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2019-09-28T12:41:13-03:00
Victor Aguiar
Victor Aguiar
Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.
Nada de dinheiro físico

Criptomoedas oficiais? Para economista do ING, BCs podem adotar moedas digitais em breve

Mark Cliffe, do ING, prevê que os bancos centrais poderão desenvolver moedas digitais — como as criptomoedas — em dois ou três anos

28 de setembro de 2019
12:41
Criptomoedas bitcoin
Imagem: Shutterstock

No futuro, os principais bancos centrais do mundo poderão criar suas próprias moedas digitais, como o Bitcoin ou outras criptomoedas? Para o economista-chefe do banco holandês ING, a resposta é sim — e num prazo bem menor do que muita gente pode imaginar.

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De acordo com Mark Cliffe, os principais bancos centrais do mundo provavelmente começarão a fazer movimentos nessa direção "nos próximos dois a três anos". Ele afirma que o lançamento da Libra, a criptomoeda do Facebook, está colocando pressão sobre as autoridades monetárias.

"Creio que já existe algum senso de urgência na comunidade [dos bancos centrais]", diz Cliffe, num vídeo divulgado pela própria instituição.

O economista-chefe do ING ressalta que a adoção de moedas digitais e criptomoedas pelos bancos centrais permitirá que as instituições deixem de se preocupar com as questões relacionadas à circulação do dinheiro físico — o que abrirá espaço para que as autoridades monetárias cortem ainda mais as taxas de juros.

"[As moedas digitais] podem abrir todo um novo leque de opções de política monetária", diz Cliffe. Por outro lado, ele pondera que a aceitação da sociedade pode ser um contratempo para o avanço dos BCs nessa direção. "Muitas pessoas estão bravas com as taxas de juros tão baixas em alguns lugares do mundo", diz ele.

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