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Perspectiva se baseia sobretudo nas possíveis privatizações, já que segmentos como energia e saneamento têm alta participação de estatais
Há otimismo no mercado em relação ao desempenho das ações do setor conhecido como utilities, que abarca as empresas de serviços públicos como energia elétrica e saneamento básico. Segundo analistas, a perspectiva positiva se justifica com possíveis privatizações, já que o segmento tem alta participação de estatais, e também pela retomada da atividade econômica, que deve beneficiar principalmente o setor de energia.
Para Sabrina Cassiano, analista da Coinvalores, a economia é o principal fator que justifica o otimismo com o segmento de serviços públicos, com início de uma recuperação no consumo. Ela cita ainda as condições climáticas, importantes para as empresas de energia elétrica, e que estão mais favoráveis neste início de ano.
"Além disso, a tendência também é positiva em termos regulatórios, com menor risco de ingerência política, e com a possibilidade de novas privatizações", completa a analista. As ações preferidas da Coinvalores nesse setor são Engie ON e Alupar Unit.
Pedro Galdi, analista da Mirae Asset, lembra que o setor de utilities concentra boa parte das estatais negociadas na B3, e a posse do presidente Jair Bolsonaro e dos novos governadores impulsionou o valor das ações neste começo de 2019, principalmente pela expectativa de privatizações. "Os múltiplos estavam e continuam defasados por incertezas e agora acabaram mostrando um movimento de recuperação. Já no caso das transmissoras de energia, que se apresentam como boas pagadoras de dividendos, a expectativa segue positiva para um viés de recuperação da economia doméstica", diz Galdi. Dentro do segmento, a Mirae tem recomendação de compra para AES Tietê Unit e Eneva ON.
O analista da Nova Futura Investimentos Alexandre Faturi lembra que o setor de utilitiesno Brasil sempre esteve intrinsecamente ligado ao setor público. "Diante das intenções em privatizar diversas empresas, grande parte da valorização na carteira teórica de utilidade pública pode ser explicada pela agenda de reformas do governo", explica.
Ele ressalta que outro fator relevante é a nova metodologia do WACC (Custo Médio de Capital Ponderado) para o segmento de geração e transmissão de energia, proposta pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). "A nova metodologia deve tornar mais previsível a lucratividade das empresas desses segmentos". Ele lembra que Engie Brasil ON, Energisa Unit, Sabesp ON e Cemig PN são as ações preferidas.
Em relação às carteiras recomendadas para a próxima semana, a Guide Investimentos retirou Marcopolo PN e BRF ON, e incluiu BRMalls ON e B3 ON.
A Mirae também fez duas trocas, retirando Sanepar Unit e Banco do Brasil ON, com as entradas de Randon PN e Itaú Unibanco PN.
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A Socopa retirou Hypera ON da sua carteira e inseriu Usiminas PNA. A Terra Investimentos retirou Usiminas PNA e colocou Klabin Unit em sua carteira. A Modalmais manteve somente Itaú Unibanco PN em relação à carteira anterior, retirando Petrobrás PN, Vale ON, B2W ON e IRB ON. Foram incluídas Usiminas PNA, Bradesco PN, Lojas Renner ON e Ultrapar ON. A Nova Futura trocou toda a carteira, retirando Minerva ON, Ambev ON, Light ON, Ser Educacional ON e RD ON. Entraram Bradesco PN, Cosan ON, Gerdau PN, Petrobrás PN e Weg ON.
A perspectiva de alta para o Ibovespa na semana que vem ganhou impulso no Termômetro Broadcast Bolsa, pesquisa que tem por objetivo captar o sentimento de operadores, analistas e gestores para o comportamento do Ibovespa na semana seguinte. Dos 31 participantes, 64,52% acreditam que a semana será de avanço para o principal índice da B3 e 22,58% preveem queda, contra 50,00% e 23,33%, respectivamente, no levantamento anterior. A expectativa é de estabilidade para 12,09%, bem menor do que no último levantamento, de 26,67%. O Ibovespa subiu 3,96% na semana.
A próxima semana será de agenda pesada, com destaque para as decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos, e também na seara política, que vai testar a disposição dos investidores para colocar a Bolsa na marca inédita de 100 mil pontos.
Na quarta-feira, dia 20, o Comitê de Política Monetária (Copom) anuncia sua decisão sobre a Selic, que hoje está em 6,50%. Será a primeira reunião sob o comando do novo presidente da autarquia, Roberto Campos Neto. Há consenso de que a taxa será mantida no atual patamar e a grande expectativa do mercado é com relação ao comunicado, com investidores atentos a eventuais mudanças no balanço de riscos para a inflação.
No mesmo dia, também o Federal Reserve (Fed, banco central americano) anuncia sua decisão sobre o juro. A aposta unânime é de manutenção da taxa no atual patamar de 2,25% a 2,50% e o mercado quer conferir como estarão as projeções do Fed.
Internamente, as atenções seguem voltadas a Brasília, uma vez que está prevista a chegada da proposta de reestruturação da carreira de militares, com as mudanças nas regras de aposentadoria, ao Congresso no dia 20, e do qual depende o início da discussão da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.
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