🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
OLHO NAS AÇÕES

Qual das siderúrgicas é ‘chapa quente’? CSN brilhou no 2º trimestre, mas queridinha dos analistas é a Usiminas

Enquanto os analistas avaliam que o papel da CSN já andou bastante neste ano, a Usiminas ainda tem espaço para apresentar altas significativas, principalmente quando as vendas de aço se recuperarem no mercado interno, o que é esperado para o quarto trimestre deste ano.

Natalia Gómez
Natalia Gómez
8 de agosto de 2019
11:08 - atualizado às 9:43
Trabalhador operando um alto-forno da Usiminas
Trabalhador operando um alto-forno da Usiminas - Imagem: Shutterstock

O balanço da CSN foi, de longe, o que mais brilhou nesta temporada de resultados do segundo trimestre no setor de siderurgia e mineração, com uma alta de 60% no lucro líquido, que somou R$ 1,894 bilhão. Com o preço do minério de ferro nas alturas, a companhia se beneficiou da sua forte produção da commodity (que é matéria-prima do aço) e surfou na onda que foi, em grande parte, provocada pelo acidente da Vale em Brumadinho. Daqui para frente, no entanto, os holofotes estão voltados para outra gigante do setor de aço: a Usiminas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Impulsionada pela operação de mineração, a CSN já teve grande parte deste movimento refletido no preço das suas ações, segundo os analistas que acompanham o setor. Neste ano, as ações ordinárias da siderúrgica de Benjamin Steinbruch chegaram a dobrar de valor, saindo dos R$ 9 em janeiro para mais de R$ 18 em junho, e agora giram perto de R$ 15.

O processo de desalavancagem da companhia, que tenta reduzir seu índice de endividamento, também foi bem recebido e ajudou a levantar os preços das ações. A relação entre dívida líquida e Ebitda saiu de 5,3 vezes no segundo trimestre de 2018 para 3,65 vezes no mesmo trimestre deste ano.

Enquanto os analistas avaliam que o papel da CSN já andou bastante neste ano, a Usiminas ainda tem espaço para apresentar altas significativas, principalmente quando as vendas de aço se recuperarem no mercado interno, o que é esperado para o quarto trimestre deste ano.

Como a operação de minério de ferro da Usiminas é muito menor do que a da CSN, as ações da empresa caíram ao longo deste ano, refletindo o fraco consumo interno de aço. As ações preferenciais da Usiminas acumulam uma queda de cerca de 15% neste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No resultado do segundo trimestre, o volume de vendas de aço ainda foi fraco, e isso tem pesado sobre a Usiminas, que é mais exposta à demanda interna, segundo Rafael Passos, analista da Guide Investimentos. “A Usiminas está à mercê da recuperação no Brasil, o que deve ocorrer a partir do quarto trimestre”, afirmou. No segundo trimestre, a Usiminas teve lucro líquido de R$ 171 milhões, revertendo prejuízo de R$ 19 milhões registrado um ano antes.

Leia Também

Usiminas, a bola da vez

Diante da chance de uma retomada nas vendas de aço, os analistas estão de olho no potencial de alta da Usiminas nos próximos meses.  Segundo o analista Luiz Caetano, da Planner Corretora, o papel da Usiminas é o seu favorito no setor, com preço justo de R$ 12 para o final do ano e recomendação de compra.

"Existe um excelente potencial de alta em Usiminas devido à expectativa de um segundo semestre melhor para vendas de aço no mercado interno e por ganhos de margem devido à contenção de custos.”

Outra casa que vê potencial de ganhos para a Usiminas é a Mirae Asset, que tem Usiminas e Gerdau como papéis preferidos do setor de siderurgia e mineração, uma vez que a CSN já se apreciou bastante nos últimos meses. Segundo o analista Pedro Galdi, a demanda por aço deve crescer a partir de 2020, e o mercado vai antecipar este movimento no preço das ações da Usiminas ainda este ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Ativa Investimentos tem recomendação de compra para Usiminas, por avaliar que o preço da ação está atrativo, mas destaca que o avanço da ação vai depender da retomada da indústria nacional. “Em um cenário otimista, podemos pensar em uma retomada da demanda de aço no quarto trimestre”, afirmou o analista Ilan Arbetman. Para ele, a ação da Usiminas está “andando de lado” há bastante tempo, e a empresa é a que mais deve se beneficiar do aumento da demanda nacional.

Entre as siderúrgicas, a Gerdau foi que teve um resultado mais fraco no segundo trimestre, mostrando queda nas vendas, na receita, na margem e no lucro, que foi de R$ 373 milhões, queda de 46,6% ante o mesmo trimestre do ano passado. “Apenas a expressiva diminuição nos custos financeiros evitou que os números fossem ainda piores”, comentou o analista da Planner.

Segundo a Gerdau, os volumes caíram devido aos desinvestimentos realizados no exterior, que incluíram a venda de ativos no Chile, na Índia e nos Estados Unidos. Os números decepcionaram o mercado, influenciados tanto pelos desinvestimentos quanto pela fraqueza da economia doméstica, e o futuro ainda é incerto. “Ainda vemos um cenário desafiador para Gerdau em função da crise no mercado argentino impactando as exportações de veículos e uma possível desaceleração dos EUA em função do aumento das tensões comerciais com a China”, afirmou o analista da Guide.

Minério não cai nem sobe

Enquanto a alta do minério levou a CSN às alturas, a Vale não teve o mesmo desempenho pois a sua produção foi muito prejudicada pelo acidente de Brumadinho. Além dos volumes menores do que o seu potencial, a Vale foi impactada pelas novas provisões para o acidente, que somaram R$ 5,3 bilhões somente no segundo trimestre. No total, as provisões e despesas com a tragédia chegam a R$ 23,2 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os especialistas acreditam que o minério não tem espaço para subir mais, mas também duvidam que ele possa cair tão cedo. Segundo as analistas, o desajuste entre oferta e demanda deve manter a commodity na faixa de US$ 100 por tonelada nos próximos meses. “Mesmo com a guerra comercial entre Estados Unidos e China, não há espaço para grandes quedas no preço do minério”, afirma Galdi, da Mirae.

Para Luiz Caetano, da Planner, tanto a Vale quanto a CSN poderão aproveitar preços mais altos do minério de ferro por pelo menos mais dois trimestres. Antes do acidente, a commodity era cotada na casa dos US$ 60 por tonelada, mas o analista não vê o preço voltando para este patamar no curto prazo. “Não acredito em uma queda abrupta dos preços porque existe uma conjugação entre o aumento da produção chinesa de aço e a carência de oferta por causa dos problemas enfrentados pela Vale”, afirmou.

A expectativa dos analistas é de que a Vale consiga retomar gradualmente a produção de minério de ferro e pelotas a partir do terceiro trimestre, começando uma trajetória ascendente depois da crise vivida desde Brumadinho. “Esperamos que o segundo trimestre tenha sido o ponto mais baixo de Vale”, disse Caetano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar