O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Veja os destaques do Seu Dinheiro nesta manhã
Ontem eu escrevi sobre os sustos que levamos aqui na redação com notícias inesperadas sobre as relações internacionais no Brasil. Na cobertura de negócios, quase nada me surpreende mais. Nesses anos de redação foram tantas reviravoltas, gigantes caídos e azarões que levaram a melhor que não acredito mais em vencedores ou perdedores absolutos.
Veja o caso da Oi e seus 20 anos de história. A empresa nasce da privatização do sistema Telebras, lá no fim dos anos 90. Entra no grupo das “campeãs nacionais” do BNDES e enche o bolso de dinheiro público para ganhar musculatura. Em 2013, anunciava uma mega fusão com a Portugal Telecom, em uma tentativa de se expandir além do Brasil. Deu tudo errado e menos de três anos depois a Oi entrava para a história com o maior pedido de recuperação judicial feito no país até então, com dívidas da ordem de R$ 65 bilhões.
O processo de recuperação foi para lá de turbulento, com briga entre acionistas, credores e a diretoria da empresa. Finalmente, eles se entenderam e os olhos se voltam, de fato, para a busca de soluções para reerguer a empresa.
Ontem a companhia anunciou um plano de venda de ativos como torres de telefonia e uma empresa angolana, mas também a sua operação de telefonia móvel. A Oi indicou claramente que seu foco não é mais brigar com TIM, Vivo e Claro pelo seu número do seu telefone. A nova direção é ganhar o mercado de fibra ótica.

Ficou interessado? A repórter Daniele Madureira traz nesta reportagem os detalhes sobre a guinada da Oi. Ela ouviu analistas que explicam como essas mudanças vão impactar as perspectivas para a empresa e o valor da ação. Recomendo fortemente a leitura!
Leia Também
No aguardo da divulgação do Livro Bege do Federal Reserve, que avalia a situação econômica dos Estados Unidos, o mercado financeiro local deve ficar à deriva durante grande parte do dia. O relatório pode indicar os próximos passos do banco central americano na condução da política monetária do país. A expectativa dos investidores é que a entidade promova pelo menos dois cortes na taxa de juros até o fim de 2019. Buscando contornar os efeitos nocivos da guerra comercial, o apoio à medida cresce entre os diretores do Fed.
Falando nisso, o presidente americano, Donald Trump, jogou um balde de água fria em quem esperava uma retomada das negociações com a China em breve. Ele disse que ainda resta um longo caminho a ser trilhado antes de um eventual acordo. A fala de Trump derrubou as bolsas asiáticas. Os índices futuros em Nova York sinalizam alta, enquanto os mercados na Europa abrem no vermelho.
Ontem, o Ibovespa encerrou com queda de 0,03%, aos 103.775. O dólar fechou o dia com alta de 0,39%, a R$ 3,7709. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Paulo Guedes pode aumentar o saldo bancário de muitos brasileiros. Explico melhor: o ministro confirmou ao Valor Econômico que pode liberar o saque do FGTS. A iniciativa serviria para dar um gás na economia brasileira, com a injeção de R$ 42 bilhões. Além disso, mais uma rodada de saques do PIS/Pasep deve ser anunciada. Confira.
Às vésperas do recesso parlamentar, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, defendeu a inclusão de Estados e municípios na reforma da Previdência por meio de uma PEC paralela. Maia quer o apoio dos governadores para que a proposta tenha força no Senado - onde deve começar a tramitação. A medida seria uma saída para não atrasar a tramitação da proposta, que acabou de ser aprovada em primeiro turno na Câmara. Entenda.

Usina Nuclear de Angra dos ReisO Planalto está definindo uma estratégia para divulgar seu programa de privatizações. A visão é que o tema ainda tem rejeição de parte da população e do Congresso, por isso a comunicação precisa ser bem estruturada, de acordo com o Estadão. Enquanto isso, o Executivo já prepara o terreno para vender mais estatais. Saiu no Diário Oficial da União (DOU) um decreto que qualifica a Usina Termonuclear Angra 3 no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), o que deixa a usina mais próxima da privatização.
A Petrobras iniciou um acordo para deixar suas operações de gás no Uruguai. São duas concessões dos anos 1990 que ao longo do tempo se revelaram um mau negócio à estatal, em parte por conta de mudanças nas condições de exportação do gás argentino para o Uruguai. Saiba mais.
Indicadores
- Fipe divulga o IPC da 2ª quadrissemana de julho
- Fiesp divulga o índice de nível de empregos de junho
Balanços
- Netflix, IBM e Alcoa divulgam balanços
Bancos Centrais
- Banco Central divulga o fluxo cambial até 12 de julho e oferta até R$ 3 bilhões em operações compromissadas de 3 meses
- O Fed divulga Livro Bege, sumário sobre as condições econômicas em cada uma das distritais do banco central
Política
- O presidente Jair Bolsonaro participa da Cúpula dos Chefes de Estado do Mercosul, em Santa Fé, na Argentina.
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora
Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira
Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance
Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente
A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos
Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos
Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre
O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras
Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo
O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo
A operação envolve a alienação de 11 empreendimentos logísticos e reforça a estratégia de reciclagem de portfólio da companhia
A companhia anunciou que concluiu o acordo com o fundo soberano da Arábia Saudita para criação da Sadia Halal. O próximo passo é o IPO na bolsa de lá, com valor de mercado estimado ultrapassando os US$ 2 bilhões
Balanços corporativos também mexeram com índices de ações norte-americanos; petróleo caiu com possível acordo entre Irã e EUA
Já o carro das ações com pior desempenho foi puxado pela MBRF; veja os rankings completos das melhores e piores ações do mês
A falta de chips não é o único obstáculo da inteligência artificial para as empresas de tecnologia, que mostram que a corrida pela IA vai custar caro
Ao Seu Dinheiro, Rodrigo Koch, responsável pelas estratégias de ações da família Optimus, explica por que trocou a busca por “barganhas” pela segurança da liquidez
O espaço ocupado pela empresa representa cerca de 2% da área bruta locável (ABL) do BMLC11, o que limita o impacto operacional
A Iguatemi publica seu balanço do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em 5 de maio e pode apresentar, de acordo com o Itaú BBA, crescimento de 9,6% na receita líquida
No câmbio, o dólar à vista fechou em alta, voltando a ficar acima dos R$ 5,00; confira o que mexeu com os mercados nesta quarta-feira (29)
O Itaú BBA acredita que é uma uma operadora líder geradora de caixa, investimentos hospitalares de alto retorno e um perfil atrativo de dividendos