O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mais uma vez, as promessas de Paulo Guedes fizeram brilhar os olhinhos dos investidores da Bolsa de Valores de São Paulo
Com o décimo primeiro recorde batido este ano, o Ibovespa já pode pedir música no Fantástico. Várias músicas, aliás. Mais uma vez, as promessas de Paulo Guedes fizeram brilhar os olhinhos dos investidores da Bolsa de Valores de São Paulo, que às 11h bateu os 97 mil pontos. Fechou o último pregão da semana (amanhã é aniversário da cidade de São Paulo) com alta de 1,16%, a 97.677 pontos.
Em Davos, na Suíça, o ministro da Economia disse hoje que os militares devem ser incluídos na reforma da Previdência e o investidor gostou. Paulo Guedes explicou que, para isso, o governo lançará mão de algum outro instrumento, que não a Proposta de Emenda Constitucional (PEC). "Para os militares precisaremos de um instrumento ordinário", afirmou. A aplicação desse instrumento, segundo ele, será simultânea a da PEC, que servirá para os demais contribuintes.
Ontem, Guedes já havia feito a Bolsa bater recorde de fechamento, quando disse que a reforma da Previdência é prioridade e que o governo pretende zerar o déficit primário ano, levantando ao menos US$ 20 bilhões com privatizações de empresas.
A Bolsa se mantém em alta por causa do otimismo com privatizações e venda de ativos porque há muito posicionamento em estatais, segundo Eduardo Guimarães, especialista em ações da Levante ideias de Investimentos. "Há uma expectativa de empresas como Petrobras e Eletrobras se focarem em seus 'core business' e, por consequência, elevarem seus lucros", ressalta, lembrando que as estatais federais e estaduais representam 20% do Índice Bovespa.
O dólar oscilou durante o dia mas fechou em alta de 0,21%, a R$ 3,77. A divisa ganhou força no mercado global após circular a notícia de que a Alemanha cortou quase pela metade a previsão de alta do PIB em 2019 - de 1,8% para 1%. A notícia foi publicada pelo jornal alemão Handelsblatt com base em apuração com fontes do governo. Hoje mais cedo, o Banco Central Europeu (BCE) reconheceu, publicamente, que cresceram os riscos para o crescimento econômico da União Europeia neste ano.
Maior alta do Ibovespa, os papéis ON da Via Varejo avançaram 6,59%. Somente em janeiro as ações da companhia registram alta de quase 25%. O ativo perdeu valor no início do ano, mas acabou se recuperando logo depois, já que os investidores veem o atual nível de preço do papel como uma boa oportunidade de compra.
Leia Também
"A companhia não está tão bem quanto as suas concorrentes, Magazine Luiza e B2W, mas tem uma marca forte (Casas Bahia) e está em um segmento promissor. A Via Varejo está com múltiplos bem baixos em relação aos concorrentes e muita gente vê como uma chance de compra. A empresa tem perspectiva de crescimento no Brasil, apesar dos problemas que sofre com a implementação de novas tecnologias", diz Tatiane Cruz, gestora de investimentos da Coinvalores.
O preço-alvo da Coinvalores para a Via Varejo está em torno de R$ 7, ante R$ 5 do valor atual. "O grande empecilho parece mesmo a venda das ações prometidas pelo francês Cassino, dono do Pão de Açúcar e acionista da Via Varejo", acrescenta.
Magazine Luiza, que ontem teve alta de 4,60%, hoje caiu 1,25%.
As ações da CCR subiram 5,54%, enquanto as da Ecorodovias avançaram 5,28%, depois que o Governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou ao Valor que irá renovar as concessões de rodovias administradas pela iniciativa privada no Estado que vencem até o fim de seu mandato. A lista dos contratos que expiram entre 2019 e 2022 abrange pelo menos quatro estradas: Centrovias (controlada pela Arteris), AB Triângulo do Sol (Atlantia Bertin), ViaOeste (CCR) e Renovias (CCR/Encalso).
As ações da Eletrobras tiveram elevação de 1,23% (PNB) e de 2,94% (ON) diante da expectativa do mercado com a privatização da empresa depois que o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ontem que o governo está indo na direção de uma economia pró-mercado, aberta e com privatizações. "Vamos privatizar, integrar a economia ao restante do mundo", afirmou o ministro, acrescentando que conta com pelo menos US$ 20 bilhões em privatizações.
Jason Vieira, economista-chefe da Infinity Asset, explica que a privatização da Eletrobras é uma das mais essenciais a serem feitas rapidamente, uma vez que o setor de energia elétrica necessita de investimentos "urgentes para aguentar o repique das famílias e de empresas em meio a uma melhora econômica a partir de 2020 e esse dinheiro o Estado não tem, porque estamos no meio de uma crise fiscal".
As ações ON da Gafisa tiveram queda de 2,62%. A gestora de recursos GWI Group, do investidor Mu Hak You, pode ser obrigada a desembolsar até R$ 342 milhões com uma oferta pública de aquisição de ações (OPA, na sigla em inglês) da Gafisa. Isso porque a GWI passou a deter o equivalente a 50,17% da companhia, conforme foi informado esta semana. Segundo o artigo 46 do estatuto da Gafisa, o acionista que superar 50,0% deve fazer uma oferta pública de aquisição da totalidade das ações pertencentes aos demais investidores. Hoje, o Grupo GWI, em carta, divulgou que resolveu vender as ações que excedem a participação de 50% para não ter que fazer a OPA e gastar os R$ 342 milhões.
A ação PN do Banco Inter recuou 5,04%. O banco divulgou ontem à noite lucro líquido contábil de R$ 22,3 milhões no quarto trimestre de 2018, o que representa crescimento de 5% em relação ao mesmo período de 2017. "Em base anual, os números do banco Inter foram positivos, mas na comparação trimestral o resultado ficou em linha com que o mercado estava esperando, e isso acabou abrindo espaço para realização de lucros, uma vez que a ação estava com ganho de cerca de 12% em janeiro", destaca Rafael Passos, analista da Guide Investimentos. Ao mesmo tempo, o Ibovespa subia 0,61%, aos 97.147 pontos.
Entre as blue chips, as ações ordinárias da Petrobras subiram 0,06% e as preferenciais, 0,43%. Ao mesmo tempo, Vale ON valorizaram 0,90% acompanhando a alta do dólar frente ao real e também a valorização do minério de ferro na China. No bloco financeiro, Bradesco PN teve alta de 1,01%, mas e Banco do Brasil ON caiu 0,51%.
A ação ON da Cielo saltou 4,60%, depois que o banco Citi elevou de neutra para compra a recomendação do papel e elevou o preço-alvo de R$ 13,80 para R$ 15,00, o que implica em um potencial de crescimento de 47% em relação ao fechamento de ontem (R$ 10,21).
De acordo com o relatório, a instituição espera que os volumes de pré-pagamento da Cielo dobrem até 2020, em comparação com os níveis de 2018. "Volumes crescentes de pré-pagamento devem mais do que compensar a queda dos preços e levar a um crescimento de 6% nos lucros em 2020, após um 2019 difícil quando se espera que o lucro por ação contraia 30%", apontou o Citi.
*Com Estadão Conteúdo
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro