🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Exterior em foco

Dólar cai a R$ 3,85 com expectativa de corte de juros nos EUA; Ibovespa sobe

O dólar à vista fechou em queda nesta terça-feira (4), de olho nas movimentações do BC americano. O Ibovespa terminou em leve alta, sustentando o nível dos 97 mil pontos

Victor Aguiar
Victor Aguiar
4 de junho de 2019
10:37 - atualizado às 9:49
Selo marca a cobertura de mercados do Seu Dinheiro para o fechamento da Bolsa
Dólar à vista segue em queda e chegou a tocar os R$ 3,85 na mínima - Imagem: Seu Dinheiro

Os EUA dominaram as atenções dos mercados nesta terça-feira (4). Mas, dessa vez, o noticiário não tem relação direta com a guerra comercial. A disputa com a China deu lugar aos debates a respeito da política monetária do país — e os agentes financeiros mostraram empolgação com os sinais emitidos pelo Federal Reserve (Fed).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E isso porque uma fala do presidente da instituição, Jerome Powell, foi interpretada como um indício de que o Banco Central americano está aberto a promover cortes de juros num futuro próximo. As declarações soaram como música para os ouvidos dos mercados: as bolsas americanas subiram forte e o dólar caiu em escala global.

Esse ambiente no exterior resultou em um novo alívio no mercado de câmbio brasileiro: por aqui, o dólar à vista fechou em queda de 0,8%, a R$ 3,8568. É a menor cotação de encerramento para a moeda americana desde 11 de abril, quando terminou a R$ 3,8564.

Já o Ibovespa teve um dia de instabilidade, passando boa parte do pregão oscilando entre os campos positivo e negativo. Ao fim do pregão, o principal índice da bolsa brasileira teve alta de 0,37%, aos 97.380,28 pontos — desempenho bastante aquém do visto nos mercados acionários de Nova York.

Analistas e operadores destacam que o Ibovespa ganhou bastante terreno nas últimas semanas e, assim, conta com espaço limitado para continuar avançando. Uma nova onda de ganhos deve ser destravada apenas com a evolução na tramitação da reforma da Previdência — e, por enquanto, não há maiores novidades no front político local.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fed no holofote

No exterior, declarações de Powell num evento em Chicago deram o tom às negociações nesta terça-feira. O presidente do Fed disse que a instituição vai agir "de maneira apropriada" para sustentar a expansão econômica, ressaltando que leva a sério o risco representado pela inflação abaixo da meta.

Leia Também

Os mercados interpretaram a fala do dirigente como um sinal de que novos cortes de juros nos Estados Unidos estão a caminho — ontem, o presidente do Fed de St. Louis, James Bullard, já havia assumido um tom semelhante. E essa leitura abriu espaço para uma correção nos ativos americanos.

"Há um choque, que é a guerra comercial. Se ele é transitório ou permanente, ainda não se sabe — mas, se for duradouro, o Fed obviamente vai atuar", analisa Victor Cândido, economista-chefe da Guide Investimentos. "A fala está em linha com o que o mercado esperava, e, com isso, um corte de juros já começa a ser incorporado às expectativas".

Cândido ainda destaca que os dados mais recentes da economia americana mostram que o país já começa a sentir os efeitos da disputa comercial com a China — o que eleva a pressão sobre o Fed quanto a um ajuste na política monetária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta manhã, foi divulgado o índice das condições empresariais da região de Nova York, mostrando um recuo de 77,3 pontos em abril para 48,6 pontos em maio, atingindo o menor nível em dois anos — leituras abaixo dos 50 pontos indicam desaceleração da atividade empresarial.

Nesse cenário de expectativa crescente por um corte de juros por parte do Fed, o dólar perdeu força em termos globais. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana ante uma cesta com as principais divisas do mundo, abriu a sessão de hoje em alta, mas virou ao campo negativo.

O dólar também cedeu terreno ante a maior parte das divisas de países emergentes, como o peso mexicano, rublo russo, peso colombiano e peso chileno, entre outras — e esse contexto acabou ajudando o real.

As bolsas de Nova York também reagiram à fala de Powell e ligaram o turbo, animadas com a perspectiva de estímulo pela autoridade monetária. O Dow Jones fechou em alta de 2,06%, o S&P 500 teve ganho de 2,14% e o Nasdaq avançou 2,65%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar que os mercados acionários americanos passaram por uma onda negativa nas últimas semanas, em meio às tensões relacionadas à guerra comercial. O Ibovespa, por outro lado, foi na contramão desse movimento, impulsionado pelas perspectivas positivas em relação à reforma da Previdência.

Assim, os índices de Nova York tiveram espaço para engatar um movimento de recuperação mais ampla nesta terça-feira, enquanto o Ibovespa apresentou ganhos tímidos, aguardando novidades no front doméstico.

Movimentações em Brasília

Internamente, os agentes financeiros continuaram de olho nos desdobramentos do cenário político — e o noticiário recente não diminui o otimismo dos mercados, mas também não é suficiente para dar mais fôlego à bolsa.

Ontem, o Senado aprovou a MP antifraudes no INSS, uma pauta defendida pelo governo e que perderia a validade caso não fosse apreciada nesta segunda-feira. Com o andamento dessa MP, cresce a percepção de que o relacionamento entre governo e Congresso está mais alinhado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E a fala de Guedes nesta tarde, afirmando que o país estaria numa "crise enorme" caso o Congresso não discutisse as regras da aposentadoria agora, contribuiu para aumentar a percepção de que a pauta econômica é prioridade para o governo.

Mas, apesar do discurso alinhado em Brasília, o mercado aguarda pelos próximos capítulos da tramitação da reforma antes de assumir uma postura mais compradora.

BC em destaque

Por aqui, a política monetária também foi acompanhada de perto pelos mercados. Mas, ao contrário do Fed, o Banco Central (BC) sinalizou que não pretende cortar a taxa básica de juros no curto prazo.

Em entrevista ao Valor Econômico, o presidente da instituição, Roberto Campos Neto, voltou a afirmar que não troca crescimento de curto prazo por aumento da inflação no futuro, acenando para a estabilidade da Selic na reunião deste mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, apesar do tom assumido por Campos Neto, o mercado continuou apostando num corte de juros num futuro próximo — o que fica bem claro pelo comportamento das curvas de juros nos últimos dias, em forte ajuste negativo.

Esse movimento dos DIs teve continuidade hoje, auxiliado pelo alívio no dólar. Na ponta curta, os DIs para janeiro de 2021 caíram de 6,44% para 6,38%; na longa, as curvas com vencimento em janeiro de 2023 recuaram de 7,41% para 7,30%, e as para janeiro de 2025 foram de 7,99% para 7,84%.

Jogando a toalha

A LyondellBasell desistiu oficialmente de comprar a fatia da Braskem que pertence à Odebrecht. A decisão caiu como um balde de água fria para os mercados — e as ações da petroquímica foram punidas nesta terça-feira.

No mesmo horário, os papéis PNA da Braskem (BRKM5) desabaram 17,11% e lideravam as perdas do Ibovespa. Em meio à desistência da LyondellBasell, a empresa brasileira disse apenas que seguirá em busca de oportunidades que tenham potencial para agregar valor à companhia e seus acionistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Saneamento em destaque

Ações de empresas do setor de saneamento, por outro lado, tiveram um dia bastante positivo na bolsa. Foi o caso dos papéis ON da Sabesp (SBSP3), que subiram 10,96% e lideraram os ganhos do Ibovespa; fora do índice, as ações ON da Copasa (CSMG3) avançaram 7,10%, enquanto as units da Sanepar (SAPR11) tiveram alta de 4,02%.

A reação se deve às movimentações em Brasília em prol do setor. Ontem, um projeto de lei que retoma a MP do saneamento foi aprovado com urgência pelo Senado — o texto já foi aprovado pela comissão de infraestrutura e pode ser votado ainda hoje pelo plenário da casa.

Magalu na dianteira

A disputa entre Magazine Luiza e Centauro pela compra da Netshoes ganhou um novo capítulo. O conselho de administração da empresa de comércio eletrônico de artigos esportivos convocou, para o dia 14, uma nova assembleia de acionistas para decidir sobre a venda da companhia.

A administração da Netshoes, contudo, recomenda aos acionistas que aceitem a proposta do Magazine Luiza, de US$ 3,00 por ação, em detrimento da oferta de US$ 3,50 da Centauro. O motivo é simples: em meio à situação financeira delicada da empresa, o cronograma para conclusão da venda é fundamental — e uma eventual operação com o Magalu já foi aprovada pelo Cade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse contexto, os papéis ON do Magazine Luiza (MGLU3) caíram 0,11% — fora do Ibovespa, as ações ON da Centauro (CNTO3) recuaram 2,19%. Em Nova York, os ativos da Netshoes (NETS) tiveram forte queda de 12,77%, a US$ 3,21

Barreira rompida

As ações ON da Via Varejo (VVAR3) abriram em alta e chegaram a bater os R$ 5,22 na máxima (+5,24%), com o mercado reagindo bem à exclusão da chamada "poison pill" do estatuto social da companhia. Mas esse movimento não teve fôlego para aguentar até o fechamento do pregão.

