O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Dois brutamontes entram em uma discussão. Ambos perdem a razão e saem no tapa no meio da rua. Sobrou até para você, que estava de passagem e nem viu direito o que acontecia. Levou uma bordoada de graça. Foi mais ou menos isso que aconteceu ontem na queda de braço do governo federal com o Congresso.
Os deputados já estavam #chateados com a articulação política de Jair Bolsonaro e o clima azedou de vez com a decisão de Paulo Guedes de faltar na reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A retaliação não demorou.
A Câmara desenterrou uma PEC de 2015 que deixa o Orçamento da União ainda mais engessado, uma proposta que vai na contramão do que Paulo Guedes defende. E olha só! Os deputados conseguiram aprovar a PEC em 2 turnos em uma mesma noite. Quanta agilidade…
Talvez você esteja anestesiado em meio à confusão e não tenha sentido a porrada na sua cara. Então, deixa eu te explicar por que vai sobrar para você. A nova proposta para o orçamento exige que o governo execute obrigatoriamente as despesas aprovadas pelo Legislativo. E, como bem lembrou o repórter Eduardo Campos, “deputado feliz com matéria orçamentária não é bom sinal para o bolso de ninguém”.
E tem mais: o impasse entre Congresso e Planalto eleva o grau de incerteza sobre a aprovação da reforma da Previdência, a pauta mais importante do país. Toda vez que parece que a reforma vai empacar, o mercado cobra o seu preço.
Eu confesso que não entendi por que o filho do presidente, o deputado Eduardo Bolsonaro, votou a favor de uma proposta tão ruim para o governo do seu pai. Já existem teorias da conspiração rolando em Brasília para justificar o voto dele... O Eduardo Campos conta o que está em jogo nesta reportagem.
Leia Também

Depois do bolo de ontem na Câmara, Paulo Guedes deve sair da toca hoje. Ele é aguardado para falar com os senadores da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) sobre a agenda econômica do governo. Fique atento à fala de Guedes e a todos os detalhes desse encontro tão importante.
A Latam está questionando na Justiça a proposta de compra da Azul pela Avianca. É uma notícia ruim para quem tem ações da Azul. A companhia aérea alega que a concorrente não quer recuperar a Avianca, mas sim ficar com seus “slots”, os horários de pouso e decolagem nos aeroportos de Congonhas e Santos Dumont. Há interpretações diferentes sobre a transferência de slots de uma empresa quebrada para o seu comprador.
A Latam tentou fazer o mesmo que a Azul no passado, quando ainda era TAM. Comprou a finada Pantanal para tentar ficar com seus espaços em Congonhas. A Justiça vetou e a empresa se deu mal. A Gol teve mais sorte e ficou com os slots da Varig. A conferir qual será a decisão da Justiça para a Avianca.
A Petrobras anunciou mais mudanças alinhadas ao seu plano de negócios. A partir de 2020, a petroleira não irá mais pagar participação no lucro (PLR) da empresa aos seus funcionários. Agora, o valor só será distribuído nos anos em que for registrado lucro superior a R$ 10 bilhões. Confira nesta matéria as informações sobre o novo programa de remuneração variável da estatal.

Se você paga ou recebe pensão alimentícia deve se atentar à declaração dos valores no Imposto de Renda. Para quem paga, a despesa constitui gasto dedutível. Já para quem recebe, o valor é tributável. Nos dois casos o total deve ser declarado. Confira como informar o recebimento ou abater os valores pagos na reportagem da Jasmine Olga.
O governo sofreu um duro golpe ontem à noite no Congresso, como te contei aí em cima. Com a situação acalorada em Brasília, o investidor não conta nem com o núcleo político e nem com a equipe econômica para assegurar sinais positivos para a reforma da Previdência. De olho no noticiário político, os ativos locais devem sofrer pressão renovada.
As notícias que chegam de fora podem dar um alívio. Os mercados seguem atentos à chegada da delegação norte-americana em Pequim. A expectativa é que um acordo seja firmado em breve, dando fim a disputa tarifária. O dia começa com sinal positivo nas bolsas de Nova York, após sessão de resultados mistos na Ásia.
Ontem, o Ibovespa fechou em alta de 1,76% após cinco sessões de queda, a 95.306,82 pontos. O dólar encerrou a terça-feira com alta de 0,29%, a R$ 3,8675. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Um grande abraço e ótima quarta-feira!
Índices
- Tesouro divulga relatório sobre a dívida pública federal de fevereiro
- Banco Central divulga dados monetários e de crédito de fevereiro
- Banco Central divulga dados do fluxo cambial semanal
- Estados Unidos divulgam balança comercial em janeiro
Balanços 4º trimestre e 2018
- No Brasil: Vale, Eletrobras, Renova, Rossi, Positivo e MMX
- Teleconferências: Oi, Cesp, Guararapes e Boeing
Política
- Paulo Guedes deve comparecer a audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado
- Premiê Theresa May participa de sessão semanal de perguntas no Parlamento do Reino Unido e faz pronunciamento a membros do Partido Conservador
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente
Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor
Apesar de lucro e receita acima do esperado na fintech, o mercado reage ao contexto geopolítico, com maior aversão ao risco no pregão
O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF (MBRF3) e Minerva Foods (BEEF3) após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25)
Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu
O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026
A CSN companhia confirmou a negociação e que a venda da sua divisão de cimentos foi incluída como garantia para obter condições mais vantajosas
O retorno sobre o patrimônio (RoE) ajustado atingiu 24,4% nos últimos três meses do ano passado, um aumento de 5,4 pontos porcentuais ante o mesmo intervalo de 2024
O Capitânia Logística (CPLG11) firmou contrato de 12 anos com empresa do Mercado Livre para desenvolver galpão sob medida em Jacareí, São Paulo
Mesmo sem exposição direta, banco estatal do Espírito Santo sente efeito do rombo bilionário no sistema; veja o que diz a administração
O que pesou sobre os papéis foi a expectativa pelo balanço da companhia referente ao quarto trimestre (4T25), que será apresentado ainda hoje (18), após o fechamento do mercado, e que deve vir com aumento na sinistralidade – de novo
3corações reforça presença na mesa do brasileiro, do café da manhã ao jantar. Essa é a segunda vez que a General Mills vende suas operações no Brasil
Transição para modelo de co-CEOs com executivos da casa não preocupa o banco, que vê continuidade na estratégia e reforço na execução da companhia
Empresas foram excluídas de dezenas de outros índices da B3 em meio a ações pressionadas e rebaixamentos de crédito no mercado
Potencial parceria surge após uma sequência de iniciativas que não conseguiram consolidar a recuperação da companhia, enquanto mercado se questiona: agora vai?
Uma redução mais relevante do endividamento dependerá de iniciativas de execução mais complexa, como a venda de ativos, mas que estão fora do controle da CSN, diz o banco