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Notícias fresquinhas da cessão onerosa (sim! ela mesma, lembra?) fizeram as ações da Petrobras darem um arranque final e impulsionaram o fechamento
A Bolsa de Valores de São Paulo teve de tudo hoje: alta, baixa, volatilidade e o famoso "sprint" final - aquela subida de última hora. Fechou o pregão com ganhos de 0,40%, a 96.932 pontos. O que ajudou no arranque foi o Ministério das Minas e Energia informar que o leilão de excedente da cessão onerosa vai acontecer no último trimestre do ano.
O dólar, sim, trabalhou a quinta-feira com direção definida: para cima. Terminou em alta de 0,75%, atingindo R$ 3,75. De um lado, ainda pesam no mercado a cautela em relação à tramitação da proposta de reforma da Previdência no Congresso e, lá fora, os temores de desaceleração da economia global. Também houve muita gente querendo realizar lucros. E, na extremidades oposta, investidores comprando papéis com preços em baixa. O cenário geral foi de volatilidade.
O fortalecimento do dólar no exterior também contribuiu para manter as cotações pressionadas no mercado local, marcado por forte volume de negócios.
O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) se reunirá na próxima quinta-feira, 28, para definir o modelo de revisão do contrato da cessão onerosa, firmado com a Petrobras em 2010. Passado um mês, no fim de março, deve sair o valor do crédito da estatal e, no quarto trimestre deste ano, será realizado o leilão do excedente da cessão onerosa.
O contrato de cessão onerosa foi firmado em 2010, para que a petroleira tivesse acesso a áreas do pré-sal. Desde 2014, a empresa e a União reavaliam o valor firmado, já que o acordo previa que a companhia poderia receber uma parcela do dinheiro de volta caso a cotação do petróleo na data de anúncio da comercialidade do reservatório fosse inferior ao da data de assinatura o contrato. Após anos de discussão sobre quem deve a quem, o esperado é que cheguem a um consenso favorável à estatal neste ano.
Com isso, Petrobras ON subiu 0,54% e PN avançou 1,33%.
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Queda de 10%. Em um dia. Isso mesmo: as ações da Via Varejo derreteram 10,36% e foram a principal queda entre todos os papéis do Ibovespa nesta quinta-feira. Justifica-se: o Grupo Pão de Açúcar (GPA), com dificuldades em encontrar um investidor interessado em comprar sua parte no negócio, tenha que recorrer a operações no mercado de capitais para sair da companhia.
Ontem, o GPA soltou fato relevante informando que vai vender 40 milhões de ações ON da Via Varejo (3,09% do capital da companhia), em operação de total return swap com uma grande instituição financeira local. A operação será realizada na próxima segunda-feira (25), na B3. Com isso, o GPA passara 36,27% do capital da Via Varejo.
As ações da Eletrobras bateram nas máximas e fecharam por lá, com alta de 4,51% para a ON e de 3,47% para a PNB. Isso depois que o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, declarar que a capitalização da estatal pode acontecer ainda este ano, se o governo chegar a um modelo para a operação.
"Não estamos falando de privatização da Eletrobras. Estamos falando da capitalização dela e o modelo está em discussão", afirmou Albuquerque, após participar de seminário promovido pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
As siderúrgicas estão divididas em dois grupos nesta quinta-feira, com a CSN no posto de maior alta do Ibovespa, junto da Usiminas - enquanto ações da Gerdau aparecem entre as piores quedas.
A Companhia Siderúrgica Nacional saltou 9,39% hoje.
Os resultados apresentados entre a noite de ontem e a manhã de hoje, por CSN e Gerdau, direcionam os desempenhos. Os analistas Gustavo Allevato e Ricardo Monegaglia, do Santander, classificam os números da CSN como sólidos e acima do esperado, enquanto para a Gerdau, a avaliação foi oposta, já que a empresa não conseguiu amenizar os efeitos do cenário mais complicado para as siderúrgicas no mundo. Usiminas PNA avançou 2,37%. Gerdau PN caiu 4,37%. Metalúrgica Gerdau encolheu 3,41%.
As ações da Ultrapar registraram perda de 4,92% depois da divulgação do balanço trimestral da empresa que, apesar de ter apresentado lucro líquido acima do esperado, foi pressionado pelo resultado do posto Ipiranga. Os papéis da BR Distribuidora acompanham o movimento de queda, com recuo de 1,56%, com os investidores antecipando um possível resultado parecido com a distribuidora da Ultrapar.
Seis anos após entrar no Brasil com a compra da rede Onofre, a gigante americana CVS avalia deixar o País, segundo publicou o Estado de S. Paulo. Assim, as ações ON da Raia Drogasil fecharam em alta de 1,38% em. A maior rede de varejo farmacêutico dos Estados Unidos, que fatura quase US$ 200 bilhões por ano, iniciou conversas com bancos de investimentos para tentar vender a Onofre.
As ações do Itaú Unibanco, que têm o maior peso na composição do Ibovespa, terminaram com ganho de 1,82%, na máxima. Segundo um profissional, foi grande a procura pelos papéis porque amanhã (22) eles passam a ser "ex-dividendos", ou seja, terão direito aos proventos os acionistas na base da empresa em 21 de fevereiro (hoje).
*Com Estadão Conteúdo
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