do Seu Dinheiro, logo avisou: “pode deixar que faço a palestra do Rogério Xavier com o Luis Stuhlberger”.
Ela estava ansiosa para acompanhar um raro debate público entre os badalados gestores da SPX e da Verde. Nenhum dos dois é fã de entrevistas ou fotos. Então esse encontro tinha tudo para ser histórico.
E foi. Os dois demonstraram um otimismo com o Brasil impensável há um ano. Estão confiantes no potencial de recuperação do país e assumiram posições financeiras que refletem isso. A Luciana está falando do assunto até agora…
Eles concordam que a bolsa brasileira tem um potencial para crescer nos próximos anos. E sabe o que mais eles concordam que é um bom investimento? São os juros, meu caro! Tanto Rogério quanto Stuhlberger estão comprando títulos públicos brasileiros. São os mesmos que você encontra à venda no Tesouro Direto e pode comprar a partir de R$ 30...
Poxa, qual é o título que vai bombar? Nisso eles discordam. Cada um tem seu preferido. A Luciana te conta tudo que Rogério Xavier e Luis Stuhlberger falaram sobre investimentos. Recomendo muito a leitura!
PS: Se você chegou agora e não sabe como investir no Tesouro Direto, dá uma olhada neste guia sobre o programa de vendas de títulos públicos do governo federal.
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Esse é um jargão do jornalismo para quando há uma notícia bombástica, capaz de interromper a impressão dos jornais para mudar a edição do dia seguinte. A Vale anunciou que vai fazer isso literalmente ontem à noite. Ela vai parar a atividade de mineração para eliminar dez barragens que possuem o mesmo método de construção daquelas que se romperam em Brumadinho e Mariana. O anúncio foi realizado ontem à noite pelo presidente da companhia, Fabio Schvartsman, e deve custar R$ 5 bilhões.Aqui estão todos os pontos que foram anunciados.
O Santander Brasil inaugurou nesta manhã a temporada de balanços dos grandes bancos mostrando a que veio. O banco registrou lucro líquido de R$ 12,4 bilhões no ano passado, aumento de 24,6% em relação a 2017. No quarto trimestre, o lucro chegou a R$ 3,4 bilhões. Com isso, conseguiu uma rentabilidade de 21,1%. Os números lançam um “desafio” ao Itaú pelo posto de “bancão” mais rentável do país. No terceiro trimestre, o Itaú registrou retorno de 21,3%. O Vinícius Pinheiro te dá todos os detalhes do balanço.
Após a Arábia Saudita vetar a importação de frango de cinco frigoríficos brasileiros na semana passada, o presidente da União das Câmaras Árabes, Khaled Hanafi, veio ao Brasil para dar um recado (ainda) mais claro. Se o Brasil continuar com os planos de mudar a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém, como Bolsonaro já disse que pretende fazer, haverá boicotes a todos os produtos do país por consumidores árabes. A mensagem foi dada em reunião com o então presidente em exercício Hamilton Mourão e a ministra da Agricultura, Teresa Cristina. Entenda melhor a polêmica em volta do assunto.
Como já havia sido adiantado pela própria empresa, a Apple teve queda de 5% em seu faturamento do 4º trimestre de 2018, que ficou na casa de US$ 84,3 bilhões. A queda no desempenho foi puxada pela baixa na venda dos iPhones, que representou 61% do faturamento da empresa no período. O mercado chinês é o que mais impactou na baixa, principalmente por conta da guerra comercial entre Washington e Pequim. Leia mais
Desde que assumiu a presidência da Petrobras, Roberto Castello Branco falou poucas vezes. Ontem ele disse algo que o mercado vai gostar: os tempos de dinheiro parado na Petrobras vão ficar para trás! Ele pegou o embalo da maré favorável à privatização no novo governo e diz que pretende se livrar de ativos que não dão retorno para a estatal. O foco da sua gestão será vender o que não rende para reduzir o endividamento e aumentar o lucro da empresa. Sim, é algo que toda a empresa com fins lucrativos deveria mirar, mas infelizmente nem sempre foi o foco da Petrobras nas gestões anteriores. Confira os detalhes nesta matéria da Bruna Furlani.
A repercussão da decisão da Vale em eliminar as barragens de rejeitos deve impactar no mercado hoje. O anúncio pegou bem, apesar de afetar a produção da Vale. Os papéis da empresa na bolsa lá fora (ADRs) subiram quase 6% no after-hours em NY. E a melhora no desempenho lá abre caminho para recuperação dos papéis por aqui também.
No exterior, os ânimos continuam aflorados com investidores na expectativa de uma postura suave do Fed em relação à taxa de juros hoje. O dia também será marcado pelo início das conversas entre EUA e China sobre entraves tarifários.
Por aqui, a atenção também recai sobre a definição dos nomes que irão disputar as presidências da Câmara e do Senado já que a eleição do Congresso ocorre na próxima sexta-feira, na volta do recesso.
Consulte a Bula do Mercado para saber como devem se comportar bolsa e dólar hoje!
Um grande abraço e ótima quarta-feira!
Índices
- FGV divulga IGP-M de janeiro
- Alemanha divulga inflação de janeiro
- México divulga PIB do 4º trimestre de 2018
- Estados Unidos divulgam dados de emprego em janeiro
- NBS divulga PNI da China em janeiro
Mercados
- Credit Suisse promove a Conferência Latinoamericana de Investimentos
Banco Centrais
- Fed anuncia sua decisão sobre política monetária
Balanços 4º trimestre de 2018
- No Brasil: Santander Brasil
- Lá fora: Santander Espanha, AT&T, Boeing, McDonald’s, Facebook, Microsoft e Visa
- Teleconferências: Santander e Boeing
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O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
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