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Pedras no caminho da cachoeira

13 de maio de 2019
10:41
Selo O Melhor do Seu Dinheiro; investimentos
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

No verão deste ano viajei com um grupo de amigos até Ilhabela, no litoral Norte de São Paulo. Eles queriam conhecer a cachoeira dos Três Tombos. Como o próprio nome indica, são três quedas d’água e, claro, a última é a que tem a melhor vista - e o acesso mais difícil. Não é algo de outro mundo, mas você precisa desviar de algumas pedras, pisar na lama, enfrentar mosquitos e testar a panturrilha em uma ladeira íngreme. E, sim, podem ser mais do que três tombos: o quarto é o seu.

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Confesso que não sou fã de trilhas, mas sou chegada em água e gosto da ideia de tomar banho de cachoeira e nadar numa piscina natural. O jeito foi encarar o desafio e torcer para valer a pena. Sim, a água estava uma delícia. Mas enquanto eu estava no meio do caminho pensei por diversas vezes que aquilo tudo era uma furada.

Eu lembrei da cachoeira de Ilhabela quando li a matéria da Julia Wiltgen de hoje sobre a aposta dos gestores para a bolsa neste ano. Eles estão enxergando uma cachoeira no fim da linha - e talvez uma cervejinha gelada. Mas, sim, quem quiser chegar lá terá de encarar as pedras no caminho e enfrentar alguns riscos.

Na trilha do investidor são esperados obstáculos como confusões em Brasília, dificuldades de aprovação da reforma da Previdência, o clima tenso no exterior entre EUA e China e a redução da perspectiva de crescimento do Brasil, por exemplo. Mas o otimismo de gestoras como Legacy,  Alaska, Truxt, Bahia Asset Management, Brasil Capital e AZ Quest ainda se sustenta por uma série de indicadores que os leva a crer que as ações das empresas brasileiras ainda estão baratas.

A Julia conta nesta reportagem o que os gestores estão enxergando para a bolsa brasileira, para a renda fixa e quais as principais apostas de cada um deles. Vale a pena a leitura!

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A temporada de balanços do primeiro trimestre chega ao fim nesta semana. Ao todo, 10 companhias do Ibovespa divulgam seus números. Hoje, Eletrobras, Cosan, Itaúsa e JBS soltam seus resultados. Amanhã, é a vez da Bradespar. Encerrando a temporada, na quarta-feira, Embraer e Kroton, pela manhã, e Cemig, Marfrig e Ultrapar à tarde. O Fernando Pivetti destaca o que você pode esperar de cada empresa.

Pure Cannabis

No texto mais recente da coluna Cannabusiness, Gabriel Casonato conta que tem uma nova cesta de ações de maconha na prateleira. É o novo Exchange Traded Funds (ETF) do segmento, o AdvisorShares Pure Cannabis ETF, listado na NYSE Arca através do ticker "YOLO". Na sua coluna, Casonato traz a diferença entre os três ETFs do segmento que estão à venda nas bolsas de valores do Canadá e Estados Unidos.

Uma enxurrada de dinheiro

Há 17 anos, o Tesouro Direto abria o mercado de dívida pública para você. Aos poucos, virou uma espécie de primeiro passo para o investidor pessoa física e, já no mês passado, chegava à marca de um milhão de pessoas. Pois na próxima quarta-feira teremos outro marco: o maior vencimento da história do Tesouro. O governo pagará R$ 88 bilhões de títulos federais, sendo R$ 9 bilhões para pessoas físicas. Saiba mais.

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Menos é… menos

O boletim Focus, publicação do Banco Central que reúne estimativas de economistas, divulgado há pouco projeta uma alta do PIB em 2019 de 1,45%, ante 1,49% da semana passada. Há um mês, a estimativa de crescimento era de 1,95%. Os números reforçam que o otimismo dos especialistas com a economia é cada vez menor.

Bilhões a menos

Sim, a crise “pegou” até os bilionários brasileiros. O Brasil tem hoje 49 CPFs com mais de US$ 1 bilhão, um número 4% menor em um ano, de acordo com o Wealth-X's 2019 Billionaire Census Report. Apesar de maré baixa no país, o Brasil ainda está à frente de nações como Canadá e Itália no ranking de bilionários. Saiba mais

A Bula do Mercado: tempo fechado

A melhora de ânimos ensaiada na sexta-feira não durou. No fim de semana, o clima entre Estados Unidos e China voltou a ficar pesado, deixando os investidores sem otimismo com o progresso da conversa entre os países.

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Depois de elevar as tarifas sobre os produtos chineses, agora Trump tenta pressionar o país a assinar um acordo logo. O presidente americano utilizou o Twitter novamente para passar o seu recado e disse que seria “sensato” para a China “agir agora” e concluir um acordo antes das eleições de 2020. Para o vice-premiê chinês, ainda existem três pontos principais de diferença a ser fechado.

Além do clima tenso lá fora, o mercado doméstico também está ansioso pelo "tsunami" de acontecimentos que pode vir de Brasília. Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro previu problemas que parecem estar ligados com a tentativa do governo de votar a reforma administrativa na Câmara. O Executivo tem pressa e aceita até mesmo adiar a tramitação da reforma da Previdência para garantir a aprovação da pauta.

Na sexta-feira, o Ibovespa fechou o dia em baixa de 0,58%, aos 94.257,56 pontos, acumulando uma queda de 1,82% na semana. O dólar encerrou a sessão com queda de 0,17%, a R$ 3,9453, mas teve alta de 016% na semana. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.

Agenda

Índices
- MDIC: balança comercial (semanal)

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Bancos Centrais
- BC: Boletim Focus, às 8h25
- BC: leilão de até 5.050 contratos de swap (US$ 252,5 milhões) para rolagem de junho, às 11h30
- BC: leilão de até R$ 3 bilhões em operações compromissadas de três meses, às 12h

Balanços 1º trimestre
- Antes da abertura do mercado Burger King divulga balanço
- Após o fechamento do mercado JBS, Cosan e Itaúsa

Política
- Às 9h30, o ministro da Economia, Paulo Guedes, reúne-se com o governador de São Paulo, João Doria, no ministério da Economia
- EUA: presidente Donald Trump recebe primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, na Casa Branca

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