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Em entrevista, presidente diz temer ações da “ditadura Maduro” e também fez um balanço da participação em Davos. Sobre o filho, diz que atingem o “garoto para tentar me atingir”
Em entrevista à rede “Record”, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a história mostra que as ditaduras não passam o poder de forma pacífica. O presidente comentava os eventos desta quarta-feira, na Venezuela, onde Juan Guaidó se declarou presidente interino, ato reconhecido pelo Brasil, Estados Unidos e outros países.
“Tememos as ações da ditadura Maduro”, disse Bolsonaro, lembrando, que "há países fortes dispostos a outras consequências" como os Estados Unidos de Donald Trump. O presidente americano disse não estar considerando nada sobre a questão envolvendo a Venezuela, "mas todas as opções estão sobre a mesa".
“Estamos no limite do que podemos fazer para restabelecer a democracia na Venezuela”, disse o Bolsonaro.
Em nota divulgada mais cedo, o Itamaraty disse reconhecer Guaidó como presidente “encarregado”, acrescentando que “apoiará política e economicamente o processo de transição”.
Bolsonaro se disse feliz por fazer o discurso de abertura no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), que falou do “Brasil do futuro” e que foi procurado por líderes e empresários interessados no país.
Segundo o presidente, o Brasil é visto com carinho pelos empresários, mas “temos de fazer a nossa parte”, pois não podemos ter mais déficits ano após ano. As reformas, segundo Bolsonaro, serão feitas para que os empresários tenham confiança no Brasil.
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O presidente também disse que investidores e empresários querem que o país seja desburocratizado, que seja mais ágil e se eliminem barreiras. “Passa por aí, que o resto vem”, disse.
Bolsonaro também falou que os ministros Paulo Guedes (Economia), Sergio Moro (Justiça) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores) “deram seu recado” e que “fazendo a lição de casa, o Brasil sai fortalecido”.
Na sequência, o presidente lembrou que o Ibovespa, principal índice de ações da B3, bateu recorde nominal de pontuação e que isso aconteceu depois das falas de Guedes e também dele ao longo do dia em Davos.
Bolsonaro também fez um breve aceno ao Congresso, ao dizer que depende do parlamento para fazer as mudanças necessárias.
Sobre a entrevista coletiva prevista para a tarde desta quarta-feira e que foi cancelada. Bolsonaro disse que seguiu recomendações médicas e que tem de chegar descansado em São Paulo, no domingo, pois vai enfrentar uma cirurgia complexa. Com isso, foram cancelados os compromissos que poderiam ser cancelados e que não ele tinha nada a acrescentar à imprensa “tendo em vista o que foi tratado de forma pública” em Davos.
Perguntado sobre as investigações envolvendo o filho Flávio Bolsonaro, a postura foi diferente da vista em entrevista concedida pela manhã à “Bloomberg”, quando ele falou que “se por ventura ele vier a errar, se for comprovado, eu lamento como pai, mas vai pagar aí o preço dessa ação que nós não podemos coadunar”.
Bolsonaro disse que acredita em seu filho e que o que está acontecendo é “pressão", é algo "para tentar me atingir”. Segundo o presidente, Flávio tem dado explicações, mas teve seu sigilo quebrado, o que seria ilegal.
Segundo o presidente, ninguém está acima da lei, mas é preciso que se cumpra a lei. Para Bolsonaro, as denúncias são uma forma de “atingir o garoto para tentar me atingir”, mas com "fé em Deus", tudo será esclarecido.
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