Arezzo aposta além da moda feminina e fecha parceria com a Vans no Brasil
Por cinco anos, brasileira ficará responsável pela distribuição da marca no país; empresa ainda investirá R$ 50 milhões em estoques de produtos, entre outras coisas
Conhecida pelos calçados femininos, a Arezzo vai pisar em novos terrenos. A empresa fechou uma parceria com americana Vans. Com o acordo, a brasileira - líder no mercado local de calçados, bolsas e acessórios femininos - põe os pés também no segmento de moda jovem.
- O Melhor Curso de Análise Gráfica está com INSCRIÇÕES ABERTAS. Vagas exclusivas e promocionais para leitores Seu Dinheiro, apenas por este link.
O anúncio da parceria com a Vans foi bem recebida pelo mercado. Os papéis ON da Arezzo (ARZZ3) fecharam o pregão desta quarta-feira (2) em alta de 2,96%, a R$ 51,15 — e isso num dia amplamente negativo para o mercado acionário brasileiro, com o Ibovespa recuando quase 3%. Acompanhe nossa cobertura de mercados.
A parceria com a americana dá à Arezzo o direito de licenciamento e distribuição exclusiva no Brasil da marca. A companhia passa a ser responsável pela gestão de fornecedores, logística, distribuição, franchising, e-commerce e expansão de lojas da Vans no país. O contrato é válido por cinco anos, com possibilidade de extensão por mais dois.
A brasileira informou também que investirá cerca de R$ 50 milhões na aquisição de estoques de produtos e de quatro outlets próprios Vans em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
Nova vertente
Segundo o CEO da Arezzo, Alexandre Birman, a parceria com a Vans é um passo importante na estratégia de transformação da companhia em uma plataforma de gestão de marca. "Abrimos uma nova vertente de crescimento. A Vans, em conjunto com as relevantes marcas existentes em nosso portfólio, expande nossa base de clientes", diz.
Com a parceria, a empresa espera ampliar o diálogo com um novo perfil de consumidor e a atuar em novas categorias, como vestuário, infantil e masculino.
Leia Também
Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020
A companhia diz que, sob sua gestão, haverá a expansão da produção local dos artigos Vans. A rede de distribuição também deve ser ampliada, sobretudo por meio de lojas franqueadas. Hoje, cerca de 70% das vendas da Vans estão concentradas na região sudeste.
Há dois anos, a Arezzo iniciou seu processo de transformação digital, com progressiva integração do e-commerce e das lojas físicas de suas marcas. Até o final deste ano, a empresa diz que todas as lojas estarão integradas ao site. Hoje, o e-commerce representa cerca de 10% das vendas totais da companhia.
A Vans possui um escritório-sede em São Paulo, que será mantido, bem como uma estrutura dedicada à marca. Fundada em 1966, na Califórnia, a empresa é uma marca de tênis, vestuário e acessórios focada na cultura jovem. Em 2004, a empresa passou a fazer parte da VF Corporation, uma das maiores empresas globais de roupas, calçados e acessórios relacionados a estilo de vida.
A VF tem ações negociadas na Bolsa de Valores de Nova York e um faturamento anual de cerca de 12 bilhões de dólares. A companhia também controla marcas como Kipling, Timberland, The North Face e JanSport.
Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias
Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana
O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo
Maiores quedas e altas do Ibovespa na semana: com cenário eleitoral e Copom ‘jogando contra’, índice caiu 1,4%; confira os destaques
Com Copom firme e incertezas políticas no horizonte, investidores reduziram risco e pressionaram o Ibovespa; Brava (BRAV3) é maior alta, enquanto Direcional (DIRR3) lidera perdas
Nem o ‘Pacman de FIIs’, nem o faminto TRXF11, o fundo imobiliário que mais cresceu em 2025 foi outro gigante do mercado; confira o ranking
Na pesquisa, que foi realizada com base em dados patrimoniais divulgados pelos FIIs, o fundo vencedor é um dos maiores nomes do segmento de papel
De olho na alavancagem, FIIs da TRX negociam venda de nove imóveis por R$ 672 milhões; confira os detalhes da operação
Segundo comunicado divulgado ao mercado, os ativos estão locados para grandes redes do varejo alimentar
“Candidatura de Tarcísio não é projeto enterrado”: Ibovespa sobe e dólar fecha estável em R$ 5,5237
Declaração do presidente nacional do PP, e um dos líderes do Centrão, senador Ciro Nogueira (PI), ajuda a impulsionar os ganhos da bolsa brasileira nesta quinta-feira (18)
‘Se eleição for à direita, é bolsa a 200 mil pontos para mais’, diz Felipe Miranda, CEO da Empiricus
CEO da Empiricus Research fala em podcast sobre suas perspectivas para a bolsa de valores e potenciais candidatos à presidência para eleições do próximo ano.
Onde estão as melhores oportunidades no mercado de FIIs em 2026? Gestores respondem
Segundo um levantamento do BTG Pactual com 41 gestoras de FIIs, a expectativa é que o próximo ano seja ainda melhor para o mercado imobiliário
Chuva de dividendos ainda não acabou: mais de R$ 50 bilhões ainda devem pingar na conta em 2025
Mesmo após uma enxurrada de proventos desde outubro, analistas veem espaço para novos anúncios e pagamentos relevantes na bolsa brasileira
Corrida contra o imposto: Guararapes (GUAR3) anuncia R$ 1,488 bilhão em dividendos e JCP com venda de Midway Mall
A companhia anunciou que os recursos para o pagamento vêm da venda de sua subsidiária Midway Shopping Center para a Capitânia Capital S.A por R$ 1,61 bilhão
Ação que triplicou na bolsa ainda tem mais para dar? Para o Itaú BBA, sim. Gatilho pode estar próximo
Alta de 200% no ano, sensibilidade aos juros e foco em rentabilidade colocam a Movida (MOVI3) no radar, como aposta agressiva para capturar o início do ciclo de cortes da Selic
Flávio Bolsonaro presidente? Saiba por que o mercado acendeu o sinal amarelo para essa possibilidade
Rodrigo Glatt, sócio-fundador da GTI, falou no podcast Touros e Ursos desta semana sobre os temores dos agentes financeiros com a fragmentação da oposição frente à reeleição do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva
‘Flávio Day’ e eleições são só ruído; o que determina o rumo do Ibovespa em 2026 é o cenário global, diz estrategista do Itaú
Tendência global de queda do dólar favorece emergentes, e Brasil ainda deve contar com o bônus da queda na taxa de juros
Susto com cenário eleitoral é prova cabal de que o Ibovespa está em “um claro bull market”, segundo o Santander
Segundo os analistas do banco, a recuperação de boa parte das perdas com a notícia sobre a possível candidatura do senador é sinal de que surpresas negativas não são o suficiente para afugentar investidores
Estas 17 ações superaram os juros no governo Lula 3 — a principal delas entregou um retorno 20 vezes maior que o CDI
Com a taxa básica de juros subindo a 15% no terceiro mandato do presidente Lula, o CDI voltou a assumir o papel de principal referência de retorno