O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Articulação para que o negócio vingue começou após Eduardo Bolsonaro ser indicado informalmente para o cargo de embaixador em Washington
Após pressionar a Anatel para analisar a compra da Warner Media, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) levará o CEO da AT&T, Randall L. Stephenson, para reunião com o presidente Jair Bolsonaro (PSL), prevista para a tarde desta quarta-feira, 28.
Além deles, devem participar da conversa no Palácio do Planalto os ministros da Economia, Paulo Guedes, das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes.
A articulação de Eduardo para a compra da Warner Media pela AT&T no Brasil começou após o deputado ser indicado informalmente para o cargo de embaixador em Washington. O presidente dos EUA, Donald Trump, faz lobby para a conclusão da compra. A operação global de US$ 85,4 bilhões já foi aprovada em 18 países.
A indicação de Eduardo à embaixada, no entanto, ainda precisa ser formalizada pelo Palácio do Planalto e, depois, aprovada pelo Senado. O governo espera garantir maior apoio entre os senadores para liberar a análise.
A Time Warner é dona de diversos canais de televisão, como CNN, HBO, TNT, Warner Channel e os estúdios Warner Bros. A AT&T é uma operadora que presta serviços de telefonia, TV por assinatura e internet.
A compra no Brasil esbarra na lei do Serviço de Acesso Condicionado (SeAC), de 2011. O texto proíbe que um mesmo grupo controle todas as fases da cadeia da TV paga, impedindo o que se chama de verticalização. O deputado já defendeu alterações na lei pelas redes sociais.
Leia Também
O porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, disse na última semana que o presidente Jair Bolsonaro não tem posição sobre a aquisição da Warner Media pela AT&T. Rêgo Barros disse que o presidente "confia nas ações" tomadas pelo governo e Anatel "para resolver essa questão".
A pressão de Eduardo Bolsonaro levou o relator da análise sobre a compra na Anatel, conselheiro Vicente Aquino, a convocar reunião extraordinária da agência na última semana.
Mesmo com orientação contrária da área técnica e da Procuradoria da Anatel, Aquino votou para aprovar a fusão, assim como o conselheiro Aníbal Diniz. A sessão foi interrompida por pedido de vista (mais tempo para a análise) de Moisés Moreira. Ainda falta o voto do conselheiro Emmanuel Campelo e, em caso de empate, do presidente da agência, Leonardo Euler de Morais.
Ao final da reunião na última semana, o presidente da Anatel, Leonardo Euler de Morais, sinalizou que a agência não poderá aprovar a compra antes de o Congresso alterar a legislação.
"A missão da Anatel de promover o desenvolvimento das telecomunicações brasileiro não se cumpre sozinha", disse ele, ressaltando que enviou uma carta ao presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (DEM-AP), com uma lista de projetos considerados relevantes para o setor.
Para aumentar margens, algumas varejistas, como supermercados e até o Mercado Livre, estão dando alguns passos na direção da venda de medicamentos
Com real valorizado e dados fracos de exportação, banco vê pressão nas receitas e risco de revisões para baixo
Seu prazo para conseguir novas injeções de capital ou mesmo entrar em recuperação judicial ou extrajudicial está cada dia menor. E quem sofre são médicos e pacientes
A CSN poderá arrecadar mais de R$ 10 bilhões com a venda de sua unidade de cimento, que também é garantia de um empréstimo feito com bancos
Sistema funciona como um “raio-x” do subsolo marinho, melhora a leitura dos reservatórios e eleva o potencial de extração
Com compra da Globalstar, empresa quer acelerar internet via satélite e ganhar espaço em um mercado dominado pela SpaceX
Mesmo abrindo mão de parte do lucro no Brasil, estatal compensa com exportações e sustenta geração de caixa; entenda o que está por trás da tese da corretora
A holding informou que o valor não é substancial para suas contas, mas pediu um diagnóstico completo do ocorrido e um plano para melhoria da governança
Mesmo após levantar US$ 122 bilhões no mês passado, em uma rodada que pode se tornar a maior da história do Vale do Silício, a OpenAI tem ajustado com frequência sua estratégia de produtos
Após frustração com o precatório bilionário, Wilson Bley detalha como decisão pode afetar dividendos e comenta as perspectivas para o futuro da companhia
O complexo fica situado próximo à Playa Mansa, uma das regiões mais sofisticadas da cidade uruguaia
A alta participação negociada demonstra uma insegurança do mercado em relação à companhia
Estatal reforça investimento em petróleo, mas volta a apostar em fertilizantes, área vista como “fantasma” por analistas, em meio à disparada dos preços globais
O termo de criação da NewCo previa que a Oncoclínicas aportaria os ativos e operações relacionados às clínicas oncológicas, bem como endividamentos e passivos da companhia
Medidas aprovadas pelo conselho miram redução de custos, liberação de limites e reforço de até R$ 200 milhões no caixa
A Justiça deu novo prazo à Oi para segurar uma dívida de R$ 1,7 bilhão fora da recuperação judicial, em meio a um quadro financeiro ainda pressionado
Duplo upgrade do BofA e revisão do preço-alvo reforçam tese de valorização, ancorada em valuation atrativo, baixo risco e gatilhos como disputa bilionária com o Estado de São Paulo e novos investimentos
Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil
A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%