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2019-04-04T14:00:47-03:00
Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.
O sonho da casa própria

Financiamento imobiliário cresce 32% em janeiro e atinge R$ 5,1 bilhões

De acordo com a Abecip, o volume de empréstimos também é o maior em quatro anos para o mês

27 de fevereiro de 2019
18:14 - atualizado às 14:00
Imóveis em São Paulo
No acumulado de 12 meses, os financiamentos totalizaram R$ 58,6 bilhões - Imagem: Shutterstock

Os financiamentos para a compra e a construção de imóveis atingiram R$ 5,1 bilhões em janeiro no País, montante 32,2% maior do que no mesmo mês do ano passado. Os dados consideram apenas as linhas bancárias com recursos das cadernetas de poupança.

O volume de empréstimos também é o maior em quatro anos para o mês de janeiro, de acordo com pesquisa divulgada pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

No acumulado de 12 meses, os financiamentos totalizaram R$ 58,6 bilhões, elevação de 33,6% em relação ao apurado no período precedente.

A pesquisa mostrou também que, em unidades, foram financiados 19,9 mil imóveis em janeiro, alta de 26% ante o mesmo mês do ano passado. No acumulado em 12 meses, foram financiados 232,5 mil imóveis, alta de 30,4% em relação aos 12 meses anteriores.

A Abecip projeta que os financiamentos com recursos originados nas cadernetas de poupança devem atingir R$ 69 bilhões em 2019, o que, se confirmado, representará uma alta de 20%. A perspectiva de crescimento está relacionada à expectativa de aceleração do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), queda gradual do desemprego, melhora da renda da população, bem como manutenção da taxa básica de juros (Selic) em patamares historicamente baixos.

Ranking

A Caixa Econômica Federal liderou o volume de empréstimos para a compra e construção de moradias em janeiro, com desembolsos de R$ 1,265 bilhão.

Em seguida vieram Bradesco (R$ 1,219 bilhão), Itaú Unibanco (R$ 1,005 bilhão), Santander (R$ 958 milhões) e Banco do Brasil (R$ 372 milhões).

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