Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Mais gostosuras que travessuras

Apesar do susto nesse dia das bruxas, o Ibovespa ainda fechou o mês com um ganho expressivo

Notícias quanto a um certo desânimo da China nas negociações com os EUA a longo prazo trouxeram apreensão aos mercados nesta quinta-feira. No entanto, o saldo do Ibovespa em outubro foi positivo, em meio à aprovação da reforma da Previdência no Senado e ao acerto preliminar entre americanos e chineses no início do mês

Victor Aguiar
Victor Aguiar
31 de outubro de 2019
10:39 - atualizado às 10:50
Abóbora dia das bruxas
Dia das bruxas - Imagem: Shutterstock

Quem esperava que o Ibovespa teria uma sessão festiva nesse dia das bruxas, apostando no bom humor dos agentes financeiros após o corte de 0,5 ponto na Selic, se deu mal: as bolsas globais passaram toda a sessão desta quinta-feira (31) no campo negativo. E tudo por causa da China, que aprontou uma travessura durante a manhã.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O índice brasileiro encerrou o pregão em baixa de 1,10%, aos 107.219,83 pontos — na mínima, chegou aos 106.355,82 pontos (-1,89%). O desempenho de hoje, no entanto, não foi suficiente para apagar os ganhos do mês: em outubro, o Ibovespa acumulou uma alta de 2,36%.

Afinal, por mais que o susto vindo do exterior tenha feito o coração dos mercados disparar hoje, o mês foi recheado de gostosuras para os agentes financeiros: nas últimas semanas, tivemos a aprovação definitiva da reforma da Previdência no Congresso, um alívio importante na guerra comercial e o já mencionado corte de juros.

Como resultado desse clima de comemoração que tomou conta da bolsa brasileira em outubro, o Ibovespa finalmente conseguiu atingir novos recordes de fechamento. Pouco a pouco, o índice foi buscando níveis inéditos: chegou aos 106 mil pontos, conquistou os 107 mil e, no dia 30, cravou 108.407,54 pontos, a nova máxima.

Assim, o susto de hoje apenas fez com que o Ibovespa realizasse parte dos lucros recentes, nada que ameaçasse a trajetória positiva vista ao longo do mês — fenômeno semelhante ao visto nas bolsas dos Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por lá, o Dow Jones encerrou o pregão de hoje em baixa de 0,52%, aos 27.046,23 pontos; o S&P 500 recuou 0,27%, aos 3.038,61 pontos; e o Nasdaq caiu 0,14%, aos 8.292,36 pontos — os três índices, no entanto, também acumularam um desempenho positivo em outubro.

Leia Também

E, assim como o Ibovespa, o Dow Jones e o S&P 500 chegaram a registrar novas máximas de encerramento ao longo do mês.

O susto de hoje também mexeu com o câmbio: o dólar à vista fechou em alta de 0,55%, a R$ 4,0092. No exterior, o dia foi de valorização da moeda americana em relação às divisas de países emergentes, como o peso mexicano, o rublo russo, o peso chileno e o rand sul-africano.

Mas a história foi a mesma nesse mercado: apesar da pressão vista hoje, o dólar terminou outubro com uma baixa acumulada de 3,51% — no fim de setembro, a divisa era negociada na faixa de R$ 4,15.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Buuu!

Toda a cautela vista nesta quinta-feira se deve a uma indicação nada favorável no front da guerra comercial entre Estados Unidos e China. De acordo com a Bloomberg, o governo de Pequim não está muito empolgado com as negociações com os americanos no longo prazo.

Citando fontes, a agência de notícias diz que os chineses estão abertos à conclusão da "primeira fase" de um acerto com os americanos, de modo a gerar algum alívio nas tensões entre as partes. No entanto, as autoridades do país estariam demonstrando preocupação quanto ao comportamento "instável" do presidente dos EUA, Donald Trump.

A Bloomberg ainda diz que a China não estaria disposta a ceder em alguns pontos mais nevrálgicos das tensões com Washington, como questões ligadas ao setor de tecnologia — o que inviabilizaria um progresso mais substancial nas negociações depois dessa "primeira fase".

"O mercado está bem pesado hoje, com as sinalizações de que um acordo de longo prazo entre Estados Unidos e China ainda é incerto. Isso acaba dando força a um movimento de realização de lucros nas bolsas", diz Luis Sales, analista da Guide Investimentos, lembrando que o Ibovespa e os índices americanos estavam perto das máximas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nem mesmo uma manifestação de Trump no Twitter foi capaz de acalmar os ânimos do mercado. Na rede social, o presidente americano disse que o acordo preliminar com a China está 60% pronto, e que o novo local para a assinatura dos termos será anunciado em breve.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostosuras

O susto com o posicionamento da China, no entanto, não tirou a alegria dos mercados financeiros ao longo de outubro. Tanto no cenário doméstico quanto no internacional, o noticiário diminuiu a aversão ao risco por parte dos investidores, dando ânimo às bolsas mundiais e tirando força do dólar.

