Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Eduardo Campos

Eduardo Campos

Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.

entrevista exclusiva

A bolsa está barata e é o melhor ativo no longo prazo, diz gestor da Moat Capital

Mercado de ações não precifica nada de crescimento econômico e gestora discorda disso. Para Moat, Brasil pode ter um ciclo inédito, de muitos e muitos anos de crescimento

Eduardo Campos
Eduardo Campos
6 de junho de 2019
5:18 - atualizado às 11:03
Moat Capital
"Bolsa é um dos ativos mais baratos que tem", diz Cassio Bruno, da Moat Capital - Imagem: Arquivo Pessoal

Criada em 2015, a Moat Capital já soma R$ 2 bilhões sob gestão calcada na cultura de investimento e histórico de resultados, mesmo em anos difíceis para o mercado, de seus principais sócios Cassio Bruno e Luiz Paulo Aranha, que atuam nessa indústria desde o começo dos anos 2000.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O carro chefe da casa é o fundo de ações Moat Capital FIC FIA que acumula 34% de alta em 12 meses, e é justamente nesse mercado que a casa enxerga as maiores possibilidades de valorização.

“O mercado está descrente que o Brasil vá crescer. Discordamos disso. A bolsa é o melhor ativo no longo prazo”, diz Cassio Bruno.

Bruno apresenta a Moat como sendo uma gestora muito técnica e bastante fundamentalista na análise das empresas investidas, as quais têm de reunir assimetria de preço e parâmetros de liquidez definidos pelo comitê que se reúne às segundas-feiras para revisar cenários e carteiras de investimento.

Além do fundo de ações, que tem cerca de R$ 1,7 bilhão, a casa também conta um "equity hedge" que privilegia estratégias long/short.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mais recentemente, lançou o Moat Capital Long Biased, que soma a estratégia direcional do fundo de ações, mas com mais liberdade para seguir os ciclos percebidos pelos gestores, além de long/shorts. A ideia do produto é dar ao investidor a exposição em bolsa, mas com menor correlação e volatilidade.

Leia Também

Vou apresentar nos parágrafos que seguem os motivos que levam a Moat a acreditar que o Brasil pode experimentar um ciclo inédito, de muitos e muitos anos de crescimento, que ainda não está se refletindo no preço dos ativos.

Depois falaremos de algumas empresas que caíram no gosto da gestora e como uma Selic meio ponto percentual para mais ou para menos não influi em nada nesse cenário.

Sai o Estado...

O ciclo que se desenha tem íntima relação com o Estado, seu tamanho e com as nossas escolhas de política. Bruno explica que desde 1988, o Estado foi ampliando seu tamanho e quanto maior ficava, empurrava o setor privado para duas situações: ou para fora da atividade econômica ou para se tornar dependente do setor público.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É o chamado crowding out, que também aparece nos discursos do ministro Paulo Guedes e do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Esse processo se acelerou em 2008, como resposta à crise internacional, e depois virou uma política de governo, atingindo seu ápice com Dilma Rousseff.

Quanto maior o crowding out, maior a carga tributária necessária para financiar o Estado e seus projetos por todas as áreas. Também é maior a taxa de juro necessária para fazer a política monetária funcionar, já que o crédito direcionado, que é ditado pelo Estado, passa a representar a maior fatia do mercado.

Nesse quadro, a melhor coisa que sobrou para o setor privado fazer foi financiar o próprio governo, que paga juro alto e apresenta risco de calote relativamente baixo. Só que existe uma limitação (desacreditada por muitos hoje em dia) no lado fiscal. Quando a restrição aparece, o governo não consegue manter seu ritmo de expansão e temos uma nova crise.

Entra o privado

“Acreditamos que vamos passar pelo processo oposto”, resume Bruno.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O oposto é o chamado crowding in, pelo qual veremos um retorno no setor privado e um encolhimento do setor público na atividade econômica.

Há um componente social importante aí, diz Bruno, pois após os massivos escândalos de corrupção, a sociedade começa a entender que as empresas públicas têm maior propensão à corrupção e começa a aceitar mais o modelo liberal.

Também tivemos um presidente, Michel Temer, que parece ter entendido o processo de crowding in/out e começa um processo de reformas. A mais importante delas, nesse sentido, é o teto de gastos, que finalmente colocou um limite ao crescimento dos gastos, pois até então, toda vez que a economia crescia, o governo crescia ainda mais.

No mercado de crédito, a medida fundamental foi a criação da Taxa de Longo Prazo (TLP) e a redução do crédito direcionado. Com isso, a política monetária ganha eficiência e as taxas de juros podem recuar para todos, não só para os amigos do rei.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tivemos, também, a reforma trabalhista, dando mais liberdade para contratante e contratado em acertar contratos.

Na sequência, temos a eleição de Jair Bolsonaro, que ganha com essa agenda liberal liderada por Guedes, que busca desfazer o que feito nos últimos 30 anos e soma a reforma da Previdência e as privatizações.

“É algo lento, que acontece devagar, mas já está em curso”, afirma Bruno.

Consequências inéditas

Segundo Bruno, essa mudança na orientação do Estado traz algumas implicações. Primeiro, teremos uma taxa de juro de equilíbrio mais baixa. O gestor lembra que estamos com Selic em 6,5% e vemos constantes discussões que a taxa poderia ser menor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Isso é algo que nunca vimos no Brasil. É uma novidade que vai trazer o setor privado de volta para a economia”, avalia.

Antes era melhor emprestar para o governo e não fazer nada, explica Bruno. Agora, o setor privado vai ter de se mexer em busca de melhores retornos.

O dinheiro que estava empoçado em títulos do governo vai passar a trabalhar na economia. É isso que já está acontecendo nos fundos de ações e vai se replicar em private equity e crédito.

Esse é um processo “não forçado”, explica Bruno, pois juro baixo naturalmente gera empreendedorismo. “Teremos mais gente empreendendo do que prestando concurso público.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O processo “forçado” é a agenda de privatizações, que desalavanca o governo via redução de dívida e pagamento de juros. Além de abrir espaço para melhor prestação de serviços à população.

Quanto mais setor privado na economia, maior a produtividade. Então, explica Bruno, podemos ver um número de PIB não tão forte, mas abrindo sua composição vamos perceber que o resultado é forte, pois teremos o setor privado crescendo e o público encolhendo.

Um longo ciclo pela frente

A intensidade desse processo é que é a grande dúvida, pondera Bruno, mas esse é um movimento ultrapoderoso que parece fora do radar. Boa parte da intensidade desse crowding in passa pela confiança do setor privado na solução do problema fiscal.

“Com o fiscal deixando de ser um problema, poderemos ver um processo mais longo e mais saudável. Nunca vimos um ciclo longo no Brasil, pois a inflação subia e o juro tinha de subir. Dessa vez tem o risco de ser um processo mais longo”, avalia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quão longo é difícil de saber. O ciclo social, explica Bruno, pode ser de 20 anos ou 30 anos se a agenda atual der certo e a sociedade acreditar no liberalismo.

Os ciclos econômicos de curto prazo terminam quando a inflação aparece. No entanto, Bruno acredita que passaremos por processos deflacionários muito fortes, induzidos pela nova estrutura de crédito, reforma trabalhista e pela própria Previdência, que induz as pessoas a permanecerem mais tempo na ativa (isso resolve outro problema, que é a redução da População Economicamente Ativa).

E seu bolso com isso?

Dentro desse cenário, diz Bruno, a expectativa é de uma grande migração da renda fixa para a renda variável e, nesse aspecto, a bolsa de valores não precifica crescimento nenhum.

“Bolsa é um dos ativos mais baratos que tem”, afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como se posicionar é uma questão de momento e preço. Mas as avaliações da Moat apontam para a infraestrutura, varejo e bancos privados, que vão tomar o espaço dos bancos públicos numa substituição que resultará em maior lucro.

O setor de saneamento é uma boa história dentro das privatizações. Segundo Bruno, o novo marco regulatório pode fazer com o que o setor passe por um processo parecido com o que já vimos no setor de energia. As empresas citadas são Sabesp, Copasa e Sanepar. No segmento de energia, Cemig é uma aposta, pois privatizada teria mais graus de liberdade para fazer os ajustes necessários.

Ainda dentro desse cenário macro, Bruno cita o segmento de varejo, que conta com vários player, como Via Varejo, Pão de Açúcar, Lojas Americanas, locadoras de veículos e empresas áreas.

Para completar, o gestor cita o setor de commodities, com Vale, que não se recuperou depois de Brumadinho, e Gerdau, que não precifica bem essa história de crescimento da economia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas e juros? Bruno explica que o crescimento não advém de meio ponto percentual de juros para mais ou para menos.

“Crescimento vem com a retirada da possibilidade de um cenário fiscal adverso.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
'ZERANDO' WALL STREET

De SpaceX a ‘herdeiro de Buffett’: BTG Pactual entra em outro IPO badalado em Wall Street como único representante brasileiro

13 de abril de 2026 - 15:23

Banco é o único brasileiro na operação, que pode movimentar até US$ 10 bilhões e marca nova tentativa de Bill Ackman de abrir capital; estrutura combina fundo fechado e holding da gestora, em modelo inspirado na estratégia de longo prazo de Warren Buffett.

RENDA PASSIVA

FII, FI-Infra e Fiagros: onde investir para garantir dividendos mensais, com isenção de imposto de renda, segundo o BTG

13 de abril de 2026 - 11:54

Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio

SOB NOVA PRESSÃO

Petróleo sobe, dólar avança, e Petrobras (PETR4) pega carona após Trump ameaçar Estreito de Ormuz; veja como os mercados reagem

13 de abril de 2026 - 10:45

A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade

PAPEL NA CARTEIRA

Esse fundo imobiliário é o favorito da XP para se proteger da inflação — e ainda conta com dividendo de 11,5%

12 de abril de 2026 - 13:09

A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação

IBOVESPA EM FESTA

Em semana euforia no Ibovespa, ações da Hapvida, C&A e Auren ‘fizeram a festa’, enquanto outras ficaram de ressaca; veja as maiores altas e baixas da bolsa

11 de abril de 2026 - 17:00

Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda

DANÇA DAS CADEIRAS NO ALTO ESCALÃO

Hapvida (HAPV3) tem a maior alta do Ibovespa na semana e lembra do ‘gostinho’ de ser querida pelo mercado. O que impulsionou as ações?

10 de abril de 2026 - 19:03

A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras

CÂMBIO

Dólar a R$ 5,00: oportunidade de ouro para investir lá fora ou armadilha antes das eleições?

10 de abril de 2026 - 18:24

Com mínima de R$ 5,0055 nesta sexta-feira (10), a moeda norte-americana acumula perdas de 2,88% na semana e de 3,23% em abril, após ter avançado 0,87% em março, no auge da aversão ao risco no exterior em razão do conflito no Oriente Médio

VAI PINGAR NO BOLSO DO ACIONISTA

B3 (B3SA3) deve distribuir R$ 6,3 bilhões em proventos neste ano, segundo o Citi; banco eleva recomendação e preço-alvo

10 de abril de 2026 - 18:04

Entrada de capital estrangeiro, volumes em alta e ganhos tributários levam instituição financeira a projetar lucros até 19% acima do consenso e margens robustas para a operadora da bolsa

IGNORANDO A GRAVIDADE

Bolsa brasileira melhor que o S&P 500: Ibovespa faz história e analistas veem espaço para o rali continuar

10 de abril de 2026 - 12:23

Itaú BBA e Bank Of America dizem até onde o índice pode ir e quem brilhou em uma semana marcada por recordes sucessivos

MENOR PATAMAR EM DOIS ANOS

Dólar abaixo de R$ 5? O que precisa acontecer para a moeda cair ainda mais — e o que poderia atrapalhar isso

9 de abril de 2026 - 16:29

Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização

DE VOLTA AO JOGO

Como a Petrobras (PETR4) recuperou R$ 27 bilhões perdidos na véspera e ajuda o Ibovespa a passar dos 195 mil pontos

9 de abril de 2026 - 14:42

Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira

MUDANÇAS NO PORTFÓLIO

Riza Arctium Real Estate (RZAT11) anuncia venda de imóveis, e cotistas vão sair ganhando; veja os detalhes das operações

9 de abril de 2026 - 12:00

O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas

VEJA OS DESTAQUES DA PRÉVIA OPERACIONAL

Tenda (TEND3) ‘faz a festa’ fora do Ibovespa após prévia operacional, mas calcanhar de Aquiles segue o mesmo. O que fazer com as ações?

8 de abril de 2026 - 16:40

A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores

SEGURANÇA E DEFESA

O superciclo de investimento de US$ 2,6 trilhões que sobrevive à trégua de Trump com o Irã e está apenas começando

8 de abril de 2026 - 14:12

Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.

UM DOS GRANDES PROBLEMAS

Maior alta do Ibovespa: Hapvida (HAPV3) dispara mais de 10% com possível venda bilionária de ativos

8 de abril de 2026 - 12:37

Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline

MERCADO IMOBILIÁRIO

FIIs colocam Pague Menos e Amazon na mira, e emissão milionária rouba a cena; veja o que movimenta os fundos imobiliários hoje

8 de abril de 2026 - 11:12

Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir

MERCADOS HOJE

Ibovespa sobe mais de 2% com cessar-fogo entre EUA e Irã, mesmo com Petrobras (PETR4) desabando; dólar cai a R$ 5,10

8 de abril de 2026 - 9:52

O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia

HORA DE INVESTIR

‘Ações não são o patinho feio’. Gestores estão otimistas com os ganhos do Ibovespa mesmo diante da guerra e das eleições

7 de abril de 2026 - 15:42

Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa

A FOME DO 'PACMAN DOS FIIS'

O Zagros Renda (GGRC11) quer levantar até R$ 1,5 bilhão em nova oferta de cotas; entenda o que está na jogada para o fundo imobiliário

7 de abril de 2026 - 10:41

O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta

RECOMENDAÇÃO DE COMPRA

Copo meio cheio? Projeções para a Hypera (HYPE3) pioram, mas ação ainda pode saltar até 33%, diz Santander — e caneta emagrecedora é um dos motivos

6 de abril de 2026 - 18:02

Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia