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2019-05-30T11:25:07-03:00
Estadão Conteúdo
alívio no índice

IPA agropecuário cai 2,12% e IPA industrial sobe 1,43% no IGP-M de maio

Por estágios de produção, contribuíram para o alívio no índice os Bens Finais, que registraram ligeira alta de 0,01% este mês, de 1,25% em abril

30 de maio de 2019
11:25
Agropecuária
Imagem: shutterstock

O alívio no Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) entre abril e maio (de 0,92% para 0,45%) foi bastante influenciado pela queda dos produtos agropecuários no período, conforme a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) agropecuário registrou deflação de 2,12% contra alta de 0,45% no mês anterior. Já os itens industriais avançaram, de 1,28% para 1,43% em maio. O IPA, por sua vez, arrefeceu de 1,07% para 0,54%.

Por estágios de produção, contribuíram para o alívio no índice os Bens Finais, que registraram ligeira alta de 0,01% este mês, de 1,25% em abril. A principal influência para essa desaceleração partiu do subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de elevação de 0,97% para recuo de 7,77%, no mesmo período.

Na mesma direção, as Matérias-Primas Brutas arrefeceram de 1,57% para 0,67%, com os destaque de soja em grão (-0,34% para -3,42%), laranja (-4,33% para -15,31%) e mandioca (0,67% para -6,07%). Em sentido oposto, destacam-se os itens cana-de-açúcar (1,31% para 4,27%), minério de ferro (5,54% para 6,38%) e arroz em casca (-0,33% para 6,70%).

Já os Bens Intermediários avançaram entre abril e maio, de 0,47% para 0,95%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção,
cujo porcentual passou de 0,95% para 4,41%.

Principais influências individuais

Os itens que mais contribuíram individualmente para a desaceleração do IPA em maio foram milho em grão (-4,92% para -7,80%), feijão em grão (-12,36% para -14,32%) e tomate (36,35% para -27,56%), além de soja em grão e laranja.

Já as principais influências individuais de alta no IPA foram óleo diesel (0,19% para 5,92%), gasolina automotiva (apesar do alívio de 9,59% para 7,16%) e aves (mesmo com a desaceleração de 6,23% para 2,89%), além de minério de ferro e cana-de-açúcar.

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