🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Queda rápida

O Ibovespa caiu e perdeu os 100 mil pontos pela primeira vez em mais de um mês

Numa sessão marcada pela tensão do mercado em relação à guerra comercial, o Ibovespa perdeu força na reta final do pregão e terminou abaixo do nível dos três dígitos

Victor Aguiar
Victor Aguiar
8 de outubro de 2019
10:30 - atualizado às 10:53
Torre parque de diversões
O Ibovespa continuou em queda e perdeu o nível dos 100 mil pontosImagem: Shutterstock

O Ibovespa passou os últimos 24 pregões acima dos 100 mil pontos. Mas, nesta terça-feira (8), essa sequência foi interrompida: ao registrar uma baixa de 0,59% na sessão de hoje, o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 99.981,40 pontos — o menor nível de encerramento desde 3 de setembro (99.680,83 pontos).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O desempenho do Ibovespa nesta terça-feira não foi tão ruim assim, já que, nos Estados Unidos, as bolsas tiveram perdas de mais de 1%. No entanto, o mercado acionário brasileiro tem um início de mês bastante negativo, amargado uma queda súbita de 4,55% apenas em outubro — em 30 de setembro, o índice estava na faixa de 104 mil pontos.

E, por mais que fatores internos tenham influenciado essa derrocada, especialmente os atrasos e enfraquecimentos da reforma da Previdência no Senado, boa parte desse movimento descendente se deve ao exterior. Lá fora, os sinais de desaquecimento da economia global, somados à instabilidade na guerra comercial entre EUA e China, desencadearam uma onda de aversão ao risco.

E, hoje, não foi diferente: às vésperas do encontro entre autoridades de alto escalão de Washington e Pequim, numa nova rodada formal de negociações entre os países, o noticiário referente ao estado das relações entre americanos e chineses deu as cartas para os mercados globais.

O único detalhe: desde ontem, as notícias não têm sido exatamente animadoras, trazendo volatilidade às operações e inspirando cautela aos agentes financeiros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta terça-feira, novos ruídos no front das negociações acabaram trazendo pessimismo aos mercados. Ontem, o governo americano colocou 28 empresas chinesas do setor de tecnologia numa "lista negra", alegando que tais companhias estariam usando serviços de reconhecimento facial para ajudar o governo do país asiático a oprimir minorias muçulmanas na região de Xinjiang.

Leia Também

E, de acordo com a Bloomberg, autoridades de Pequim estariam considerando a possibilidade de retaliar a medida — o que fez as bolsas de Nova York reagirem negativamente nesta terça-feira. Após passarem o dia todo no vermelho, o Dow Jones (-1,19%), o S&P 500 (-1,56%) e o Nasdaq (-1,67%) fechara em queda firme.

"É claro que, às vésperas da negociação, cutucar o oponente é negativo", pondera um operador. E, neste fim de tarde, um novo desdobramento trouxe ainda mais cautela às negociações: o governo americano impôs restrições de visto a alguns oficiais que estariam envolvidos com abusos às minorias muçulmanas no norte do país.

Essa última camada de pessimismo acabou fazendo com que o Ibovespa cedesse de vez à aversão global ao risco: o índice brasileiro até tentou se sustentar no campo positivo — na máxima, subiu 0,72%, aos 101.296,28 pontos —, mas não conseguiu resistir às baixas intensas dos mercados de Nova York, virando para queda e perdendo os 100 mil pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse cenário, as declarações do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Jerome Powell, foram pouco repercutidas pelos agentes financeiros — ele voltou a sinalizar que a instituição vai agir para sustentar a expansão da economia, acenando com a compra e títulos do Tesouro e outras medidas para garantir a liquidez.

Preocupações domésticas

Por aqui, o noticiário político continuou sendo acompanhado de perto pelos agentes financeiros, que aguardavam eventuais avanços nas negociações no Congresso a respeito da partilha dos recursos do leilão do pré-sal — fator considerado fundamental para destravar a pauta e permitir o avanço da tramitação da reforma da Previdência.

Mas a falta de avanços mais concretos na resolução desse imbróglio acabou deixando os mercados locais mais cautelosos, sem mostrar grande disposição para assumir riscos desnecessários. Assim, por mais que o Ibovespa já tivesse recuado quase 2% ontem, as incertezas domésticas e externas continuaram pressionando o índice.

Dólar em baixa

O dólar à vista teve uma sessão mais tranquila: a moeda americana fechou em queda de 0,31%, a R$ 4,0916, destoando do mercado de câmbio no exterior — na mínima, chegou a cair a R$ 4,0741 (-0,74%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Lá fora, o dólar ganhou terreno em escala global, tanto em relação às divisas fortes quanto as de países emergentes, como o peso mexicano, o rublo russo, o peso chileno e o rand sul-africano. Vale lembrar, no entanto, que o dólar à vista subiu mais de 1% na sessão de ontem, o que abriu espaço para um movimento de alívio hoje.

