Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Próxima parada: 100 mil pontos — Exuberância irracional?

Se você estiver pesado demais em coisas arriscadas, não vai ter jeito. Nesse dia potencialmente trágico para a Bolsa, você vai entrar em pânico junto com todo mundo. Portanto, tenha um plano desde já.

15 de julho de 2019
11:29 - atualizado às 9:46
dua setas indicam o movimento de alta e o de queda dos mercados e da bolsa
Imagem: Shutterstock

“Claramente, a inflação sustentavelmente baixa implica menor incerteza sobre o futuro, e menores prêmios de risco implicam preços maiores para as ações e outros ativos de risco. Nós podemos ver isso na correlação histórica negativa exibida pelos múltiplos Preços sobre Lucros e a taxa de inflação. Mas como saber quando a exuberância irracional escalou indevidamente sobre os preços dos ativos, que, então, se tornariam sujeitos a inesperadas e prolongadas contrações, como aquela vista no Japão ao longo da década passada?”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa é minha porca tradução para o famigerado discurso de Alan Greenspan ao American Enterprise Institute, em 5 de dezembro de 1996. É fácil de lembrar por dois motivos. Primeiro, porque as Bolsas sofreram um banho de sangue subsequentemente ao alerta do então “maestro Greenspan”. Segundo, porque era aniversário do papai. Com a Bolsa de Tóquio caindo 3 por cento, não tivemos muitas razões para comemorar naquele dia.

O termo “exuberância irracional”, originalmente cunhado por Greenspan, viria a ser popularizado por Robert Shiller no livro homônimo, publicado no ano 2000. “Exuberância irracional é a base psicológica de uma bolha especulativa. Eu defino uma bolha especulativa como uma situação na qual notícias sobre aumentos de preço espalham entusiasmo do investidor, que, por sua vez, espraiam contágio psicológico de pessoa para pessoa, num processo que vai sendo amplificado por meio de histórias e narrativas supostamente capazes de justificar o aumento dos preços.”

Sabe o que eu acho mais curioso dessa história? A tal “exuberância irracional” virou termo cool, sinônimo de diligência, austeridade e alerta para eventuais bolhas, como se seus seguidores fossem os verdadeiros ganhadores de dinheiro, sempre mais moderados e comedidos que os demais, gananciosos em excesso e fadados ao fracasso. Dado que depois tivemos o estouro da bolha das pontocom, o próprio Greenspan seria um gênio, capaz de ter antevisto toda a especulação maquiavélica.

Tem um pequeno probleminha nessa versão…

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando Greenspan fez o alerta sobre a exuberância do Nasdaq, naquele 5 de dezembro de 1996, a cotação do índice das empresas de tecnologia era de 1.300 pontos aproximadamente. A despeito da correção imediatamente posterior ao alerta do Maestro, o Nasdaq continuou subindo por anos, para fazer sua máxima local em 10 de março de 2000, aos 5.058 pontos. Somente então fomos ter o estouro da bolha, com o índice entrando num bear market entre 2000 e 2002, quando fez sua mínima local em 9 de outubro, aos 1.114 pontos.

Leia Também

Em outras palavras, se você foi efetivamente impactado pelo alerta da “exuberância irracional” e montou uma posição short (aposta na queda) no Nasdaq naquele momento, muito provavelmente você quebrou. Dificilmente você sobreviveu à disparada dos 1.300 para os 5.000 pontos — foram quase quatro anos de alta mesmo depois do alerta de Greenspan, com juros e chamadas de margem corroendo sua suposta posição short.

Em termos de gestão, de aplicação do dinheiro propriamente dito, que é o que interessa (uma opinião sem exposição vale zero), a posição de Greenspan foi uma tragédia, ainda que tenha lhe rendido por anos a alcunha de “Maestro”.

