🔴 [NO AR] TOUROS E URSOS: QUEM BRILHOU DENTRO E FORA DA ECONOMIA EM 2025? – CONFIRA OS TOUROS DO ANO

Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

O fim da profecia

Ibovespa quebra a maldição de maio e fecha o mês com ganho acumulado de 0,7%

A melhoria no cenário político local impulsionou o Ibovespa nas últimas duas semanas e levou o índice ao campo positivo no acumulado de maio, quebrando a escrita dos últimos nove anos. O mercado acionário local, assim, foi na contramão das bolsas americanas, que tiveram um mês amplamente negativo, afetadas pela guerra comercial

Victor Aguiar
Victor Aguiar
31 de maio de 2019
10:36 - atualizado às 9:49
Homem vestido de "superman" observa chuva de dinheiro
Ibovespa teve alta de 0,7% no acumulado de maio - Imagem: Shutterstock

O Ibovespa iniciou o mês com um peso nos ombros. Uma velha superstição deixava os agentes financeiros ressabiados — e não sem razão. Afinal, o índice vinha de uma sequência de nove anos com desempenho negativo em maio, e esse histórico trazia uma boa dose de cautela às mesas de operações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Era o tal do "sell in May and go away" — algo como "venda em maio e vá embora", um chavão do mercado financeiro. Só que o quinto mês de 2019 quebrou essa escrita.

Depois de muita volatilidade nas últimas semanas, o Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira (31) em queda de 0,44%, aos 97.030,32 pontos. Mas, apesar dessa perda, o índice ainda fechou maio com ganho acumulado de 0,7% — o primeiro resultado positivo para o mês desde 2010.

A história do Ibovespa neste mês pode ser dividida em duas etapas. No primeiro tempo, o time do mercado local foi massacrado pela guerra comercial e pelas incertezas no front político. Mas, nos 45 minutos finais, houve uma virada: a despressurização de Brasília fez o índice ligar o turbo — e virar ao campo positivo em maio.

Mas, apesar da quebra da "maldição de maio", é importante ressaltar que o mês foi marcado por uma volatilidade intensa. Afinal, o índice oscilou entre os 89.408,93 pontos e os 97.992,31 pontos, considerando as mínimas e máximas intradiárias dos últimos 31 dias. É uma diferença de mais de 8 mil pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, essa história teve um desfecho feliz — mas só quem tem estômago forte conseguiu acompanhá-la do início ao fim.

Leia Também

Primeiro tempo: Aversão ao risco 7 x 1 Ibovespa

Uma onda de pessimismo varreu os mercados brasileiros na primeira metade do mês. E esse turbilhão teve dois vetores: um externo e um interno.

No exterior, a guerra comercial voltou aos holofotes. Estados Unidos e China, que pareciam próximos de fechar um acordo, entraram novamente em rota de colisão. Essa mudança de trajetória pegou os mercados globais desprevenidos e gerou uma espiral negativa.

A escalada nas tensões entre as potências começou quando o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou no início do mês que o país aumentaria as tarifas sobre produtos importados da China. O clima entre os governos azedou e qualquer possibilidade de acordo comercial foi para o abismo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde então, americanos e chineses vêm se estranhando e adotando uma retórica de ataque e contra-ataque: cada vez que um governo anuncia uma medida que afeta o rival, uma iniciativa de retaliação era imediatamente adotada pelo outro lado. E, nessa escalada, os mercados levaram um choque.

Como se não bastasse, o cenário doméstico também passou por um 'tsunami', usando as próprias palavras do presidente Jair Bolsonaro. Por aqui, a primeira metade de maio foi marcada por fortes divergências entre governo e Congresso, investigações envolvendo a família do presidente e muitos outros focos de tensão envolvendo as figuras centrais de Brasília.

Nesse contexto, o mercado adotou uma postura de pessimismo em relação ao futuro da tramitação da reforma da Previdência. Afinal, nesse ambiente conturbado, os agentes financeiros viam poucas chances de o texto não ser fortemente desidratado ou sofrer com atrasos em seu cronograma.

E o auge do pessimismo foi registrado em 17 de maio. O índice terminou esse pregão aos 89.992,73 pontos, o que, na ocasião, representava uma queda acumulada de 6,6% no mês. Mas aí...

