🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Chão molhado

Com uma semana escorregadia à frente, o Ibovespa desacelerou e fechou em leve baixa

Uma possível limitação dos fluxos de investimentos americanos para a China trouxe cautela aos mercados e fez o Ibovespa virar ao campo negativo

Victor Aguiar
Victor Aguiar
27 de setembro de 2019
10:32 - atualizado às 10:54
Cuidado piso molhado
Cuidado com os riscos à frenteImagem: T.H. Chia / Unsplash

Há duas maneiras de se interpretar o comportamento do Ibovespa nesta sexta-feira (27) — o principal índice da bolsa brasileira fechou em queda de 0,23%, aos 105.077,63 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • LANÇAMENTO: Pela primeira vez um curso completo de análise gráfica acessível para qualquer pessoa. Apenas 97 vagas no preço promocional. Veja agora

Por um lado, o patamar dos 105 mil pontos foi sustentado, apesar do ligeiro viés negativo — é apenas a quarta vez na história que o Ibovespa consegue terminar um pregão nesta faixa. Desde segunda-feira, o índice acumulou um ganho de 0,25%, marcando a quinta semana consecutiva de alta.

Mas, por outro, a bolsa brasileira chegou a operar no campo positivo durante a manhã — no melhor momento do dia, subiu 0,30%, aos 105.632,94 pontos. A virada ao terreno negativo ocorreu no início da tarde, quando notícias pouco animadoras no front da guerra comercial aumentaram a aversão ao risco no mundo.

Tanto o copo meio cheio quanto o meio vazio tem argumentos válidos. Os otimistas defendem que, apesar das instabilidades no exterior, a perspectiva de mais cortes de juros no Brasil — conforme sinalizado pelo BC tanto na ata da última reunião do Copom quanto no Relatório Trimestral de Inflação (RTI) — e a expectativa de reaquecimento na economia local dão suporte à bolsa.

Já os cautelosos mostram-se bastante inseguros quanto ao que pode acontecer nas disputas comerciais entre Estados Unidos e China e na tramitação da reforma da Previdência pelo Senado — a sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que daria sinal verde para que o texto fosse votado em plenário foi adiada para a semana que vem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, como ambos os lados tem seus pontos a serem considerados, o resultado foi misto: os otimistas mantém o Ibovespa em níveis elevados, mas os cautelosos impedem que o índice continue ganhando terreno, com medo dos eventuais problemas que podem surgir à frente.

Leia Também

Afinal, é bom lembrar que os mercados da China ficarão fechados na semana que vem, em função de um feriado local — fator que tende a diminuir a liquidez nas bolsas globais e trazer marasmo às negociações de commodities. Além disso, cresce a apreensão em relação às conversas no front da guerra comercial.

Por um lado, Pequim e Washington bateram o martelo e decidiram que a nova rodada formal de negociações começará em 10 de outubro — portanto, após o feriado chinês. Mas, por outro, uma notícia publicada nesta tarde pela Bloomberg foi determinante para azedar o humor das bolsas globais.

De acordo com a agência, a Casa Branca estaria avaliando mecanismos para limitar os fluxos de investimentos americanos para a China — um sinal de que a relação entre os dois países não está tão pacífica assim. Desta maneira, muitos agentes financeiros preferiram reduzir a exposição ao risco, com medo de eventuais desdobramentos negativos na próxima semana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como resultado, as bolsas americanas fecharam em queda nesta sexta-feira: o Dow Jones recuou 0,26%, o S&P 500 teve baixa de 0,53% e o Nasdaq caiu 1,13% — os três índices acumularam perdas na semana.

E, é claro: a abertura de um processo de impeachment contra o presidente americano, Donald Trump, contribui para trazer ainda mas instabilidade ao cenário internacional no longo prazo, considerando que os Estados Unidos estão no início de um ciclo eleitoral. Trata-se de mais um fator que diminui o conforto dos agentes financeiros.

E a Previdência?

As novas regras da aposentadoria, que pareciam um fator já superado pelos mercados, voltaram a trazer turbulência às negociações nesta semana. Analistas e operadores indicaram que, por mais que a aprovação da reforma da Previdência no Senado seja considerada como praticamente certa, os atrasos vistos nesta semana não são um bom sinal.

A tramitação pelo Senado era vista como uma etapa mais protocolar — a Câmara era vista como o capítulo mais crítico. No entanto, os recentes desentendimentos entre governo e Congresso parecem estar prejudicando a velocidade de discussão do projeto entre os senadores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Novamente: o mercado segue confiante quanto à aprovação do texto, sem grandes desidratações. Mas essas postergações acabam jogando para frente os próximos pontos da pauta econômica do governo, o que, ao fim do dia, também faz com que a retomada da economia local fique mais lenta.

Assim, os mercados estarão atentos às movimentações e Brasília na terça-feira (1), data em que a CCJ do Senado deve se reunir novamente para falar sobre a Previdência. Caso o texto consiga avançar, os mercados certamente ficarão mais aliviados; mas, caso as discussões emperrem novamente, o humor do Ibovespa deve azedar.

Dólar e juros de lado

O mercado de câmbio não foi diretamente afetado pela onda de aversão ao risco que atingiu as bolsas nesta sexta-fera. O dólar à vista não cedeu à cautela e fechou a sessão com leve recuo de 0,17%, a R$ 4,1552 — na semana, a divisa ficou praticamente estável, acumulando ligeira valorização de 0,04%.

No exterior, o tom foi de calmaria generalizada no mercado de moedas: o dólar ficou no zero a zero em relação às divisas fortes e apresentou oscilações tímidas na comparação com as de países emergentes — teve leve baixa em relação ao real, ao peso mexicano e ao peso chileno, e exibiu ganhos discretos ante o rublo russo e o rand sul-africano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse contexto de maior tranquilidade no dólar à vista fez com que as curvas de juros ficassem praticamente inalteradas nesta sexta-feira. Na ponta curta, por exemplo, os DIs com vencimento em 2021 recuaram de 4,97% para 4,96%.

No vértice mais longo, o viés também foi ligeiramente negativo: as curvas para janeiro de 2023 caíram de 6,09% para 6,06%, e as com vencimento em janeiro de 2025 foram de 6,69% para 6,66%.

Reviravolta nos céus

O setor aéreo foi o destaque do Ibovespa nesta sexta-feira, reagindo ao anúncio de que a Delta acertou a compra de 20% da Latam e que, consequentemente, irá encerrar sua parceria com a Gol, em que possui uma fatia de 9,4% — não está claro se a companhia americana irá se desfazer dessa participação.

Como resultado, as ações PN da Gol (GOLL4) caíram 6,51% e lideraram as perdas do Ibovespa, seguidas por Smiles ON (SMLS3), em baixa de 5,04%. Azul PN (AZUL4) recuou 0,50%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar