O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Juro médio total cobrado no rotativo do cartão de crédito chegou a esse patamar ao subiu 0,3 ponto porcentual de maio para junho
O juro médio total cobrado no rotativo do cartão de crédito subiu 0,3 ponto porcentual de maio para junho, informou nesta sexta-feira, 26, o Banco Central. Com isso, a taxa passou de 299,8% para 300,1% ao ano.
O juro do rotativo é uma das taxas mais elevadas entre as avaliadas pelo BC. Dentro desta rubrica, a taxa da modalidade rotativo regular passou de 279,9% para 277,2% ao ano de maio para junho. Neste caso, são consideradas as operações com cartão rotativo em que houve o pagamento mínimo da fatura.
Já a taxa de juros da modalidade rotativo não regular passou de 314,0% para 316,4% ao ano. O rotativo não regular inclui as operações nas quais o pagamento mínimo da fatura não foi realizado.
No caso do parcelado, ainda dentro de cartão de crédito, o juro passou de 174,1% para 175,6% ao ano.
Em abril de 2017, começou a valer a regra que obriga os bancos a transferir, após um mês, a dívida do rotativo do cartão de crédito para o parcelado, a juros mais baixos.
A intenção do governo com a nova regra era permitir que a taxa de juros para o rotativo do cartão de crédito recuasse, já que o risco de inadimplência, em tese, cai com a migração para o parcelado.
Leia Também
A taxa de inadimplência no crédito livre foi de 3,9% para 3,8% na passagem de maio para junho, ainda segundo o BC. Em junho de 2018, a taxa estava em 4,4%.
Para pessoa física, a taxa de inadimplência seguiu em 4,8%. Para as empresas, a taxa foi de 2,7% para 2,6%. A inadimplência do crédito direcionado foi de 2,0% para 1,8% na passagem de maio para junho.
Já o dado que considera o crédito livre mais o direcionado mostra que a taxa de inadimplência foi de 3,0% para 2,9%.
O saldo de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para empresas recuou 2,3% em junho ante maio, somando R$ 411,051 bilhões, informou o Banco Central. Em 12 meses, a queda acumulada é de 10,4%.
Em junho, houve recuo de 0,9% nas linhas de financiamento agroindustrial, baixa de 2,3% no financiamento de investimentos e queda de 6,8% no saldo de capital de giro.
O spread bancário médio no crédito livre subiu de 31,1 pontos porcentuais em maio para 31,5 pontos porcentuais em junho. O spread médio da pessoa física no crédito livre foi de 45,2 para 46,2 pontos porcentuais no período. Para pessoa jurídica, o spread médio passou de 12,5 para 12,2 pontos porcentuais.
O spread médio do crédito direcionado foi de 4,1 pontos porcentuais para 4,0 pontos porcentuais na passagem de maio para junho. Já o spread médio no crédito total (livre e direcionado) foi de 19,2 pontos porcentuais para 19,6 pontos porcentuais no período.
O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro ficou em 44,0% em maio, ante 43,7% em abril, informou o Banco Central. Se forem descontadas as dívidas imobiliárias, o endividamento ficou em 25,4% em maio, ante 25,1% em abril.
O cálculo do BC leva em conta o total das dívidas dividido pela renda no período de 12 meses. Além disso, incorpora os dados da Pesquisa Nacional de Amostragem Domiciliar (Pnad) contínua e da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), ambas do IBGE.
Segundo o BC, o comprometimento de renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) atingiu 20,3% em maio, ante 20,2% em abril. Descontados os empréstimos imobiliários, o comprometimento da renda ficou em 17,9% em maio, ante 17,8% em abril.
O estoque das operações de crédito direcionado para habitação no segmento pessoa física diminuiu 0,7% em junho ante maio, totalizando R$ 615,119 bilhões.