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo tempo: Ibovespa Balboa

Como o famoso boxeador dos cinemas, o Ibovespa apanhou, apanhou e apanhou. Mas, quando tudo parecia perdido, o índice reagiu e conseguiu uma virada.

E essa virada possui estreita relação com o cenário político. Em Brasília, governo e Congresso começaram a aparar as arestas e mostrar uma maior sintonia. MPs de interesse da gestão Bolsonaro foram levadas à votação e declarações mais amenas começaram a tomar conta do noticiário.

Era o sinal que o mercado aguardava: a articulação política, antes tão problemática, começou a caminhar em passos largos. E o Ibovespa reagiu quase que imediatamente.

Na segunda metade de maio, o índice foi ganhando terreno sessão após sessão, acompanhando a despressurização do cenário político. E, nessa semana, esse movimento ganhou ainda mais força com a sinalização de que os Três Poderes assinarão um "pacto" para o crescimento econômico do país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com esse cenário bem menos turbulento em Brasília, o índice foi reagindo e ignorando o exterior ainda cheio de conflitos. E o resultado foi a quebra da maldição de maio.

E o dólar e os juros?

O dólar à vista terminou a sessão desta sexta-feira em forte queda de 1,33%, a R$ 3,9255 e, com isso, fechou o mês com leve alta acumulada de 0,11%. Mas, assim como o Ibovespa, a moeda americana também passou por um forte alívio nas últimas duas semanas.

Basta lembrar que, em 20 de maio, o dólar à vista aparecia na faixa de R$ 4,10, a maior cotação de 2019 — na máxima intradiária, chegou a bater os R$ 4,12. Mas as melhores perspectivas locais em relação à reforma da Previdência provocaram um desmonte massivo de posições.

Esse cenário também afetou as curvas de juros. Os DIs com vencimento em janeiro de 2021, por exemplo, fecharam a sessão de hoje em 6,49%, de 6,56% no ajuste de ontem. As curvas para janeiro de 2023 recuaram de 7,62% para 7,56%, e as com vencimento em janeiro de 2025 caíram de 8,19% para 8,16%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No caso dos juros, também cooperou para a despressurização a perspectiva de fraqueza da economia brasileira — o PIB do país recuou 0,2% no primeiro trimestre deste ano na comparação com os três últimos meses de 2018. Nesse cenário, cresce a expectativa de um eventual corte da Selic por parte do BC, como maneira de estimular a atividade econômica.

Banho de sangue no exterior

Notas de dólar num ritual macabro, com pregos espetados e velas acesas
A maldição continua valendo para as bolsas americanas (Imagem: Shutterstock) - Imagem: Shutterstock

Lá fora, os mercados não tiveram nenhum alívio. Pelo contrário: a guerra comercial piorou ainda mais na segunda metade de maio.

E isso porque o governo americano abriu mais um front de tensão na guerra comercial nesta sexta-feira, partindo para cima do México — a gestão Trump afirmou que irá aplicar uma tarifa de 5% sobre todas as importações mexicanas.

Essa medida trouxe mais uma dose de pessimismo aos mercados globais, já que reduz ainda mais as esperanças quanto ao fechamento de um acordo entre Estados Unidos e China. E, em meio às tensões comerciais, as bolsas americanas foram amplamente impactadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Dow Jones, por exemplo, fechou o pregão de hoje em queda de 1,41%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq tiveram perdas de 1,32% e 1,51%, respectivamente.

No mês, as perdas foram ainda mais volumosas. O Dow Jones fechou maio com baixa acumulada de 6,68%, enquanto o S&P recuou 6,57% e o Nasdaq teve queda de 7,93%.

Se o Ibovespa conseguiu quebrar a maldição de maio, o mesmo não pode ser dito das bolsas americanas. Lá fora, o "sell in May and go away" segue mais vivo que nunca.

E daqui para frente, como fica?

