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2019-04-08T11:59:31-03:00
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Virou rotina

Projeção de alta do PIB sofre nova queda no mercado

Expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto passou de 2,28%, há quatro semanas, para 1,97%. Para 2020, a previsão também recuou, passando de 2,80% para 2,70% em um mês

8 de abril de 2019
11:59
Gráfico indicando queda
Gráfico indicando queda - Imagem: Shutterstock

O mercado diminuiu mais uma vez a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano. Segundo informações do Boletim Focus do Banco Central divulgado hoje (8), economistas do mercado financeiro diminuíram a previsão de alta para 1,97% em 2019. Há quatro semanas,  a estimativa era de 2,28%.

A projeção oficial do BC para 2019 é de crescimento de 2,0%. Para 2020, a estimativa do mercado também recuou. Segundo o boletim, a previsão de alta no PIB passou de 2,80% para 2,70% em um mês.

Inflação

No Focus desta segunda-feira, os analistas do mercado também alteraram levemente a previsão para a inflação. Em 2019, o IPCA (índice oficial de inflação) deve ter uma alta de 3,90%.Há um mês, a previsão de alta era de 3,87% e segue abaixo do centro da meta, que é de 4,25%. Para 2020, as expectativas se mantiveram em 4,0%.

Segundo o relatório Trimestral de Inflação (RTI), as projeções oficiais do BC mostram uma alta na inflação de 3,9% para 2019, 3,8 em 2020 e 3,9% em 2021.

Câmbio

Nesta edição do boletim, o mercado manteve a previsão do cenário para a moeda norte-americana em 2019. A expectativa é que a moeda feche o ano em R$3,70 contra R$  3,75 em 2021.

Selic

Segundo a tendência de inflação baixa e atividade fraca, o mercado espera que a manutenção da taxa básica de juros (a Selic) siga até maio de 2020. Após o período, é esperado um aumento para 6,75% ao ano. Uma nova alta para7,0% é esperado ainda em junho do ano que vem.

O Focus desta semana também manteve suas projeções para a Selic no fim de 2019 e 2020. Neste ano, a taxa deve se manter em 6,50%, enquanto em 2020 a expectativa do mercado é que se encerre em 7,50. Há quatro semanas, a previsão era de 8,0%

 

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