Em 12 meses até junho, o crédito para habitação no segmento pessoa física subiu 5,6%. Já o estoque de operações de crédito livre para compra de veículos por pessoa física avançou 1,2% em junho ante maio, para R$ 183,859 bilhões. Em 12 meses, houve alta de 16,6%.
O saldo de crédito para as empresas do setor de agropecuária caiu 0,7% em junho, para R$ 24,378 bilhões. Já o saldo para a indústria cedeu 2,4%, para R$ 615,137 bilhões. O montante para o setor de serviços teve alta de 1,5%, para R$ 760,490 bilhões.
No caso do crédito para pessoa jurídica com sede no exterior e créditos não classificados (outros), o saldo subiu 33,3%, aos R$ 22,3 bilhões.
*Com Estadão Conteúdo
Segundo a agência de notícias, a Shell ainda pretende prosseguir com a injeção de capital e apoiar a Raízen nas discussões contínuas com bancos e credores
Segundo o GPA, a reestruturação das dívidas não tem relação com as operações do dia a dia de sua rede de supermercados, ou ainda suas relações com fornecedores, clientes ou parceiros.
Proposta busca elevar o valor individual das ações para acima de R$ 1 e encerrar negociações em lotes de 1 milhão de papéis após a reestruturação financeira da companhia
Captação ficou abaixo do potencial estimado pelo Pine; controlador absorveu fatia relevante da oferta
Com apoio do iFood e da Embraer, a startup Speedbird Aero se prepara para expandir as operações e chegar na maior metrópole do país
Após reestruturação e mudança de fase, empresa lidera ranking de recomendações de 10 corretoras; veja quem aposta no papel e por quê
Com a nova resolução, o BC atende a um pleito do setor e permite que os bancos utilizem esse capital para financiar o FGC sem sacrificar o próprio caixa operacional
Holding, assets e principais fundos do grupo retornaram com bloqueio zerado; recursos identificados somam R$ 360 mil e foram classificados como insuficientes
Agência corta notas de papéis emitidos por securitizadora que tem a rede de oncologia como devedora; entenda o rebaixamento
Com 25% da energia descontratada até 2028, elétrica pode capturar preços mais altos e ampliar crescimento
Com licença do Ibama em mãos, petroleira conclui última etapa regulatória para iniciar produção no campo da Bacia de Campos; mercado agora volta os olhos para o impacto na geração de caixa e no potencial pagamento de dividendos
A Raízen, maior produtora global de açúcar e etanol de cana, está em dificuldades financeiras e precisa de uma injeção de capital de seus sócios para se manter de pé, avaliam especialistas
A operação envolve a aquisição pela holding dos irmãos Joesley e Wesley Batista de 90% das ações do capital social da Logás, que leva combustível a locais sem acesso a gasodutos
Venda da subsidiária marca reavaliação estratégica: empresa abre mão de negócio bilionário em receita para fortalecer caixa, reduzir despesas financeiras e elevar o retorno sobre o capital
Em fato relevante divulgado hoje (3), a companhia disse que os requisitos para a transação não foram cumpridos, em especial a assinatura do compromisso de voto entre a GPT e a gestora Trígono Capital, que tem 15,3% do capital da empresa.
O economista Adriano Pires, sócio fundador do CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura), explica o que esperar da Petrobras em meio à alta dos preços do petróleo
Varejista tenta congelar a venda da participação de 22,5% do Casino enquanto discute na arbitragem quem deve pagar passivo tributário de R$ 2,5 bilhões; em paralelo, Fitch corta rating para faixa de alto risco
Parte dos recursos vai para o caixa da companhia, enquanto acionistas aproveitam a janela para vender participação; veja os destaques da oferta
Temporada do 4T25 deve reforçar a força das construtoras de baixa renda, enquanto empresas como Eztec e Tenda ainda enfrentam desafios específicos
Metade da carne de frango consumida nos mercados halal do Oriente Médio é importada, principalmente do Brasil; entenda os efeitos do conflito na região para a exportadora brasileira