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Quando eu era criança ouvia por cima a conversa dos adultos sobre dinheiro e pegava de orelhada as minhas primeiras noções de finanças. Uma delas era a seguinte: “não deixe dinheiro parado”. Os mais antigos viveram os tempos da hiperinflação e precisavam deixar seu saldo na conta sempre aplicado para que ele rendesse alguma coisa e não virasse pó em questão de dias.
Felizmente, os tempos de hiperinflação ficaram para trás. Mas a lógica dos antigos ainda é válida. Dinheiro parado não rende nada mesmo e existem opções seguras e com liquidez que fazem ele aumentar um tiquinho a mais. É bom mesmo você ficar atento a elas. Afinal, por que raios você deixaria de ganhar dinheiro?
Muitos leitores do Seu Dinheiro nos escreveram com dúvidas sobre a NuConta, a conta digital do Nubank. A promessa da empresa é entregar um rendimento de 100% do CDI com liquidez diária para o dinheiro depositado na conta. Mas será que é isso mesmo? Tem alguma pegadinha? Dá para trocar sua conta no bancão pela da fintech do cartão roxo? E qual é o risco?
A repórter Julia Wiltgen mergulhou no tema. Ela abriu uma NuConta e testou. Foi pessoalmente na sede do Nubank entender como funciona a conta. E, sim, ela fez as contas para ver se os números batem. Você pode conferir todos os detalhes sobre a NuConta - e também o parecer final da Ju - nesta reportagem. Vale muito, muito mesmo, a pena ler. #ficadica

Se você deixou para enviar sua declaração do Imposto de Renda na última hora, saiba que você não está sozinho. Mais de 5 milhões de brasileiros ainda não tinham enviado a declaração ontem às 17h, de acordo com a Receita Federal. Antes de tudo, fique calmo, vai dar certo. 😀
Leia Também
Aqui vão 4 dicas para te ajudar na reta final:
A Magazine Luiza colocou os dois pés no varejo de produtos esportivos e comprou a Netshoes por US$ 62 milhões. Desbancou a B2W, dona dos sites Americanas e Submarino, na disputa e ainda pagou bem menos pela Netshoes do que os gringos que compraram ações da empresa na bolsa americana. O Vinícius Pinheiro conta os detalhes da operação.
O dia começa com novidades no noticiário corporativo. Há pouco, Santander e Gol divulgaram seus números para o trimestre. Ontem à noite foi a vez da Raia Drogasil.
O bancão espanhol superou as expectativas com lucro de R$ 3,485 bilhões no primeiro trimestre. A rentabilidade também subiu dois pontos percentuais na comparação com o primeiro trimestre do ano passado e atingiu 21,1%, à frente do Bradesco, que apresentou seus números na semana passada. O Vinícius acompanhou o balanço e apresenta os highlights aqui. Agora a bola está com o Itaú, que também vai abrir seus números esta semana.
Já a Gol sofreu um pouco com a variação cambial e ficou com prejuízo líquido de R$ 32,3 milhões no período. A empresa sentiu uma pressão de custos, mas, por outro lado, conseguiu números melhores de receita, preço e ocupação. Veja todos os números nesta reportagem da Natalia Gómez.
Quem decepcionou foi a Raia Drogasil, que ontem apresentou aumento das despesas e queda de 13% no lucro líquido ajustado. Saiba mais
Era para ser uma brincadeira: na Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), o presidente Jair Bolsonaro “apelou” ao presidente do BB, Rubem Novaes, presente no evento, pela redução dos juros do Banco do Brasil para o fomento ao crédito rural. O impacto foi tão ruim que o porta-voz do Planalto teve que explicar a fala do chefe do Executivo e dizer que ele não tem a intenção de intervir no Banco do Brasil.
Enquanto a economia patina, o desemprego permanece elevado no país. Números divulgados hoje pelo IBGE mostram que o país tem uma taxa de desocupação de 12,7% no trimestre encerrado em março e 13,4 milhões de desempregados.

A quarta-feira deve ser marcada por mais uma reunião do Federal Reserve, o que mantém os investidores ligados mesmo com a pausa para as celebrações do Dia do Trabalho.
A bolsa brasileira fica refém do exterior, onde o ambiente não é nada animador. Amanhã o dia será de decisão do Fed sobre a taxa de juros nos EUA e de coletiva do presidente da instituição, Jerome Powell. Embora não espere novidades, o mercado financeiro busca pistas sobre um possível corte nos juros ainda este ano.
Por aqui, o fraco movimento em Brasília atrapalha o andamento da Previdência. O cronograma de trabalho da Comissão Especial deve ser definido ainda nesta terça-feira. Para amanhã, diversas centrais sindicais prometem movimentar as ruas das cidades brasileiras com protestos contra a reforma da Previdência.
Ontem, Ibovespa e dólar tiveram um dia fraco. O principal índice da bolsa brasileira fechou o dia em queda de 0,05%, aos 96.187,75 pontos, enquanto a moeda norte-americana teve alta de 0,24%, a R$ 3,9409. Consulte a Bula do Mercado para saber como devem se comportar bolsa e dólar hoje.
Um grande abraço e ótima terça-feira!
Índices
- IBGE divulga taxa de desemprego em março
- Banco Central divulga resultado de março do setor público
- Zona do euro, Espanha, Itália, França e México divulgam PIB do 1º trimestre
- Zona do euro publica dados sobre o desemprego em março
- Alemanha divulga inflação de abril
Bancos Centrais
- Federal Reserve inicia reunião de política monetária
Mercados
- Bolsas do Japão fecham por feriado nacional
Balanços 1º trimestre
- No Brasil: Santander e Gol
- Teleconferências: Santander, Movida, RaiaDrogasil, Cteep, EcoRodovias, Multiplan, Enel, Gol e CCR
- Lá fora: Airbus, Deutsche Lufthansa, Apple, Santander, Pfizer, McDonald’s, GM, GE, Mastercard, ConocoPhillips e Glencore
Política
- Autoridades da China e dos EUA retomam negociações comerciais em Pequim
- Sindicatos da Argentina realizam greve geral contra medidas do governo Macri
Joint venture de Cosan e Shell busca 90 dias de suspensão de pagamentos enquanto negocia reestruturação com bancos e investidores
A movimentação, que já havia sido antecipada ao mercado no mês passado, traz nomes de peso do setor financeiro para o colegiado
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Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações
A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas
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