Por aqui, destaque para a conclusão da tramitação da reforma da Previdência no Congresso. O projeto vinha enfrentando problemas para avançar no Senado, em meio aos constantes problemas de articulação do governo com os congressistas. No entanto, depois de algumas negociações, a proposta finalmente caminhou.

E, após algumas desidratações no Senado, pode-se dizer que a versão final da reforma da Previdência não ficou aquém do que era esperado pelos agentes financeiros. A economia estimada de cerca de R$ 800 bilhões em 10 anos foi considerada satisfatória pelo mercado — assim, mesmo com os atrasos, a percepção foi positiva.

Agora, com o capítulo da Previdência concluído, há a expectativa de que outras pautas econômicas defendidas pelo governo consigam progredir no Congresso, com destaque para as reformas tributária e administrativa, além dos projetos de privatizações e desestatizações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No exterior, Estados Unidos e China assumiram um clima "paz e amor" neste mês: os governos dos dois países avançaram nas negociações comerciais e anunciaram o fechamento da "primeira fase" de um acordo, a ser assinado em novembro.

Essa aproximação, somada ao tom menos agressivo assumido pelas potências desde então, contribuiu para acalmar os mercados e renovar as esperanças de que as tensões comerciais entre americanos e chineses podem não trazer impactos tão grandes assim ao crescimento econômico global.

Assim, por mais que, vez ou outra, alguma notícia mais turbulenta a respeito das negociações traga alguma apreensão aos investidores — situação vivida hoje —, o clima certamente ficou menos tenso no front da guerra comercial.

Por fim, os bancos centrais do mundo continuam dando estímulo às economias, de modo a impedir uma desaceleração da atividade e uma eventual recessão. Ontem, tanto o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) quanto o Copom cortaram juros em 0,25 ponto e 0,50 ponto, respectivamente, cumprindo o script que era esperado pelos agentes financeiros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Juros mais baixos tendem a impulsionar o mercado de ações, uma vez que a redução nas taxas tende a diminui os rendimentos dos investimentos em renda fixa. Assim, quem busca retornos mais expressivos precisa procurar outras alternativas, como a renda variável — e a bolsa é a opção natural para quem segue esse caminho.

Assombrações

Por aqui, a temporada de balanços continuou sendo repercutida pelos agentes financeiros — e as reações foram negativas.

Em primeiro plano, apareceram as ações do Bradesco: os papéis PN (BBDC4) caíram 4,09% e os ONs (BBDC3) recuaram 4,12%. Mais cedo, o banco reportou um lucro líquido de R$ 6,542 bilhões no terceiro trimestre, alta de 19,6% na base anual. A rentabilidade, no entanto, ficou em 20,2%, abaixo do índice obtido pelo Santander Brasil.

O mau desempenho dos papéis do Bradesco acaba contaminando todo o setor bancário: Itaú Unibanco PN (ITUB4) recuou 1,74%, Banco do Brasil ON (BBAS3) teve baixa de 2,57% e as units do Santander Brasil caíram 2,97%, o que puxou o Ibovespa para baixo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro ativo que se destacou na ponta negativa foi Vale ON (VALE3), com perdas de 2,86%. As ações foram impactadas pela notícia de que a mineradora acionou o protocolo de emergência Nível 1 da barragem Forquilha IV, em Ouro Preto (MG).

Além disso, a tensão no front Estados Unidos e China também mexeu com os papéis da empresa, já que os chineses são importantes consumidores de minério de ferro, e uma eventual desaceleração econômica do gigante asiático causaria uma redução da demanda pela commodity.

Juros em alta

Apesar do corte de 0,5 ponto na Selic, ao nível de 5% ao ano, as curvas de juros fecharam em alta nesta quinta-feira, acompanhando o tom de maior aversão ao risco que toma conta dos mercados globais.