Esse tom mais calmo do dólar acabou contagiando as curvas de juros, que fecharam em baixa nesta terça-feira. Na ponta curta, os DIs para janeiro de 2021 caíram de 4,87% para 4,82%; na longa, as curvas com vencimento em janeiro de 2023 recuaram de 6,02% para 5,97%, e as para janeiro de 2025 foram de 6,64% para 6,61%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa supera medo da guerra entre EUA e Irã e fecha em alta; petroleiras dominam o pregão

2 de março de 2026 - 8:56

Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu

SOBE E DESCE

Raízen (RAIZ4) desaba quase 40% e vira a pior ação do Ibovespa em fevereiro; MRV (MRVE3) dispara no mês

28 de fevereiro de 2026 - 15:01

Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques

SOB TENSÃO

Petróleo a US$ 100? O que a escalada das tensões no Oriente Médio significa para o mercado — e para a Petrobras (PETR4)

28 de fevereiro de 2026 - 13:21

Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras

DEU RUIM?

Ação da Cosan (CSAN3) cai 5% após Fitch rebaixar a empresa com perspectiva negativa

27 de fevereiro de 2026 - 18:24

A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)

BALANÇO DESAPONTOU?

Ex-Eletrobras, Axia (AXIA3) cai no Ibovespa apesar de ter dobrado o lucro líquido ajustado no 4T25: o que desanimou o mercado?

27 de fevereiro de 2026 - 15:01

Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)

VEJA O QUE FALTA ATÉ LÁ

O maior IPO reverso da história da B3: quando a Bradsaúde vai começar a ser negociada na bolsa?

27 de fevereiro de 2026 - 13:55

Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM

EXPECTATIVA VERSUS REALIDADE

Onda de IPOs está voltando? Diretor do BR Partners (BRBI11) vê mercado ‘tentando acreditar’ na reabertura da janela

27 de fevereiro de 2026 - 13:12

Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez

DE VENDA PARA NEUTRO

BB Investimentos eleva recomendação da Copasa (CSMG3), mas alerta: alta na ação vem da expectativa pela privatização, não do desempenho operacional

27 de fevereiro de 2026 - 10:17

O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento

ATENÇÃO, INVESTIDOR

A bolsa vai mudar de horário — confira o novo cronograma de negociação da B3 a partir de 9 de março

26 de fevereiro de 2026 - 14:01

Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior

'OPORTUNIDADE DOURADA'

Com potencial de alta de 23% em 2026, Aura Minerals (AURA33) é o pote de ouro da carteira do JP Morgan; entenda

25 de fevereiro de 2026 - 18:32

Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa

BTG SUMMIT 2026

‘Experimentem, vocês vão viciar’: mercado de ETFs pode chegar a R$ 1 trilhão no Brasil em alguns anos, dizem gestores

25 de fevereiro de 2026 - 17:46

Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos

CHEGA AOS 250 MIL?

Tem espaço para mais: Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos “logo logo”, diz Itaú BBA; veja previsão para Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

25 de fevereiro de 2026 - 17:03

No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo

VENCEDORA DA TEMPORADA?

A favorita entre os frigoríficos: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) ou MBRF (MBRF3)? BTG diz o que esperar do 4T25 e dá o veredito

25 de fevereiro de 2026 - 15:41

Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): ação cai 10% após 4T25, mas isso não significa que a empresa está no caminho errado. O que explica o movimento?

25 de fevereiro de 2026 - 14:38

Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante

BALANÇO 4T25

Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números

24 de fevereiro de 2026 - 18:54

A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora

ESFRIOU NA BOLSA

Ação da dona da Brastemp cai mais de 14%: o que derrubou os papéis da americana Whirlpool (WHR)?

24 de fevereiro de 2026 - 17:22

Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado

ESTRATÉGIA DO GESTOR

O Ibovespa ficou caro demais? Gestores se mostram cautelosos e passam longe de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4); saiba onde eles estão investindo

24 de fevereiro de 2026 - 14:32

Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro

MERCADOS HOJE

O Taco voltou: investidores ignoram tarifas de Trump — Ibovespa vai às máximas históricas e Nova York também avança

24 de fevereiro de 2026 - 13:49

Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados

DEU RUIM?

PicPay (PICS) desaba 18% desde o IPO: cilada ou oportunidade de compra? Citi dá o veredito

23 de fevereiro de 2026 - 18:12

Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis

SEM SINAL

Subiu no telhado? Acordo com a Claro fica travado e ação da Desktop (DESK3) chega a cair mais de 22%

23 de fevereiro de 2026 - 17:29

Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar