🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Dólar abaixo de R$ 4,00

Ibovespa fecha em alta e chega a mais um recorde: o dos 108 mil pontos

O ambiente mais favorável no exterior, somado ao otimismo local, deu forças ao Ibovespa e fez o índice superar os 108 mil pontos pela primeira vez. O dólar caiu e rompeu o piso dos R$ 4,00

Victor Aguiar
Victor Aguiar
28 de outubro de 2019
10:41 - atualizado às 10:51
Touros bull market
Imagem: Shutterstock

O mercado está reunido numa festividade que pode parecer estranha para quem olha de fora: a corrida dos touros. Tomados pela adrenalina, os agentes financeiros saem num frenesi: o único jeito de não levar ser pisoteado é ir mais rápido que a manada. E, nesta segunda-feira (28), o Ibovespa e as bolsas americanas não deram sorte ao azar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vendo que os touros partiam para cima com tudo, as praças acionárias trataram de acelerar o passo: correram tanto que chegaram a novas máximas de fechamento. Por aqui, o Ibovespa cruzou a linha de chegada aos 108.187,06 pontos, em alta de 0,77% — é a primeira vez que supera os 108 mil pontos no encerramento do pregão.

Nos Estados Unidos, o S&P também chegou a um nível inédito: avançou 0,55%, aos 3.039,08 pontos. Os demais índices acionários americanos também avançaram, embora não tenham renovado suas máximas: o Dow Jones fechou em alta de 0,49%, enquanto o Nasdaq subiu 1,01%.

O mercado de câmbio também teve um dia de alívio generalizado, incluindo no Brasil: o dólar à vista fechou em queda de 0,38%, a R$ 3,9925 — é a primeira vez desde 15 de agosto que a moeda americana termina a sessão abaixo dos R$ 4,00.

Lá fora,  a segunda-feira foi marcada pela baixa do dólar em escala mundial, com os agentes financeiros mostrando-se mais propensos a assumir riscos: a divisa perdeu terreno tanto em relação às moedas fortes quanto as de países emergentes, como o peso mexicano, o peso chileno, o rand sul-africano e o rublo russo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E essa onda de alívio se deve, em grande parte, ao noticiário internacional. O resultado das eleições na Argentina, as novidades no Brexit — o processo de saída do Reino Unido da União Europeia — e a perspectiva mais otimista em relação à guera comercial entre EUA e China, em conjunto, deram sustentação aos ativos domésticos e globais.

Leia Também

Sem tensões lá fora

Na Argentina, a chapa de oposição encabeçada por Alberto Fernández e Cristina Kirchner venceu as eleições presidenciais, derrotando o atual chefe da Casa Rosada, Mauricio Macri. E, considerando as incertezas quanto às políticas econômicas a serem adotadas pelos vencedores, havia o temor quando a uma reação negativa dos mercados nesta segunda-feira.

No entanto, conforme destaca Vitor Beyruti, economista-chefe da Guide Investimentos, o resultado do pleito na Argentina já era amplamente aguardado pelos agentes financeiros, uma vez que, nas prévias de agosto, Fernández já havia obtido uma vantagem bastante expressiva.

"Na ocasião [das prévias eleitorais], o mercado argentino passou por uma queda muito forte, que até chegou a contaminar um pouco a gente", diz Beyruti. "As preliminares já indicavam que ele ia ganhar no primeiro turno, já estava precificado".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, sem maiores tensões em função da vitória da chapa de oposição na Argentina, o mercado se concentrou no noticiário referente ao Brexit e à guerra comercial entre EUA e China. E, em ambos os casos, os desdobramentos mais recentes contribuíram para diminuir a aversão ao risco no exterior.

No velho continente, a União Europeia aprovou o adiamento da data-limite para o Brexit, para 31 de janeiro de 2020. Pelo cronograma original, o processo de saída do Reino Unido deveria ser concluído até o dia 31 desse mês, mas o Parlamento britânico não chegou a um consenso para aprovar o acordo a tempo.

Com a extensão do prazo, diminuem os temores de um chamado hard Brexit — ou seja, uma separação sem acordo entre as partes, o que poderia trazer instabilidades econômicas e geopolíticas ao continente.

Por fim, as disputas entre americanos e chineses também parecem menos intensas nos últimos dias: há a expectativa de que as duas potências poderão assinar um acordo comercial em novembro — a relação entre Washington e Pequim, ao menos, não passou por novos picos de atrito nas últimas semanas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E no Brasil?

Por aqui, Beyruti também destaca que, em linhas gerais, o cenário é mais positivo, especialmente após a aprovação da reforma da Previdência pelo Congresso. "O quadro estrutural está bem melhor, a Previdência ainda promove algum otimismo e, daqui para frente, temos a cessão onerosa, com expectativa de uma boa entrada de recursos".

Nesse sentido, o economista da Guide ressalta que, por mais que o dia seja de enfraquecimento do dólar em escala global, o mercado de câmbio doméstico ganha um fôlego extra. Na mínima do dia, o dólar à vista chegou a cair 0,86%, a R$ 3,9734, o menor nível intradiário desde 13 de agosto, quando tocou os R$ 4,9460.

Quanto ao Ibovespa e à bolsa brasileira, Beyruti lembra que as decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e do Copom estão previstas para a próxima quarta-feira (30), e que a expectativa é que ambas as instituições promovam ajustes negativos em suas taxas.