Os DIs para janeiro de 2020 — que refletem as apostas do mercado para a Selic ao fim do ano — subiram de 4,72% para 4,76%, enquanto os para janeiro de 2021 foram de 4,34% para 4,49%. Na ponta longa, as curvas para janeiro de 2023 avançaram de 5,35% para 5,41%, enquanto as para janeiro de 2025 ficaram inalteradas em 6,03%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
HASTA LA VISTA, BABY

Nova carteira: 4 ações devem dar adeus ao Ibovespa em maio, segundo Itaú BBA, e IRB(Re) (IRBR3) é uma delas

25 de março de 2026 - 15:10

Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo

PARA IR ÀS COMPRAS

Renda passiva: Allos (ALOS3) anuncia pagamento de R$ 438 milhões em JCP e dividendos; veja datas e valores por ação

25 de março de 2026 - 11:02

Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito

SINAL VERDE PARA INVESTIR

Itaúsa (ITSA4): ‘presente’ de R$ 8,7 bilhões e outros dois gatilhos podem impulsionar a ação, diz Bradesco BBI; o que está em jogo?

23 de março de 2026 - 19:57

Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026

ENTENDA O MOVIMENTO

Maior alta do Ibovespa: por que as ações da MBRF (MBRF3) dispararam hoje e o que Trump tem a ver com isso

23 de março de 2026 - 17:44

Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa

VEJA DETALHES DO NEGÓCIO

Parceria bilionária entre Cyrela (CYRE3) e Helbor (HBOR3) anima mercado e agrada BTG, mas há um ‘porém’; veja qual e o que fazer com as ações

23 de março de 2026 - 14:36

Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado

5° MELHOR DIA DESDE 2021

Trégua na guerra dá fôlego ao Ibovespa, que salta mais de 3%, enquanto dólar cai a R$ 5,2407; apenas uma ação ficou no negativo

23 de março de 2026 - 12:13

Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda

OS DESTAQUES DA SEMANA

Após ‘cumprir profecia’, Eneva (ENEV3) lidera os ganhos do Ibovespa, enquanto Minerva (BEEF3) é ação com pior desempenho na semana

21 de março de 2026 - 16:00

Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim

CÂMBIO

Dólar: apesar a forte alta na sexta (20), moeda encerra a semana em queda, a R$ 5,3092; veja o que mexeu com o câmbio

21 de março de 2026 - 14:30

Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

SLC Agrícola (SLCE3) já deu o que tinha que dar? Bank of America eleva preço-alvo após rali em 2026; veja se vale a pena comprar

21 de março de 2026 - 12:00

Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA

JCP

Proventos na veia: Totvs (TOTS3) pagará R$ 104,2 milhões em juros sobre capital próprio; veja detalhes

21 de março de 2026 - 9:30

Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril

NO TOPO DO MUNDO

Ibovespa dispara e tem melhor desempenho do mundo em dólar — enquanto Merval, da Argentina, fica na lanterna global

19 de março de 2026 - 19:40

Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda

REAÇÃO AO BALANÇO

Grupo Mateus (GMAT3) desaba na bolsa: o que explica a queda de quase 17% em um dia e como ficam os papéis agora?

19 de março de 2026 - 18:01

O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional

HORA DE INVESTIR?

Lojas Renner (LREN3) pode subir até 50%: mesmo com ‘críticas’ dos investidores, XP cita 4 motivos para a varejista ser a favorita do setor

19 de março de 2026 - 14:31

XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo

OS PROBLEMAS DE SEMPRE

Hapvida (HAPV3) tem trimestre ainda pior do que a tragédia do 3T25, e futuro CEO reconhece frustração — mas traça plano para virar o jogo

19 de março de 2026 - 12:40

Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital

ALÉM DO SOL E DO VENTO

Oportunidade atômica: expansão da energia nuclear no mundo abre janela para o investidor brasileiro — e BTG diz por onde você pode começar

18 de março de 2026 - 18:15

Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento

COMMODITIES EM ALTA

Petróleo no topo: o ETF que já sobe quase 15% no ano e deixa o Ibovespa para trás

18 de março de 2026 - 14:29

Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período

TOUROS E URSOS #263

O ‘rali mais odiado’ e a escassez de ações: o que esperar do Ibovespa em meio à guerra e às eleições no segundo semestre

18 de março de 2026 - 13:48

Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã

AS PREFERIDAS

Com mudanças do governo no MCMV, essas duas construtoras devem se destacar, segundo BBI

18 de março de 2026 - 11:15

Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental

HORA DE ENCHER O CARRINHO

Queda dos papéis do Nubank (ROXO34) é música para os ouvidos do Itaú BBA: por que o banco recomenda investir nas ações do roxinho?

17 de março de 2026 - 19:51

Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda

HORA DE COMPRAR

Usiminas (USIM5) está prestes a deslanchar? UBS BB eleva recomendação e vê espaço para alta de quase 40%

17 de março de 2026 - 19:08

Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia