O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A gigante, que tem US$ 10 bilhões investidos no País, está olhando várias empresas – de infraestrutura e energia a hospitais, segundo fontes a par do assunto
Um dos maiores conglomerados do Japão, o grupo Mitsui está avaliando negócios para expandir sua presença no Brasil. Sócia da Gaspetro com a Petrobrás em distribuidoras de gás em 19 Estados, a gigante, que tem US$ 10 bilhões investidos no País, está olhando várias empresas - de infraestrutura e energia a hospitais, segundo fontes a par do assunto.
No início deste ano, a gigante japonesa comprou, por cerca de R$ 800 milhões, a SuperVia, empresa que opera trens urbanos em 12 municípios do Rio de Janeiro e pertencia à Odebrecht Transport. A mobilidade urbana é uma das apostas da companhia, mas no Brasil o transporte de commodities, sobretudo agrícolas e de minério, que impulsiona parte do e seus investimentos em ferrovias.
A Mitsui é uma das principais fornecedoras de vagões para cargas de produtos agrícolas, por meio de contratos de leasing (aluguel), e é sócia da VLI, ferrovia que também tem como acionistas a Vale, FI-FGTS e gestora canadense Brookfield.
Com faturamento global de US$ 62,7 bilhões, o conglomerado tem seus negócios majoritários ligados à chamada “velha economia”. Setores de tecnologia e informação e os chamados prédios inteligentes - com conceito multifuncional (torres comerciais e residenciais interligados por metrô) - têm espaço nos países asiáticos.
A área de saúde, em consolidação no Brasil, está sendo avaliada pelo grupo, segundo fontes. Grupos chineses e fundos de investimentos também estão de olho na compra de hospitais no País.
Negócios colocados à venda por estatais também estão no radar do grupo. Eles ainda avaliam o valor dos ativos, que ainda consideram altos, segundo fontes. Vendas em blocos nas áreas de exploração e produção de petróleo da Petrobrás não interessam aos japoneses: preferem olhar um por um. A estatal também está vendendo sua participação na Gaspetro, da qual o grupo é sócio. Há diversos investidores interessados na fatia da Petrobrás na Gaspetro - o Mitsui também não descarta elevar sua fatia.
Leia Também
Nesta semana, executivos da empresa estiveram no Brasil e participaram de reunião organizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). “Os japoneses estavam distantes do Brasil por conta da insegurança jurídica. Agora, estão mais interessados após ações de combate a corrupção”, disse José Ricardo Roriz Coelho, diretor da Fiesp.
No início de julho, o conglomerado foi uma das 11 empresas condenadas pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) por formação de cartel em obras do metrô de São Paulo e outros três Estados. O grupo negou, à época, qualquer movimento ilícito.
Procurada, a Mitsui não quis dar entrevista.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro
Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?
Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%