Para Vladimir Caramaschi, estrategista-chefe da Indosuez Wealth Management, é preciso ir com calma e não se deixar empolgar pela recente onda de recuperação dos mercados locais, uma vez que, embora os sinais sejam animadores, a reforma da Previdência ainda tem muitos obstáculos pela frente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele pondera que a apresentação do relatório da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara é um primeiro ponto de interesse a ser observado pelo mercado, uma vez que o documento irá gerar uma onda de reações por parte dos deputados.

"A partir daí, teremos uma ideia melhor sobre os ajustes que serão necessários para conseguir um bom apoio na comissão", diz Caramaschi. Mas, depois dessa etapa, outras fases mais complexas ainda devem ser enfrentadas — em especial, o plenário da Câmara.

O estrategista da Indosuez afirma que, nesse ponto, a base efetiva de apoio ao governo será colocada à prova, uma vez que, embora muitos deputados se declarem favoráveis à reforma, a votação no primeiro turno no plenário da Câmara pode trazer diversas turbulências, com a análise ponto a ponto do texto.

E, em meio a essas possíveis incertezas, a volatilidade pode voltar a contaminar os mercados. "Acho que ainda teremos muita dificuldade daqui para frente", diz Caramaschi. "Não dá para contar com o ovo da galinha".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sexta-feira de ajustes

Por aqui, o mercado continuou com a toada de otimismo em relação ao cenário local. Mas, no exterior, o dia foi tenso, em meio às ameaças dos Estados Unidos ao México — e esse clima de tensão lá fora gerou uma leve correção de posições no Ibovespa.

No âmbito corporativo, algumas empresas se destacaram nesta sexta-feira. Foi o caso do setor de frigoríficos, já que BRF e Marfrig surpreenderam o mercado na noite de ontem ao anunciarem que estão negociando a fusão de suas operações.

Os papéis ON da Marfrig (MRFG3) fecharam em alta de 0,74%, enquanto os ativos ON da BRF (BRFS3) caíram 4,52% — veja aqui o que os analistas acharam do anúncio. Quem também sentiu os efeitos do noticiário foi a JBS. Em meio à possibilidade de união de duas de suas principais concorrentes, ações ON da companhia (JBSS3) tiveram baixa de 1,84%.

As tensões no comércio global também derrubam as commodities: o minério de ferro caiu 2,19% na China e o petróleo teve mais um dia negativo, tanto o WTI (-5,69%) quanto o Brent (-5,57%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse contexto afetou as ações de empresas que são ligadas às commodities, caso das siderúrgicas CSN ON (CSNA3), em queda de 2,13%; Usiminas PNA (USIM5), com baixa de 1,56%; e Gerdau PN (GGBR4), com desvalorização de 0,57%.

Os papéis da Petrobras também ficaram no vermelho: os ativos PN da estatal (PETR4) caíram 2,29%, enquanto os ONs (PETR3) recuaram 2,15%.

Vale ON (VALE3), por sua vez, teve queda de 2,02%. Os papéis da mineradora também foram pressionados pelo minério de ferro, mas a noticia de que uma parte do paredão da mina de Gongo Soco, em Barão de Cocais (MG), deslizou e não afetou a barragem Sul Superior, ajudou a trazer algum alívio aos ativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

ÍNDICE RENOVADO

Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal

26 de dezembro de 2025 - 9:55

Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais

CENÁRIOS ALTERNATIVOS

3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley

25 de dezembro de 2025 - 14:00

O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar

TOUROS E URSOS #253

Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro

24 de dezembro de 2025 - 8:00

Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira

AINDA MAIS PRECIOSOS

Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?

22 de dezembro de 2025 - 12:48

No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%

BOMBOU NO SD

LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro

21 de dezembro de 2025 - 17:10

Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana

B DE BILHÃO

R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista

21 de dezembro de 2025 - 16:01

Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias

APÓS UMA DECISÃO JUDICIAL

Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana

21 de dezembro de 2025 - 11:30

O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo

DESTAQUES DA SEMANA

Maiores quedas e altas do Ibovespa na semana: com cenário eleitoral e Copom ‘jogando contra’, índice caiu 1,4%; confira os destaques

20 de dezembro de 2025 - 16:34

Com Copom firme e incertezas políticas no horizonte, investidores reduziram risco e pressionaram o Ibovespa; Brava (BRAV3) é maior alta, enquanto Direcional (DIRR3) lidera perdas

