O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com o acordo, o Magalu será responsável pela venda desse tipo de produto em mais de 300 lojas da Marisa, localizadas em todas as regiões do país
A varejista Magazine Luiza e a rede de moda feminina Marisa anunciaram nesta quinta-feira (21) que fecharam uma parceria para vender produtos de tecnologia juntas. Com o acordo, o Magalu será responsável pela venda desse tipo de produto em mais de 300 lojas da Marisa, localizadas em todas as regiões do país.
A ideia é aumentar as vendas de produtos como smartphones e acessórios, serviços digitais - como Magalu Conecta, Maga Mais e cartões de conteúdo - e seguros como garantia estendida e proteção contra roubo e furto ou quebra
acidental.
Segundo o Magazine Luiza, a parceria vai permitir uma expansão significativa da base de clientes potenciais e sua presença geográfica. "Vale ressaltar que o Magalu será responsável pela estratégia comercial, disponibilidade de produtos, faturamento, financiamento, logística, contratação e gestão dos colaboradores", diz a empresa em documento divulgado ao mercado.
A parceria entre o Magazine Luiza e a Marisa também disponibilizará a opção “Retira Loja”, modalidade que permite retirada de produtos comprados no e-commerce diretamente nas lojas físicas do Magalu e nas lojas da Marisa, aumentando, assim, o fluxo de clientes nas lojas.
A modalidade estará disponível também em regiões como Rio de Janeiro e Brasília, onde o Magazine Luiza ainda não tem presença física. "O projeto reforça as iniciativas do Magalu no sentido de proporcionar a melhor experiência de compra para o cliente, dentro do conceito de plataforma digital e multicanal", diz a empresa.
Considerada a queridinha do mercado nos últimos tempos, com uma valorização de 98% das ações só neste ano, o Magazine Luiza levantou no início deste mês R$ 4,3 bilhões em mais uma oferta de ações na bolsa.
Leia Também
A varejista planeja investir em ativos de longo prazo, com expansão da plataforma de marketplace, investimentos em tecnologia, inovação, pesquisa e desenvolvimento e automação dos centros de distribuição.
No terceiro trimestre, o Magalu apresentou lucro líquido de R$ 235,1 milhões, numa alta de 96,65% na comparação com o mesmo período do ano passado. O valor considera efeitos da norma contábil IFRS 16.
As vendas do e-commerce cresceram 96,0% no período, muito acima da evolução do mercado como um todo (de 24,7%), e foram responsáveis por 48,3% das vendas totais da companhia. De acordo com a diretoria da empresa, em setembro o e-commerce representou mais da metade das vendas totais pela primeira vez na história.
Na terça-feira, as ações do Magazine Luiza (MGLU3) fecharam o dia cotadas a R$ 44,52. Já os papéis da Marisa (AMAR3) terminaram o pregão cotadas a r$ 10,10. No ano a valorização é da ordem de 94%. Veja como deve ser o dia dos investidores na Bula.
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos