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Questionado certa vez sobre quem seria o “novo Caetano Veloso”, o cantor e compositor baiano respondeu: “o novo Caetano Veloso sou eu.”
Na época, a música popular brasileira apresentava uma renovação com nomes como Lenine, Zeca Baleiro e, principalmente, Chico César. O paraibano era apontado como o principal candidato a herdar o trono do baiano, graças a sucessos como “À Primeira Vista” e “Mama África”.
Se fosse uma ação, Caetano seria aquela que já subiu bastante e tem uma posição de liderança consolidada. Chico César seria a que traz um produto novo e com potencial de ganhar o mercado das marcas estabelecidas.
Difícil estabelecer uma comparação quando se trata de gostos pessoais. Mas se levarmos em conta um critério objetivo, como o número de execuções no Spotify, quem “investiu” em Caetano se deu melhor do quem apostou em Chico César.
A discussão sobre se uma ação está cara ou barata é constante na bolsa. Ainda mais nesses tempos de rápida mudança nos hábitos do consumidor.
Vejamos o caso dos frigoríficos e empresas de proteína animal. As ações do setor, como JBS e BRF, estão entre as maiores altas do ano entre as que fazem parte do Ibovespa, o principal índice da bolsa.
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Quem ficou de fora desse rali e pensa em investir deve estar em busca de outras ações com potencial de alta. Mas para os analistas do Itaú BBA, as “novas” JBS e BRF são elas próprias. Isso significa que ainda dá para correr atrás desse trio elétrico, como mostra esta reportagem do Victor Aguiar.
Eu poderia muito bem copiar o texto de mercados de qualquer outro escrito nos últimos dias. Os investidores seguem com o dedo no gatilho, mas ainda não sabem ao certo se disparam “compra” ou “venda”. Na falta de novidades sobre a reforma da Previdência ou nas disputas comerciais e geopolíticas do governo americano, a bolsa segue patinando, mas hoje encontrou espaço para engatar uma pequena alta. Saiba mais sobre o dia dos mercados na nossa cobertura.
Vem aí a próxima geração da telefonia celular. Trata-se da tecnologia 5G, que vai substituir a rede que leva os dados que compartilhamos em aplicativos como WhatsApp e Facebook. A expectativa é que o leilão das frequências, previsto para acontecer no começo do ano que vem, movimente cerca R$ 20 bilhões. Mas a importância do 5G vai além das cifras e tem o potencial de mudar toda a forma como nos relacionamos com a tecnologia. Quer saber como? Então confira essa entrevista com Vicente Aquino, conselheiro da Anatel.
Quando a situação aperta, a gente já sabe. É hora de cortar aquele almoço fora nos fins de semana, ou aquela carne de primeira no churrasco com os amigos, ou até mesmo a cervejinha no bar. Assim como você, o país passa por apertos e não é de hoje. Para cumprir a meta fiscal, o governo anunciou que vai segurar R$ 1,4 bilhão do Executivo e mais uma boa grana dos demais Poderes. A razão para tal medida é simples, mas, no contexto atual, houve um fator especial que estimulou o contingenciamento, como mostra o Eduardo Campos.
Quem me acompanha há algum tempo aqui no Seu Dinheiro sabe da minha paixão por cinema. Ainda não consegui me programar para acompanhar o remake do clássico O Rei Leão com meus filhos, mas já andei lendo que a nova versão não agradou muito os críticos. Mas os investidores no mercado financeiro não dão muita bola para os especialistas, principalmente quando o público também não liga. O Victor Aguiar fez uma “crítica financeira” sobre as bilheterias e as ações da Disney nas savanas da bolsa de Nova York. Vale a pena a leitura!

Agora uma breve provocação: você sabe me dizer o que Jair Bolsonarofez de bom desde o início do governo? O Datafolha fez a mesma pergunta em uma pesquisa e constatou que, para 39% da população, o presidente não fez “nada” nesses seis meses que fosse digno de nota. Outros 19% responderam “não saber” quais medidas favoráveis foram tomadas pelo capitão. Mais do que um julgamento sobre o governo, os números mostram que a comunicação ali em Brasília tem espaço para melhorar. Saiba mais sobre o levantamento.
Você já deve ter lido, inclusive aqui no Seu Dinheiro, sobre o tal “risco geopolítico”. Ou seja, da possibilidade de que um conflito armado ou comercial envolvendo os Estados Unidos coloque fim ao período de bonança nos mercados. Na coluna desta semana, o Ivan Sant’Anna nos lembra que crise e mercado financeiro vivem quase sempre juntos. Mas ele não espera nem um agravamento nas disputas entre o país de Donald Trump com a China nem uma possível guerra com o Irã. Saiba as razões no texto (como sempre imperdível) do Ivan.
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