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Apesar de não ter participado da cerimônia de posse de Bolsonaro, argentino chega agora acompanhado de um time importante de ministros
O presidente Argentina, Mauricio Macri, vem ao Brasil nesta quarta-feira, 16, para discutir pautas-bombas da região com o presidente Jair Bolsonaro.
Apesar de não ter participado da cerimônia de posse de Bolsonaro - com a desculpa de que estava de férias na Patagônia -, o argentino chega agora acompanhado de um time importante de ministros.
Estão entre elas Nicolás Dujovne (Economia), Dante Sica (Produção), Jorge Faurie (Relações Exteriores), Oscar Aguad (Defesa), Patricia Bullrich (Segurança), Germán Gravano (Justiça e Direitos Humanos), além de Fulvio Pompeo (secretário de Assuntos Estratégicos).
Nas reuniões da equipe econômica, dinamização do comércio bilateral, situação do Mercosul e negociações do bloco com outros países são temas que vão predominar nos debates. A ideia é buscar iniciativas que possam aumentar a integração e a produção em ambos os países, segundo uma fonte do governo argentino.
O governo Macri também quer ampliar as exportações para o Brasil, já que a Argentina apresenta déficits comerciais com o País. O intercâmbio comercial entre as duas maiores economias do Mercosul está longe de seu melhor momento. No ano passado, somou US$ 26 bilhões, o que significa uma queda de 34% em relação aos US$ 39,6 bilhões registrados em 2011, ano recorde.
Na mesa de debates, deverá aparecer ainda o acordo de livre-comércio entre Mercosul e União Europeia, que vem sendo negociado há 20 anos, e a possibilidade de novas parcerias com outros países e blocos. A intenção é integrar o Mercosul globalmente.
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Entre as equipes dos Ministérios de Defesa, Segurança e Justiça, as conversas se concentrarão no combate ao crime organizado (o que deverá incluir trâmites mais ágeis nas fronteiras) e à corrupção. Ainda na pauta elaborada pela Argentina constam os assuntos energia nuclear, desenvolvimento da indústria de satélites e espacial. A situação da Venezuela também deve ser abordada no encontro entre os dois presidentes.
Outro ponto é a criação de um novo bloco para substituir a União das Nações Sul-Americanas (Unasul). O governo brasileiro acredita que o bloco está “praticamente encerrado” e vai propor o uso de fóruns já existentes no Mercosul para substituir a organização em áreas como infraestrutura e questões de fronteira. Segundo fontes, o Brasil é “simpático” à ideia de criar um novo bloco para substituir a Unasul, mas prefere não “duplicar esforços”, por isso vai sugerir usar instâncias que já existem.
O Brasil já foi consultado por países como Chile e Colômbia sobre a possibilidade de criação de um novo bloco em substituição à Unasul (que poderia se chamar Pró-Sul).
*Com Estadão Conteúdo
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