O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os resultados trimestrais da JBS foram elogiados pelos analistas, especialmente a forte geração de caixa. Com isso, os papéis da empresa fecharam em alta firme nesta quinta-feira (15)
Uma enorme onda de aversão ao risco tem afetado negativamente o Ibovespa nos últimos dias: o índice já acumula perdas de mais de 4% nesta semana. Nesse cenário, poucos papéis do índice conseguem remar contra a maré e sustentar desempenho positivo desde segunda-feira — e JBS ON (JBSS3) é um deles.
E o motor por trás desse recente bom desempenho é o balanço do frigorífico: a JBS reportou seus números referentes ao segundo trimestre deste ano na noite passada — e os resultados foram muito elogiados pelos analistas.
Para começar, a empresa registrou um lucro líquido e R$ 2,183 bilhões entre abril e junho deste ano, revertendo o prejuízo de R$ 911,1 milhões contabilizado no mesmo período de 2018. A receita líquida avançou 12,5% na mesma base de comparação, chegando a R$ 50,8 bilhões.
Tais números chamam a atenção por si só, mas outros detalhes do balanço contribuíram para deixar o mercado ainda mais satisfeito. Em especial, a geração de caixa livre, que somou R$ 3,72 bilhões no segundo trimestre deste ano — cifra 92,6% maior que a vista há um ano.
Com a forte geração de caixa, a dívida líquida da JBS caiu 11,3% na base anual, chegando a R$ 44,77 bilhões. Com isso, a alavancagem do frigorífico teve um recuo expressivo, passando de 3,47 vezes em junho de 2018 para 2,78 vezes ao término do segundo trimestre de 2019.
Mas não foi só isso: os analistas também notaram uma evolução em diversas unidades de negócio da empresa, especialmente a JBS USA e a Seara. E, nesse contexto, as ações da JBS fecharam em alta de 4,64%, a R$ 28,62 — o melhor desempenho do Ibovespa nesta quinta-feira. Em 2019, os papéis já avançam mais de 140%.
Leia Também
Veja abaixo o que os analistas acharam do balanço da JBS no trimestre:
Recomendação: Outperform (acima da média do mercado)
Preço-alvo (2020): R$ 35,00
"As margens da JBS USA Beef permaneceram fortes: a margem Ebitda da divisão, de 8,9% ficou estritamente em linha com nossas estimativas"
"A margem Ebitda da Seara melhorou para 11,1% no segundo trimestre. As exportações foram o destaque, com aumento de 16% nos volumes comerciados com o exterior [...]. Vemos espaço para melhora nos próximos trimestres, com altas de preço nos mercados de exportação".
"A alavancagem ficou abaixo de três vezes pela primeira vez desde 2015"
"A JBS continua sendo nossa principal escolha no setor [...]. O Ebitda de R$ 300 milhões surpreendeu, e a forte geração de caixa vai provocar uma revisão de nossas estimativas e preço-alvo num futuro próximo".
Recomendação: Compra
Preço-alvo (12 meses): R$ 27,35
"A JBS confirmou as expectativas e reportou resultados trimestrais muio fortes"
"A maior parte das unidades teve receitas e margens sequencialmente mais fortes, impulsionadas pelos ciclos mais fortes de commodities em todos os mercados de proteínas e regiões geográficas"
"A geração de caixa por si só já seria uma história atrativa para os acionistas, impulsionada pelo pano de fundo bastante favorável (com a febre suína na Ásia e o mercado de carne bovina mais apertado nos EUA)"
"Até mesmo oportunidades de crescimento inorgânico parecem ser uma opção, agora que o balanço está saudável"
Recomendação: Neutro
Preço-alvo (2020): R$ 28,00
"A geração de caixa robusta e o sólido balanço permitem que a JBS persiga fusões e aquisições [...]. Com a alavancagem caindo para 2,8 vezes, estimamos que a empresa possua cerca de R$ 24 bilhões de poder de fogo para procurar oportunidades de compra".
"Os resultados reforçaram nossa visão de que a JBS deve continuar se beneficiando do surto de febre suína na China, que, em nossa visão, permanece como o principal fator de influência para as ações"
"Continuamos vendo o IPO nos Estados Unidos (potencialmente em 2020) como um fator relevante de valorização, uma vez que pode destravar valor para a companhia, e agora achamos que o balanço forte pode gerar abrir oportunidades orgânicas para aumentar a exposição a produtos processados.
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?