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Mercado doméstico se despede de 2019 hoje e inicia 2020 na quinta-feira repleto de expectativas positivas
O mercado financeiro doméstico chega à reta final de 2019 com apenas mais um pregão neste ano - o de hoje. Assim como na semana passada, não haverá negócios por aqui amanhã e quarta-feira, por causa das festividades de ano-novo. E se a semana do Natal foi marcada por poucas novidades e baixa liquidez - o que não impediu uma nova rodada de apreciação dos ativos de risco locais - é fácil imaginar o que os próximos dias reservam.
Mas a virada para o ano de 2020 carrega muitas expectativas positivas entre os investidores, diante do otimismo com a retomada da economia brasileira e da perspectiva de votação de novas reformas já na primeira metade do ano. Esse bom humor deve seguir refletindo nos negócios locais e lança luz para um cenário promissor, com o rebalanceamento de carteiras, que tradicionalmente acontece no mês de janeiro, podendo atrair novos players à renda variável local e abrir o apetite dos “gringos” pelas ações de empresas nacionais.
Ainda assim, os protagonistas do mercado doméstico em 2019 - a saber, os fundos institucionais locais e os investidores pessoa física - tornaram a palavra recorde recorrente. A começar pelo próprio número de CPFs cadastrados na Bolsa brasileira, que superou a marca inédita de 1,5 milhão. A confiança desses investidores locais fez o Ibovespa alcançar topos históricos 39 vezes este ano - sendo que ainda falta o pregão desta segunda-feira, acumulando alta de mais de 30% e cravando o terceiro ano seguido de valorização.
O movimento ocorreu de forma concomitante ao enxugamento de prêmios na curva a termo de juros futuros, à medida que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central ia renovando o piso da taxa Selic, lançando estímulos à atividade doméstica. O dólar, por sua vez, sofreu com a saída maciça de capital externo do país - diante da pouca atratividade pelo diferencial de juros - e também cravou novo patamar recorde, colado à R$ 4,30.
Porém, a moeda norte-americana deve encerrar o ano bem distante dessa faixa, mas ainda no nível de R$ 4,00, em que vem sendo negociada desde agosto. Além das questões locais e da vizinhança, em meio à turbulência política que assolou vários países latinos na segunda metade de 2019, boa parte do comportamento do dólar é atribuída a fatores externos, que dividiu as atenções entre a guerra comercial e ações de política monetária.
Aliás, o conflito entre as duas maiores economias do mundo deve seguir no centro das atenções logo no início de 2020, em meio à expectativa pela cerimônia de assinatura da fase um do acordo comercial sino-americano. Em ano eleitoral, Donald Trump quer “capitalizar” esse grande ato, largando bem na disputa, que ainda não tem o principal rival definido. Por ora, os democratas estão mais empenhados no impeachment do republicano.
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Apesar de o processo contra o presidente norte-americano ter poucas chances de passar no Senado, a confusão envolvendo Trump e a Ucrânia pode prejudicar as chances de reeleição, abrindo espaço para nomes mais progressistas. Da mesma forma, o acordo inicial entre Estado Unidos e China não significa que a trade/tech war acabou. As tensões podem ressurgir, à medida que questões mais sensíveis sejam colocadas em discussão.
Ou seja, o que passou, passou, e o que interessa ao mercado financeiro é o que está por vir. Mas ao que tudo indica, o rali dos ativos de risco deve continuar, até que haja uma mudança de cenário - se houver. Por ora, a sensação é de que o mundo encerra 2019 com a economia em um ritmo mais intenso do que começou, o que afasta os temores de recessão. O receio com a desaceleração levou o Federal Reserve a alterar o plano de voo, lançando estímulos adicionais à atividade e injetando liquidez no mercado monetário.
Aliás, a ata da reunião de dezembro do Fed, que será conhecida na sexta-feira, é o grande destaque da agenda econômica nesta semana. Naquele encontro, o BC dos EUA interrompeu o “ciclo preventivo” de cortes dos juros, sinalizando que deve manter a política monetária estável ao longo de 2020. Ou seja, a economia real terá de avançar por si só no último ano dessa década, pois as ferramentas dos BCs já estão desgastadas.
Por isso, também merecem atenção números dos setores industrial e de serviços em várias regiões do mundo no último mês de 2019, com os investidores tentando entender se algo pode dar errado em 2020, sem o “empurrãozinho” dos bancos centrais. Na China, os números oficiais serão conhecidos hoje à noite, adiando a reação do mercado doméstico para quinta-feira, quando também saem dados de atividade nos EUA e na zona do euro.
*Horários de Brasília
Segunda-feira: O dia espremido entre o fim de semana e as comemorações de ano-novo tem como destaque as publicações do Banco Central: boletim Focus, às 8h25, e a nota com os dados sobre a política fiscal em novembro, às 10h30. Neste mesmo horário, nos EUA, saem os estoques no atacado e o saldo da balança comercial, ambos referentes ao mês de novembro, além das vendas pendentes de imóveis no mês passado (12h). No fim do dia, a China divulga números oficiais sobre a atividade nos setores industrial e de serviços.
Terça-feira: A bolsa de valores de São Paulo permanece fechada hoje. Também não haverá pregão nas principais bolsas europeias, ao passo que Hong Kong, Japão e Coreia do Sul tampouco abrem. Em Nova York, as bolsas funcionam normalmente, com as atenções voltadas para novos indicadores do setor imobiliário nos EUA, além do índice de confiança do consumidor norte-americano.
Quarta-feira: As bolsas de valores de São Paulo, de Nova York e ao redor do mundo permanecem fechadas hoje, por causa do Dia da Confraternização Universal. Na virada do dia, saem novos indicadores sobre a atividade na China.
Quinta-feira: O mercado doméstico inicia as atividades de 2020, mas o calendário econômico segue esvaziado. Já no exterior, saem dados sobre a atividade industrial nos EUA e na zona do euro em dezembro.
Sexta-feira: A semana chega ao fim com o resultado de dezembro da balança comercial brasileira. No exterior, serão conhecidos novos números sobre a atividade nos setores da indústria e de serviços nos EUA. Também merece atenção a ata da reunião de dezembro do Federal Reserve.
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