OS MAIORES DO ANO

Nem o ‘Pacman de FIIs’, nem o faminto TRXF11, o fundo imobiliário que mais cresceu em 2025 foi outro gigante do mercado; confira o ranking

19 de dezembro de 2025 - 14:28

Na pesquisa, que foi realizada com base em dados patrimoniais divulgados pelos FIIs, o fundo vencedor é um dos maiores nomes do segmento de papel

MEXENDO NO PORTFÓLIO

De olho na alavancagem, FIIs da TRX negociam venda de nove imóveis por R$ 672 milhões; confira os detalhes da operação

19 de dezembro de 2025 - 11:17

Segundo comunicado divulgado ao mercado, os ativos estão locados para grandes redes do varejo alimentar

MERCADOS

“Candidatura de Tarcísio não é projeto enterrado”: Ibovespa sobe e dólar fecha estável em R$ 5,5237

18 de dezembro de 2025 - 19:21

Declaração do presidente nacional do PP, e um dos líderes do Centrão, senador Ciro Nogueira (PI), ajuda a impulsionar os ganhos da bolsa brasileira nesta quinta-feira (18)

ENTREVISTA

‘Se eleição for à direita, é bolsa a 200 mil pontos para mais’, diz Felipe Miranda, CEO da Empiricus

18 de dezembro de 2025 - 19:00

CEO da Empiricus Research fala em podcast sobre suas perspectivas para a bolsa de valores e potenciais candidatos à presidência para eleições do próximo ano.

OTIMISMO NO RADAR

Onde estão as melhores oportunidades no mercado de FIIs em 2026? Gestores respondem

18 de dezembro de 2025 - 17:41

Segundo um levantamento do BTG Pactual com 41 gestoras de FIIs, a expectativa é que o próximo ano seja ainda melhor para o mercado imobiliário

PROVENTOS E MAIS PROVENTOS

Chuva de dividendos ainda não acabou: mais de R$ 50 bilhões ainda devem pingar na conta em 2025

18 de dezembro de 2025 - 16:30

Mesmo após uma enxurrada de proventos desde outubro, analistas veem espaço para novos anúncios e pagamentos relevantes na bolsa brasileira

ONDA DE PROVENTOS

Corrida contra o imposto: Guararapes (GUAR3) anuncia R$ 1,488 bilhão em dividendos e JCP com venda de Midway Mall

18 de dezembro de 2025 - 9:29

A companhia anunciou que os recursos para o pagamento vêm da venda de sua subsidiária Midway Shopping Center para a Capitânia Capital S.A por R$ 1,61 bilhão

HORA DE COMPRAR

Ação que triplicou na bolsa ainda tem mais para dar? Para o Itaú BBA, sim. Gatilho pode estar próximo

17 de dezembro de 2025 - 17:22

Alta de 200% no ano, sensibilidade aos juros e foco em rentabilidade colocam a Movida (MOVI3) no radar, como aposta agressiva para capturar o início do ciclo de cortes da Selic

TOUROS E URSOS #252

Flávio Bolsonaro presidente? Saiba por que o mercado acendeu o sinal amarelo para essa possibilidade

17 de dezembro de 2025 - 12:35

Rodrigo Glatt, sócio-fundador da GTI, falou no podcast Touros e Ursos desta semana sobre os temores dos agentes financeiros com a fragmentação da oposição frente à reeleição do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva

ESTRATÉGIA DO GESTOR

‘Flávio Day’ e eleições são só ruído; o que determina o rumo do Ibovespa em 2026 é o cenário global, diz estrategista do Itaú

16 de dezembro de 2025 - 15:07

Tendência global de queda do dólar favorece emergentes, e Brasil ainda deve contar com o bônus da queda na taxa de juros

RECUPERAÇÃO RÁPIDA

Susto com cenário eleitoral é prova cabal de que o Ibovespa está em “um claro bull market”, segundo o Santander

16 de dezembro de 2025 - 10:50

Segundo os analistas do banco, a recuperação de boa parte das perdas com a notícia sobre a possível candidatura do senador é sinal de que surpresas negativas não são o suficiente para afugentar investidores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar