O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Caneladas do presidente no comércio internacional podem ser uma forma pressão sobre o BC americano

O presidente americano Donald Trump começou a semana atirando contra o Brasil, Argentina e França e, hoje, voltou a colocar em dúvida um acordo comercial com a China. Todos esses “tiros”, no entanto, podem ter um mesmo alvo, o Federal Reserve (Fed), banco central americano.
Jerome Powell e companhia têm a última reunião para decisão de juro na próxima semana e os acenos são de que os cortes acabaram, ao menos por ora, com a taxa básica ficando entre 1,5% e 1,75% ao ano, após três reduções consecutivas de 0,25 pontos.
Não seria a primeira vez que Trump semeia uma discórdia e a responsabilidade “cai” no colo do Fed. Em agosto, depois que o Fed começou a cortar o juro, mas passou a mensagem de que não faria um ciclo agressivo de redução, Trump anunciou a imposição de novas tarifas aos chineses e também classificou o país asiático como manipulador de moeda.
As ações da época trouxeram grande incerteza sobre a economia mundial e foi nesse período que ouvimos e lemos muitas notícias sobre a possibilidade de uma recessão global estar a caminho. Em setembro, Trump amenizou o tom e em outubro saíram as primeiras notícias do que seria a fase 1 de um pretendido acordo.
Durante todo esse tempo, Trump fez críticas quase de diárias ao Fed, chegando a falar que o BC americano era o maior problema do país, maior até que a China.
Trump, acusa meio mundo de manipulação cambial, mas quer que o Fed faça ao mesmo, colocando o juro em zero ou abaixo disso para desvalorizar o dólar e ajudar as empresas americanas.
Leia Também
Muito do que diz e faz o presidente pode ser visto como retórica de campanha, já que ele busca a reeleição em 2020 e está enrolado, também, com um processo de impeachment.
A questão, agora, é ver até quando Trump segue tensionando as relações com a China e outros países. Teremos duas datas-chave a observar. A reunião do Fed, em 11 de dezembro, e o dia 15 de dezembro, quando entram em vigor novas majorações tarifárias sobre a China.
ANVISA MANDOU RECOLHER
PSEUDOMONAS AERUGINOSA
A CONTA ESTÁ CHEGANDO
LOTERIAS DA CAIXA
AGENDA DE FERIADOS
SEXTOU NA QUARTA?
FORA DA LISTA
QR CODE DA DISCÓRDIA
NOVO 7X1 ?
A IT GIRL DOS CARROS
O RECADO DE WASHINGTON
SEMPRE ELA
LONDRES BRASILEIRA
ATENÇÃO TURISTA!
PESSIMISMO NO RADAR
FUNDO COM LIMITES
EM BUSCA DE DINHEIRO
EDUCAÇÃO NO BRASIL
CERVEJA DE GRAÇA