Ao longo da tarde, os papéis da Via Varejo foram perdendo força, fechando em queda de 2,02%, a R$ 4,86. Com isso, as ações da dona das Casas Bahia e do Ponto Frio seguem sem terminar um pregão acima dos R$ 5,00 desde 20 de fevereiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
GIGANTE DO E-COMMERCE NO JOGO

Após novela com os Correios, fundo imobiliário TRBL11 dispara 12% com a locação de galpão logístico para a Shopee

19 de fevereiro de 2026 - 18:30

O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%

MAIS DILUIÇÃO

Azul (AZUL53): depois de emitir mais 45 trilhões de ações para sair da RJ o quanto antes, aérea desaba 50% na bolsa; entenda

19 de fevereiro de 2026 - 17:53

Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição

SUSTENTABILIDADE NA BOLSA

Investimento em ESG: C&A (CEAB3) e Allos (ALOS3) entram nas ações sustentáveis recomendadas pelo BTG em fevereiro

19 de fevereiro de 2026 - 15:40

As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)

O GRUPAMENTO ESTÁ VALENDO

Simpar (SIMH3) corta pela metade ações em circulação e amplia teto para novas emissões; veja o que muda para o acionista

18 de fevereiro de 2026 - 15:21

A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado

PORTFÓLIO EM EXPANSÃO

TRXF11 adiciona mais um galpão logístico ao carrinho, que será ocupado por gigante do e-commerce

18 de fevereiro de 2026 - 11:06

Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados

VOLATILIDADE NOS MERCADOS

De ressaca? O que esperar dos papéis da Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3) hoje, depois de perderem valor em Wall Street no feriado

18 de fevereiro de 2026 - 10:48

ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas

SD ENTREVISTA

O gringo quer Brasil, mas começa pelo Ibovespa. A vez das small caps ainda deve chegar, mas não para todas; veja 10 ações para comprar

18 de fevereiro de 2026 - 6:10

Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso

MERCADO DÁ ADEUS À FOLIA

Xô ressaca! O ajuste de contas entre o confete e a bolsa brasileira depois dos ganhos tímidos de Nova York

17 de fevereiro de 2026 - 18:24

Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.

ALTA TENSÃO

Todo mundo de olho na Petrobras (PETR4): petróleo fecha em queda com sinal de acordo entre Irã e EUA

17 de fevereiro de 2026 - 16:52

Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz

ALAVANCAGEM OCULTA

Ouro cai quase 3% em um dia com onda geopolítica mais calma. Mas só isso explica a baixa recente do metal precioso?

17 de fevereiro de 2026 - 16:27

Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações

APOSTA MANTIDA

Portfólio robusto e dividendos previsíveis: este fundo imobiliário segue como compra para a XP

17 de fevereiro de 2026 - 13:07

Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora

QUEM TEM MEDO DA IA

Como uma ex-fabricante de máquinas de karaokê derrubou o valor de empresas de transporte e logística em todo o mundo

17 de fevereiro de 2026 - 11:32

Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística

INOVAÇÕES

Novos lançamentos, mercado internacional: o que esperar do mercado de ETFs para este ano

16 de fevereiro de 2026 - 11:15

Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável

CLIMA DE FOLIA?

Vai ter pregão na bolsa hoje? Veja o que funciona — e o que não — na B3 nesta semana de Carnaval

16 de fevereiro de 2026 - 9:52

Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações

FORA DO ÓBVIO

Energia nuclear, games, bilionários: conheça os ETFs mais curiosos da bolsa brasileira e veja como investir nessas tendências

16 de fevereiro de 2026 - 6:06

Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo

FUNDOS IMOBILIÁRIOS

FIIs disparam no início de 2026 e retornos chegam a 13% — fundos de papel se destacam entre os campeões

15 de fevereiro de 2026 - 13:05

Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX

JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) pagará R$ 325 milhões em proventos aos acionistas; veja quem recebe

13 de fevereiro de 2026 - 13:11

Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio

IMPULSO INTERNO E EXTERNO

Usiminas (USIM5) reverte prejuízo no 4T25, mas ação está entre as maiores altas do Ibovespa também por outro motivo

13 de fevereiro de 2026 - 12:41

Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Dólar cai a R$ 5,18 e volta a fechar no menor nível em quase 2 anos; na bolsa, o dia foi de recordes

11 de fevereiro de 2026 - 18:50

A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.

CEO CONFERENCE 2026

“Upsides pornográficos”: derrota de Lula nas eleições pode fazer a bolsa deslanchar, diz André Lion, da Ibiuna

11 de fevereiro de 2026 - 13:32

Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar