O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Anúncio feito nesta quinta-feira está em linha com o modelo de negócio da companhia, que espera estabelecer um sistema “one stop shop” no setor de materiais de construção
Um gigante ganhando cada vez mais braços. Pouco menos de dois anos após adquirir a fabricante de cerâmicas catarinense CEUSA, a Duratex (DTEX3) voltou ao mercado e anunciou nesta quinta-feira, 23, a aquisição de 100% do capital da Cecrisa Revestimentos Cerâmicos. O acordo prevê o pagamento de quase R$ 1 bilhão, incluindo aquisição de ativos (R$ 539 milhões) e de dívidas (R$ 442 milhões).
O movimento é considerado essencial para acelerar o novo modelo de negócios da Duratex. Há alguns anos, a empresa mira um sistema chamado de "one stop shop", cuja ideia é fornecer diversas soluções e uma ampla gama de produtos para os clientes.
Fundada na década de 1970, a Cecrisa é hoje uma das maiores empresas de revestimentos cerâmicos do Brasil. Ela deve agregar mercado à Duratex graças à sua posição de vantagem no segmento "premium" de cerâmicas, uma vez que é dona da marca Portinari, considerada uma referência em design de alto padrão no país.
Atualmente, a Duratex já está por trás de diversas marcas, como a Durafloor (pisos laminados e LVT), Deca (louças e metais sanitários), Hydra (produtos para aquecimento de água e válvulas), Duratex (painéis de madeira e revestimentos de paredes e forros) e Ceusa (revestimentos cerâmicos).
Para além da marca, a aquisição da Cecrisa foi justificada pelos resultados financeiros atrativos que a empresa veio apresentando nos últimos anos. Além disso, a Duratex também vê grande potencial para ser um complemento de negócios para a Ceusa, tanto pelo portfólio quanto pela sua localização estratégica, próxima à unidade da Ceusa em Santa Catarina.
Em fato relevante divulgado ao mercado, a Duratex afirmou que a conclusão da operação de compra está sujeita ao cumprimento de condições precedentes, entre elas a aprovação da aquisição pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Leia Também
Ainda que esteja longe de ser concluído, o projeto anunciado agradou bastante os investidores. Na bolsa, as ações ordinárias da Duratex dispararam logo após a abertura do pregão de hoje e fecharam o dia em alta de 6,11%.
De modo geral, os analistas de mercado receberam com bons olhos a aquisição anunciada pela Duratex.
Para o Banco Safra, a compra terá um impacto positivo sobre o processo de transformação realizado dentro da empresa. O banco destacou a iniciativa de buscar a diversificação de produtos através de segmentos de alta rentabilidade, como é o caso da marca Portinari.
O Safra também observou que o acordo deve ter um impacto reduzido no fluxo de caixa da Duratex, uma vez que as saídas para a compra da Cecrisa serão parcialmente compensadas pela entrada de R$ 400 milhões referentes à segunda etapa da venda de ativos para a Suzano. A operação foi realizada em maio do ano passado, mas o pagamento dessa segunda parcela deve aparecer apenas no balanço do 2º trimestre de 2019.
Já o Bradesco BBI divulgou um relatório bastante positivo sobre o negócio. Para os analistas de lá, "a Duratex está expandindo sua presença em um mercado importante dentro de materiais de construção, com (...) uma excelente complementaridade ao seu portfólio atual de produtos".
O Bradesco BBI estima que a Duratex se torne a quarta maior produtora de cerâmica do Brasil, com uma participação de mercado de cerca de 3%. Os analistas mantiveram sua classificação "Outperform" (acima da média do mercado) sobre as ações da companhia.
O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui
Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância
O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%