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Desempenho ontem dos ativos brasileiros foi explicado pelo alívio global, mas foco do mercado doméstico segue concentrado na reforma da Previdência

O desempenho do mercado brasileiro ontem foi explicado pelo alívio global, após dados melhores que o esperado sobre a indústria chinesa, e quase nada relacionado à situação interna. Hoje, porém, o foco dos ativos domésticos se volta ao noticiário sobre a reforma da Previdência, enquanto lá fora o crescimento econômico é a principal preocupação dos investidores, o que inibe uma continuidade do rali na véspera.
A notícia de que os partidos na Câmara dos Deputados já preparam emendas para alterar o texto sobre as novas regras para aposentadoria pode incomodar os negócios locais. Afinal, a desidratação da proposta original estaria apenas começando e é quase consenso entre os parlamentares de que as mudanças previstas para a aposentadoria rural e no benefício pago a idosos e pessoas com deficiência serão suprimidas.
Outras alterações, como a mudança do percentual de contribuição patronal na capitalização, a idade mínima para aposentadoria das mulheres aos 60 anos e o tempo de contribuição de professores de 30 anos, também estão sendo ventiladas. O próprio partido do presidente Jair Bolsonaro, o PSL, também prepara mudanças, assim como o PSDB. Mais radical, o PDT estuda apresentar um texto substitutivo à reforma.
As emendas devem ser apresentadas apenas na segunda fase da tramitação da proposta, na comissão especial. Contudo, o relator da proposta na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o deputado Marcelo Freitas, admitiu que é possível que alguns pontos sejam modificados já na fase atual. Para ele, porém, a CCJ deve se encarregar apenas de debater a admissibilidade da proposta. Os méritos devem ser analisados depois.
Hoje, o ministro Paulo Guedes (Economia) recebe deputados da bancada do PSD e do PSL, além do líder do governo na Câmara, para negociar a aprovação do texto original da Previdência. Mas é na participação dele amanhã na CCJ que os investidores estão mais atentos.
Com o ambiente em Brasília mais calmo nesta semana, o radar do mercado doméstico está concentrado na participação de Paulo Guedes em sessão na CCJ nesta quarta-feira. A expectativa é de que o embate com os deputados abra espaço para o andamento da reforma da Previdência na Câmara.
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Afinal, o atrito recente entre Executivo e Legislativo colocou em xeque o calendário de votação do texto sobre as novas regras para aposentadoria. Agora, a expectativa é de que o relator da proposta (PEC), o Delegado Marcelo Freitas, entregue o parecer na semana que vem, com a votação na CCJ ocorrendo em 17 de abril - portanto, antes da Páscoa.
Se esse cronograma for cumprido, o texto segue para a comissão especial, que terá de dez a 40 sessões para decidir sobre o conteúdo da proposta e apresentar o projeto final para votação em plenário. A expectativa é de que essa fase seja superada entre maio e junho. Na Câmara, os dois turnos podem ocorrer ainda neste semestre - na melhor das hipóteses.
Portanto, o espaço para corrigir alguns pontos é curto. Guedes, é bom lembrar, passou a ser o principal interlocutor da reforma da Previdência no Congresso, ao lado do ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil). Porém, essa decisão deixa a equipe econômica mais vulnerável às demandas (caras) dos parlamentares, dificultando o diálogo com os partidos.
O rali global entre os ativos de risco visto ontem perde força hoje, após um início otimista neste segundo trimestre. O temor em relação à perda de tração da atividade nas principais economias do mundo continua como pano de fundo, ao passo que a incerteza sobre a saída do Reino Unido da União Europeia segue como ponto fraco.
A libra é negociada na faixa de US$ 1,30, após o Parlamento britânico não conseguir chegar, mais uma vez, a um sobre o Brexit. As principais bolsas europeias estão na linha d’água, sem forças para acompanhar o sinal positivo exibido na Ásia - exceto em Tóquio - e contaminada pelas ligeiras perdas exibidas em Nova York. O euro também recua.
O sentimento positivo observado no primeiro trimestre se estendeu para o início do segundo trimestre, com os investidores apostando na política monetária mais suave dos principais bancos centrais globais. Ainda assim, uma miríade de fatores de risco permanece, incluindo a prolongada guerra comercial.
As conversações entre Estados Unidos e China serão retomadas nesta semana, com a chegada da delegação chinesa, liderada pelo vice-primeiro-ministro, Liu He, amanhã em Washington. A expectativa é de que um acordo entre as duas maiores economias do mundo seja alcançado e capaz de impedir uma perda de tração mais forte da atividade.
Assim, se o crescimento global melhorar, isso é bom para todas as economias do mundo. Se não, o receio é de uma recessão mais severa provocar uma fuga dos ativos mais arriscados, já que uma desaceleração econômica não muito intensa deve manter o Federal Reserve em pausa no processo de alta dos juros, aliviando os negócios com risco.
Em um ambiente externo com crescimento e juros baixos, combinado com uma liquidez abundante, o mercado doméstico pode despontar como um dos principais aportes de recursos em busca de retorno atraentes. Para isso, porém, a cena política precisa mudar e o risco é o Brasil não aproveitar essa janela de oportunidades que se abre.
Os números da produção industrial brasileira em fevereiro são o destaque da agenda econômica desta terça-feira. A previsão é de ligeira expansão de 0,5% da atividade no setor, embalado pela rara ocorrência de mais dias úteis em fevereiro do que o usual. É válido lembrar que neste ano a pausa do carnaval ocorrer em março.
Com isso, a indústria nacional também deve ter crescimento no confronto com fevereiro de 2018, em +2,00%, interrompendo três meses seguidos de queda. Ainda assim, o resultado deve reverter apenas parcialmente o frustrante desempenho esperado para o setor nos três primeiros meses deste ano, contaminando o crescimento econômico do país.
Ontem, o mercado financeiro revisou pela quinta vez seguida a estimativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em todo o ano de 2019, ficando abaixo de 2% pela primeira vez. Os dados oficiais da indústria serão divulgados às 9h. No exterior, merecem atenção as encomendas de bens duráveis nos EUA em fevereiro (9h30).
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