"A perspectiva é de corte de 0,25 ponto nos juros americanos, o que seria a terceira redução seguida. Por aqui, o Copom deve ser mais agressivo, derrubando a Selic em mais 0,5 ponto", diz ele. E, dado que esse cenário de queda na taxa básica de juros no Brasil já está consolidado, os DIs mais curtos apenas oscilaram perto da estabilidade hoje.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As curvas com vencimento em janeiro de 2021 ficaram inalteradas em 4,39%, as para janeiro de 2023 recuaram de 5,41% para 5,37% e as com vencimento em janeiro de 2023 fecharam em baixa de 6,07% para 6,03%.

"Esse cenário de queda de juros no mundo acaba sendo benigno para os ativos de risco", diz Beyruti, afirmando ainda que a temporada de balanços corporativos pode mexer com o andamento do mercado acionário, dando forças ao Ibovespa e às bolsas americanas nos próximos dias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
EXPECTATIVA VERSUS REALIDADE

Onda de IPOs está voltando? Diretor do BR Partners (BRBI11) vê mercado ‘tentando acreditar’ na reabertura da janela

27 de fevereiro de 2026 - 13:12

Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez

DE VENDA PARA NEUTRO

BB Investimentos eleva recomendação da Copasa (CSMG3), mas alerta: alta na ação vem da expectativa pela privatização, não do desempenho operacional

27 de fevereiro de 2026 - 10:17

O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção é de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento do ação

ATENÇÃO, INVESTIDOR

A bolsa vai mudar de horário — confira o novo cronograma de negociação da B3 a partir de 9 de março

26 de fevereiro de 2026 - 14:01

Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior

'OPORTUNIDADE DOURADA'

Com potencial de alta de 23% em 2026, Aura Minerals (AURA33) é o pote de ouro da carteira do JP Morgan; entenda

25 de fevereiro de 2026 - 18:32

Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa

BTG SUMMIT 2026

‘Experimentem, vocês vão viciar’: mercado de ETFs pode chegar a R$ 1 trilhão no Brasil em alguns anos, dizem gestores

25 de fevereiro de 2026 - 17:46

Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos

CHEGA AOS 250 MIL?

Tem espaço para mais: Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos “logo logo”, diz Itaú BBA; veja previsão para Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

25 de fevereiro de 2026 - 17:03

No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo

VENCEDORA DA TEMPORADA?

A favorita entre os frigoríficos: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) ou MBRF (MBRF3)? BTG diz o que esperar do 4T25 e dá o veredito

25 de fevereiro de 2026 - 15:41

Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): ação cai 10% após 4T25, mas isso não significa que a empresa está no caminho errado. O que explica o movimento?

25 de fevereiro de 2026 - 14:38

Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante

BALANÇO 4T25

Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números

24 de fevereiro de 2026 - 18:54

A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora

ESFRIOU NA BOLSA

Ação da dona da Brastemp cai mais de 14%: o que derrubou os papéis da americana Whirlpool (WHR)?

24 de fevereiro de 2026 - 17:22

Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado

ESTRATÉGIA DO GESTOR

O Ibovespa ficou caro demais? Gestores se mostram cautelosos e passam longe de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4); saiba onde eles estão investindo

24 de fevereiro de 2026 - 14:32

Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro

MERCADOS HOJE

O Taco voltou: investidores ignoram tarifas de Trump — Ibovespa vai às máximas históricas e Nova York também avança

24 de fevereiro de 2026 - 13:49

Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados

DEU RUIM?

PicPay (PICS) desaba 18% desde o IPO: cilada ou oportunidade de compra? Citi dá o veredito

23 de fevereiro de 2026 - 18:12

Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis

SEM SINAL

Subiu no telhado? Acordo com a Claro fica travado e ação da Desktop (DESK3) chega a cair mais de 22%

23 de fevereiro de 2026 - 17:29

Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O capitão que mudou a rota do Bradesco (BBDC4), as novas tarifas de Trump e o que mais você precisa saber hoje

23 de fevereiro de 2026 - 8:32

Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente

DESCONTO E POTENCIAL DE ALTA

Dividend yield de 16%: por que este fundo imobiliário chamou a atenção do BTG

22 de fevereiro de 2026 - 17:37

Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa pega fogo com Trump e vai aos 190 mil pontos em novo recorde de fechamento; dólar bate mínima em quase 2 anos 

20 de fevereiro de 2026 - 19:09

O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%

LAJE CORPORATIVA NA CARTEIRA

Com dividendos turbinados no radar, fundo imobiliário Tellus Properties (TEPP11) entra na mira do BTG Pactual

20 de fevereiro de 2026 - 17:01

Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados

CHEGOU NO LIMITE?

Porto Seguro (PSSA3) já deu o que tinha que dar? BBI corta recomendação para as ações e mostra outras mais atrativas

20 de fevereiro de 2026 - 16:59

O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual

‘AGITOS’ DO MERCADO IMOBILIÁRIO

RBVA11 vende agência do Santander, Carrefour vende lojas, BLMG11 recompra cotas e MFII11 lança novo projeto: o que mexe com os FIIs hoje

20 de fevereiro de 2026 - 12:41

Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar