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Eduardo Campos

Eduardo Campos

Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.

Investimentos

É possível viver (ou morrer) de day-trade na bolsa?

Estudo com base em dados da CVM mostra que não faz sentido tentar ganhar a vida negociando Ibovespa e dólar futuro. Outra pesquisa mostra que comprar e manter a posição também não tem resultado melhor. A solução seria diversificar

Eduardo Campos
Eduardo Campos
9 de março de 2019
5:15 - atualizado às 9:55
Cena do filme "O lobo de Wall Street" - Imagem: Reprodução

Virar um trader profissional, mandar o patrão à merda, com crase e tudo, e protagonizar algumas cenas do filme “O Lobo de Wall Street” tem se mostrado um sonho cada vez mais comum entre os brasileiros.

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Mas um estudo feito por especialistas da Fundação Getulio Vargas (FGV) com investidores reais mostra que viver de day-trade não passa mesmo de um sonho.

Antes de entrarmos nos detalhes, vai aqui um teaser. Dos que se aventuraram no day-trade de mini contratos de Ibovespa por mais de 300 pregões, 91% tiveram prejuízos e dentro um universo de 1.558 pessoas apenas 13, isso mesmo, TREZE, obtiveram lucro médio diário acima de R$ 300.

Outro ponto desmistificado é que não existe uma “curva de aprendizado”, o investidor não melhora quanto mais persiste na atividade. Na realidade ele piora.

Os pesquisadores Fernando Chague e Bruno Giovannetti usaram um banco de dados disponibilizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que contém a atividade completa durante os anos de 2012 a 2017 de todos os day-traders que são pessoas físicas para concluir que:

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“Apresentamos fortes evidências de que não faz sentido, ao menos econômico, tentar viver de day-trading. Os dados indicam que a chance de obter uma renda significativa é remota para as pessoas que persistem na atividade. Por outro lado, a chance de se obter prejuízo é muito elevada. Além disso, os dados indicam também que à medida que o day-trader vai persistindo na atividade seu desempenho tende a ir piorando”, dizem os autores.

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O foco do artigo são os contratos de mini índice e mini dólar. O day-trader lucra quando seu preço médio de venda é maior do que seu preço médio de compra, descontando-se os custos de operação.

Segundo o estudo, em um mercado financeiro ocupado por grandes instituições com ferramentas de alta tecnologia, não parece ser razoável supor que uma pessoa, utilizando o computador de sua casa, consiga exercer a atividade de day-trader de maneira consistentemente lucrativa. “Não parece que seja possível, nos termos dos fóruns da internet, ‘viver de day trading’”, dizem os pesquisadores.

No entanto, o número de pessoas que busca viver de day trading no Brasil parece estar aumentando, pois é isso que indica a dinâmica temporal da busca pelo termo “day trade” a partir de computadores localizados no Brasil, reportada pelo "Google Trends", de 2004 a 2019. O número de buscas multiplicou por 4 nos últimos 5 anos.

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O que motivou o estudo foi a falta de informação pública de qualidade sobre qual é o resultado obtido pelas pessoas que decidem investir na carreira de day-trader. Segundo os pesquisadores, as informações disponíveis publicamente, em geral "nas mídias de informação ligadas às corretoras", sugerem que embora não seja fácil viver de day trading, é possível.

Além disso, ponderam os estudiosos, a mensagem comum desses especialistas é que há uma curva de aprendizado de aproximadamente um ano e que as pessoas que persistirem na atividade passando pelo período de aprendizado têm boas chances de sucesso. No entanto, essas informações não estão lastreadas em dados públicos.

Assim, a partir de dados anônimos completos de day-trading de todas as pessoas físicas entre 2012 e 2017, os pesquisadores respondem às seguintes perguntas: Das pessoas que começam a fazer day-trading, quantas continuam? Qual é o resultado obtido pelas pessoas que decidem continuar na atividade?

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'Bad day'

Um total de 19.696 pessoas começaram a fazer day-trade em mini índice em 2013, 2014 e 2015. Dessas, 1.558 fizeram day-trades em mais de 300 pregões. Levando em conta a zeragem de taxas vistas no fim do ano passado e o interesse pelo tema é de se esperar que esse número venha a aumentar.

Com alguma liberdade de interpretação, os autores definiram essas pessoas como as que levaram à sério o conselho de passar pelo suposto período de aprendizado e continuaram na atividade. Para alguém que esteja interessado em viver de day-trading, dizem os autores, é fundamental conhecer a performance dessas 1.558 pessoas.

Segundo os pesquisadores, os dados não são animadores. Sem considerar custo de corretagem e despesas com plataformas de negociação e cursos (considerando-se então apenas os custos de emolumentos e taxa de registro variável cobrados pela B3), 91%, ou 1.415 dessas 1.558 pessoas, perderam dinheiro. Dos 9% que conseguiram lucro positivo, apenas 13 pessoas (menos de 1%) conseguiram lucro médio diário acima de R$ 300.

Quase ninguém aprende

Segundo o estudo, se houvesse, de fato, um período de aprendizado durante o qual os traders performam pior e aprendem a tarefa, seria importante que essa parte da amostra fosse excluída para calcular a performance desses profissionais. “No entanto, tal exercício não altera substancialmente a conclusão.”

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Mesmo excluindo os primeiros 250 pregões de cada indivíduo, os autores encontram que 88% das 1.558 pessoas (1.367) tiveram lucro negativo e, dos 12% que conseguiram lucro positivo, apenas 15 pessoas (menos de 1%) conseguiram lucro médio diário acima de R$ 300.

Resumindo, das 19.696 pessoas que começaram a fazer day-trade em mini índice entre 2013 e 2015, 18.138 (92,1%) desistiram, umas mais cedo, outras mais tarde. Das 1.558 pessoas que passaram pelo período de aprendizado de um ano e continuaram a fazer day-trade, a grande maioria teve prejuízo e um número bem reduzido de pessoas obteve lucro médio diário acima de R$ 300.

“Desta forma, concluímos que a probabilidade de alguém começar a fazer day-trade e conseguir, após o período de aprendizado, uma renda média diária acima de R$ 300, é igual a 15 dividido por 19.696, ou 0,08%”, dizem os autores.

E no mercado de dólar?

As conclusões são semelhantes para os day-traders de mini contrato de dólar. Um total de 14.748 pessoas começaram a fazer day-trade em mini dólar em 2013, 2014 e 2015.

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Dessas, 13.617 (92,3%) desistiram, umas mais cedo, outras mais tarde. Das 1.131 pessoas que passaram pelo período de aprendizado de um ano e continuaram a fazer day-trade, a grande maioria teve prejuízo (83% se considerarmos o período todo, 84% se consideramos só os pregões a partir do 250º pregão) e um número bem reduzido de pessoas obteve lucro médio diário acima de R$ 300 (16 se considerarmos o período todo, 20 se consideramos só os pregoes a partir do 250º).

Assim, a probabilidade de alguém começar a fazer day-trade em mini dólar e conseguir, após o período de aprendizado, uma renda média diária acima de R$ 300, é de 0,13%. Considerando quem opera por mais de 300 pregões, a probabilidade é de 1,76%.

Os autores enfatizam que não são considerados possíveis custos de corretagem, cursos e tecnologia.

Piora com o tempo

Os autores também fizeram um estudo econométrico para testar a hipótese que os day-traders vão melhorando com sua persistência. Resultado:

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“Surpreendentemente, os dados mostram que, ao invés de irem melhorando com o tempo, os day-traders vão na verdade piorando com o tempo.”

Ou seja, o resultado esperado do pregão 100 é pior do que o do pregão 1 e melhor do que o do pregão 200.

“Uma possível explicação é que à medida que a perda acumulada do day-trader vai aumentando, ele vai tomando decisões cada vez mais equivocadas.”

O estudo também mostra quem são aqueles que mais persistem no day-trade. Os aposentados lideram a permanência enquanto os estudos são os que abandonam a prática mais cedo.

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E no mercado de ações?

O estudo "É possível viver de day-trading?" foi uma dica do professor da FGV Samy Dana, que falou dos "resultados assustadores" na sua conta no "Twitter".

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Enquanto buscava por esse estudo me deparei com outra publicação, igualmente interessante, de Bruno Giovannetti, sobre :“A baixa performance dos indivíduos no mercado de ações brasileiro”, apresentada em evento da CVM no fim do ano passado.

A pesquisa analisou o comportamento dos investidores individuais, que compram ações em pequenas e médias quantidades. A pesquisa foi dividida em dois blocos principais: buy-to-hold (compra e mantém) e day-traders.

O resultado: na média, os indivíduos que operam diretamente no mercado de ações tomaram más decisões e o retorno médio (lucro) foi quase sempre negativo. Quem lucrou, teve ganho médio aproximado de R$ 60,60, considerado quase insuficiente para pagar os custos de transação.

No grupo "compra e segura", a base de dados utilizada considerou transações individuais no Brasil de 1º de janeiro de 2012 a 16 de agosto de 2017. Um total de 903.617 pessoas diferentes compraram ou venderam ações nesse período. No grupo day-trade, houve o total de 182.794 diferentes pessoas realizando pelo menos um day-trade no período analisado.

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A conclusão final da pesquisa, apresentada no blog "Penso, logo investido?", da CVM, é que para o indivíduo médio o buy-and-hold tende a gerar perdas antes mesmo de se considerar os custos de transação, já o day-trade gera pequenos lucros, que, contudo, são dizimados pelos custos.

"Pode-se considerar que operar diretamente no mercado de ações pode gerar perdas e que simplesmente investir em um portfólio de ações bem diversificado é, em geral, uma ideia melhor."

A pesquisa destaca os vieses comportamentais que podem estar impedindo uma melhor performance. Entre eles estão a aversão à perda, excesso de confiança e atenção limitada. Esses vieses, sugere a pesquisa, geram erros comuns como: pouca diversificação do portfólio, compra de ações em evidencia na mídia e no mercado, preferência por ações que aparentam loteria e ilusão de preço nominal.

A íntegra do estudo "É possível viver de day-trading?" está disponível aqui.

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A apresentação sobre "A baixa performance dos indivíduos no mercado de ações brasileiro" está aqui e esse é o endereço do blog da CVM com os resultados da pesquisa.

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