Profetas do apocalipse

Eu lembrei dessa história ao ver profetas do apocalipse por aí autoproclamados acertadores diante da correção do Ibovespa nos últimos dois pregões. “Eu não disse que a Bolsa cairia depois da aprovação da reforma da Previdência. Caso clássico de sobe no boato, cai no fato.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que o sujeito não conta é que ele estava com esse call desde lá atrás. Ele estava pessimista aos 90 mil pontos. O índice vai aos 106 mil pontos, volta aos 104 mil pontos e o camarada vem a público para afirmar categórica e enfaticamente: “Não falei?”. Ou seja, se você seguiu a prescrição do tal especialista, perdeu lote de dinheiro.

Para mim, não há exuberância irracional alguma na Bolsa. Talvez haja no crédito e esse é um alerta que me parece importante. Tem acontecido uma lógica perversa em CRIs, CRAs, debêntures e crédito privado em geral. Pessoa física está ávida por um retorno excedente sobre o CDI. E, como não é boba nem nada, quer esse excesso de rendimento sem assumir risco. Esquecendo-se de que não há almoço grátis, acaba atraída pelo canto da sereia, muito bem cantado por gerentes, bankers e agentes autônomos, de que aqueles 110 por cento do CDI sem volatilidade significam ausência de risco. Esse é um problema da estrutura atual de distribuição das plataformas de varejo — com um pouquinho mais de rentabilidade e sem volatilidade, o vendedor (gerente ou agente autônomo) empurra o que quiser no investidor. Já está acontecendo e a pessoa física está se entupindo de crédito ruim sem nem saber ao certo o que está comprando.

Fique claro: a responsabilidade não é só do gerente ou do agente autônomo, que enfia no investidor coisas que não deveria. O investidor — vocês três que estão lendo agora — também é corresponsável. Dispenso o discurso de autopiedade e do vitimismo. Um pouco de estoicismo cai bem em qualquer um. No fim do dia, o dinheiro é seu. Você manda. Não queira ser o esperto da praça. Entenda, estruturalmente, pelo seu bem, que se você está atrás de um pouco mais de retorno, vai incorrer num pouco mais de risco. “Quero ganhar mais, mas não quero correr risco.” Ah, eu também quero, mas não funciona assim. Nem aqui, nem em nenhum lugar do mundo.

Risco ≠ Volatilidade

Há uma aceitação do crédito sem qualquer questionamento, simplesmente porque aqui não existe volatilidade. Mas risco e volatilidade são completamente diferentes. Na minha opinião, aos preços atuais, o risco das ações é muito menor do que o risco do crédito (risco aqui entendido como perda permanente do capital), se você souber o que comprar e estender o horizonte temporal de seus investimentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Ora, mas então por que o título desta newsletter está sugerindo a possibilidade de o Ibovespa ir aos 100 mil pontos? Não era você que falava em 150 mil pontos?”

Sim, eu continuo vendo o Ibovespa indo aos 150 mil pontos, talvez até mais, e mais rápido do que todos supõem. Mas o problema da renda variável é que ela varia, por incrível que pareça. Depois de uma alta tão rápida, é natural alguma correção — e também ela costuma ser mais rápida e intensa do que todos supõem (um mínimo de coerência aqui; se vale para um lado, precisa valer para o outro). Mesmo os maiores bull markets da história passam por quedas importantes, que, no gráfico de longo prazo, mal aparecem, mas quando você está passando por aquilo é terrível. São correções de 10, 20, 30, até 50 por cento. Então, seria bem razoável supor que, em algum momento, antes de ir aos 150 mil, o Ibovespa vai voltar para os 95 mil pontos. Tudo estaria dentro do padrão.

Você precisa estar preparado para isso, tanto em termos psicológicos quanto na formação de seu portfólio, jamais tendo uma exposição excessiva a ativos de risco. Se você estiver pesado demais em coisas arriscadas, não vai ter jeito. Nesse dia potencialmente trágico para a Bolsa, você vai entrar em pânico junto com todo mundo. Portanto, tenha um plano desde já. Ninguém faz teste de evacuação de prédio para o caso de incêndio no dia do incêndio. Você treina e planeja antes.

Desculpe a seção autoajuda, mas o primeiro passo seria estar mentalmente forte. Já saiba que isso pode e deve acontecer. Haverá o dia dos 95 mil pontos (ou algo assim; esse nível é apenas uma referência metafórica, o ponto exato ninguém sabe, a não ser os charlatões, claro). Não se preocupe com ele. Não significa que abandonamos o bull market. A rigor, você pode até torcer por ele. Se estiver líquido nessa hora (e todo grande investidor deve manter ao menos uma parte em liquidez para aproveitar essas janelas de oportunidade que sempre são abertas no meio da travessia), será a chance de ficar rico de verdade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O segundo é manter um portfólio equilibrado e balanceado, com muita diversificação e ativos negativamente correlacionados. Se você tiver 10 por cento da carteira em dólar e ouro, por exemplo, eles vão ser catapultados nesse dia do pânico. Então, você poderá vender metade dessa posição e comprar Bolsa na bacia das almas.

Por fim, eu gosto das opções de venda como um instrumento de proteção — pode não ser para todo mundo e fazer seguro é sempre caro. Mas, diante das altas brutais das ações nos últimos meses, você pode separar ali alguma coisa como 0,25 por cento da sua carteira para “queimar" em botes salva-vidas para dormir mais tranquilo, principalmente com a volatilidade amassada como a atual, o que barateia um pouco as puts. Aquelas em torno dos 95 mil pontos para seis meses à frente podem ser uma boa pedida, assumindo que você segue nossa sugestão de ter uma grande posição comprada em Bolsa (estruturalmente, estamos perto de 35 por cento na Carteira Empiricus).

Mercados

Depois da realização de lucros vista no fim da semana passada, mercados brasileiros retomam a tendência positiva na manhã desta segunda-feira, acompanhando otimismo no exterior. Sinais de estabilização do crescimento na China ajudam a estimular disposição a risco.

O PIB chinês cresceu ao menor ritmo em pelo menos 27 anos no segundo trimestre, ao avançar 6,2 por cento, mas a produção industrial (+6,3 por cento) e as vendas ao varejo (+9,8 por cento) em junho superaram com folga as projeções. Commodities e moedas emergentes se valorizam em reação aos dados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agenda internacional conta também com atividade industrial na região de Nova York, balanço do Citi e Prime Day da Amazon.

Por aqui, IBC-Br veio em linha com estimativas ao subir 0,54 por cento em maio, enquanto relatório Focus trouxe nova revisão para baixo nas estimativas para o crescimento de 2020. Vai se consolidando cenário para queda de 50 pontos da Selic já na próxima reunião do Copom. Com queda do juro básico para 5 por cento ao ano, ações de dividendos vão ficar especialmente atrativas.

Ibovespa Futuro abre em alta de 0,65 por cento. Juros futuros caem e dólar está perto da estabilidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
RENDA EXTRA NÃO VALE A PENA?

Cyrela (CYRE3) pode ativar ‘gatilho’ que pagaria até R$ 1,9 bilhão em dividendos extraordinários — mas o lucro não deve chegar ao bolso do acionista; por quê?

1 de abril de 2026 - 15:15

JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda

LOCATÁRIOS DE PESO

Alianza Trust Renda (ALZR11) traz Fleury (FLRY3) para o portfólio de inquilinos com compra de imóvel — e Shopee pode ser a próxima

1 de abril de 2026 - 13:59

As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte

AÇÕES SOBEM FORTE

Braskem: Citi muda de ideia sobre BRKM5 e eleva recomendação logo antes de notícia sobre possível proteção contra credores

1 de abril de 2026 - 11:50

Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada

ESPAÇO E IA

SpaceX, de Elon Musk, reúne 21 bancos para o maior IPO da história, diz Reuters; um deles é brasileiro

1 de abril de 2026 - 10:24

A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.

O INIMIGO AGORA É O MESMO

‘Taxa das blusinhas’ pode cair e acende alerta no varejo: Lojas Renner (LREN3), C&A (CEAB3) e Riachuelo (RIAA3) estão preparadas?

31 de março de 2026 - 18:35

Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido

OPORTUNIDADE SEGUE NA MESA

Vale (VALE3) tropeça e ação cai 6,8% em março, mas mineradora está longe do fim da linha com dividendos extraodinários à frente

31 de março de 2026 - 18:14

Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos

CHEGOU A HORA DE BRILHAR?

Bresco Logística (BRCO11) recua abaixo do valor patrimonial, e analistas veem oportunidade; entenda o que esperar do ativo e do mercado de FIIs daqui para frente

31 de março de 2026 - 16:31

Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar

VISÃO DE ESPECIALISTA

Elétricas, petróleo e construtoras: onde se escondem as oportunidades na bolsa, segundo gestores

31 de março de 2026 - 15:32

Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Maior alta do Ibovespa: Natura (NATU3) salta mais de 10% com “selo” de gigante global e outro acordo de acionistas. Hora de comprar?

31 de março de 2026 - 14:31

Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.

ALÉM DOS GRINGOS

Virada de jogo? Brasil se destaca entre emergentes e investidor local volta à B3, diz Itaú BBA

30 de março de 2026 - 18:04

Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência

VIRADA DE CARTEIRA

Brasileiros perdem interesse na renda fixa e ações ganham espaço aos poucos — mesmo com a guerra aumentando os riscos, diz XP

30 de março de 2026 - 15:42

Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem

EFEITO BRENT

Guerra, petróleo em alta e novos poços: a combinação que colocou a Brava (BRAV3) no topo da bolsa nesta segunda

30 de março de 2026 - 13:18

Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa

MERCADOS HOJE

Ibovespa e dólar avançam com mercado dividido sobre a guerra e Galípolo “ganhando tempo”; veja os destaques de hoje

30 de março de 2026 - 11:55

Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC

FOME DE AQUISIÇÃO

O ‘pacman dos FIIs’ está de volta: GGRC11 fecha compra milionária de galpões; confira os detalhes da operação

30 de março de 2026 - 10:42

De acordo com o FII, a operação, que ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim de abril

QUEM EMAGRE E QUEM GANHA PESO

Fenômeno das canetas emagrecedoras: o “clique” de R$ 50 bilhões que está chacoalhando a bolsa brasileira

28 de março de 2026 - 17:15

Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking

ANOTE NA AGENDA

Depois de sobreviver à guerra e acumular 3% de alta, Ibovespa dá de cara com dados de emprego na semana

28 de março de 2026 - 12:35

Do Caged ao Payroll, a semana será de temperaturas elevadas para a economia global; saiba como os indicadores e as tensões no Oriente Médio mexem com o seu bolso

COMMODITIES, CARRY E ELEIÇÃO

Real barato e petróleo no radar: por que o Bank of America aposta no Brasil contra o México

28 de março de 2026 - 11:32

Com o petróleo em alta e um carry trade atrativo, o BofA Securities aposta na moeda brasileira; confira os alvos da operação e como o cenário eleitoral pode ditar o ritmo do câmbio

O PRÊMIO DE CADA SHOPPING

Multiplan (MULT3), Iguatemi (IGTI11) ou Allos (ALOS3)? Bradesco BBI diz qual é a ‘favorita’ em receita, escala e consistência

27 de março de 2026 - 18:15

Analistas se debruçaram sobre as diferenças das ações de shoppings e afirmam que a qualidade dos portfólios justifica o patamar de preços de cada papel

FII EXPERIENCE 2026

‘O jogo dos FIIs mudou completamente’: Luiz Augusto, sócio fundador da TRX, conta a estratégia da gestora para crescer na nova fase do mercado

27 de março de 2026 - 14:12

O setor caminha para uma redução no número de fundos imobiliários e um foco em veículos maiores, mais robustos e líquidos

DINHEIRO NA CONTA

Renda extra vai pingar: B3 (B3SA3) pagará R$ 372,5 milhões em juros sobre capital próprio — até quando investir para ter direito?

27 de março de 2026 - 13:11

Data máxima para investir nas ações da B3 e ter direito ao pagamento se aproxima; confira o valor por ação e o calendário para a renda extra cair na conta

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia