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O Banco Central derrubou a taxa básica de juros brasileira para 4,5% ao ano, a nova mínima histórica. Isso mexe com a rentabilidade de aplicações da renda fixa e favorece os investimentos em ações, imóveis e fundos imobiliários. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O que você precisa saber hoje: Mercados • A taxa […]

O Banco Central derrubou a taxa básica de juros brasileira para 4,5% ao ano, a nova mínima histórica. Isso mexe com a rentabilidade de aplicações da renda fixa e favorece os investimentos em ações, imóveis e fundos imobiliários.
• A taxa básica de juro brasileiro renovou sua mínima histórica ontem. O Banco Central anunciou um corte na Selic de 0,5 ponto e a taxa agora é de 4,5% ao ano. Tão importante quanto a decisão em si é a mensagem do BC no comunicado. O recado é que até há espaço para um novo corte em 2020, mas o ciclo de baixa está perto do fim.
• Nos Estados Unidos, o ciclo de corte de juros foi interrompido. Após três reduções consecutivas de 0,25 ponto, o Fed manteve a taxa básica na faixa entre 1,50% e 1,75% ao ano.
• O Ibovespa terminou o pregão de ontem com leve alta de 0,26%, aos 110.964,27 pontos. O dólar fechou com baixa de 0,72%, a R$ 4,1190.
• Como estão os mercados? Na Ásia, a reação à decisão do Federal Reserve foi positiva. Já o Ocidente está de olho no andamento da guerra comercial. Os índices futuros em Nova York e o pregão na Europa amanhecem sem rumo.
• A agência de risco S&P elevou a perspectiva da classificação de risco brasileira de 'estável' para 'positiva'. É uma sinalização de que a nota pode ser revisada para cima em breve.
Leia Também
• Como ficam seus investimentos com a Selic a 4,5% ao ano? A Julia Wiltgen fez as contas e mostra nesta matéria a rentabilidade da poupança, dos fundos de renda fixa, do Tesouro Selic e da LCI.

• As grandes tacadas de Ivan Sant’Anna: o colunista do Seu Dinheiro conta como encontrou tesouros enterrados no mercado financeiro em sua carreira de 60 anos como trader. Esse texto imperdível é um dos benefícios do Seu Dinheiro Premium.
• A Notre Dame Intermédica captou R$ 5 bilhões em sua nova oferta de ações, com cada papel valendo R$ 57. A companhia pretende financiar investimentos, liquidar debêntures e pagar a aquisição do grupo Clinipam
• Guilherme Benchimol, fundador da XP Investimentos, não descartou a possibilidade de listar as ações da corretora também na bolsa brasileira. Para isso acontecer, a regulação brasileira precisa passar por algumas mudanças.
• A empresa de turismo CVC irá pagar R$ 62,7 milhões em juros sobre capital próprio aos seus acionistas no dia 8 de janeiro. O valor corresponde a R$ 0,417 por ação da companhia
• Estrangeiros injetaram R$ 161 bilhões em aquisições este ano no Brasil. No total, as operações de fusões e aquisições no País atingiram até novembro R$ 275,8 bilhões, um valor recorde, segundo a consultoria TTR.
• O Senado aprovou o projeto anticrime idealizado pelo ministro da Justiça, Sergio Moro. O texto segue para ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, mas parlamentares já esperam vetos em alguns pontos.
• A Câmara aprovou na noite de ontem a MP que transfere o Coaf para o Banco Central. Além da mudança de casa, o órgão também será reestruturado e passa a se chamar Unidade de Inteligência Financeira (UIF). Agora o texto segue para análise do Senado.
REAÇÃO AO RESULTADO
Entra ou não entra?
O QUE QUASE NINGUÉM VIU?
VAI E VEM DOS SPREADS
HIPOCRISIA?
TROCA DE CEO
ENTREVISTA AO ESTADÃO
COMPRAR OU VENDER?
DO CAMPO AO BALANÇO
NÃO PARA NA LAVOURA
DESTAQUES DA BOLSA
COMPETIÇÃO ACIRRADA
Conteúdo BTG Pactual
VEJA ONDE APOSTAR
PASSO A PASSO
AUMENTO DE CAPITAL
PREPAREM O BOLSO
CISÃO OU CIZÂNIA?
ESCAPOU DO JUÍZO FINAL?
FUTURO INCERTO