O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ao contrário do que pensa uma boa parte dos investidores, não podemos propagar a falácia de que o mercado cripto é um mercado perdedor. Por exemplo, no ano, mais de 63 criptoativos subiram mais do que o Ibovespa
Quando falamos em cripto, a principal ideia que vem à cabeça das pessoas é a noção de um mercado volátil ou, ainda pior, de um mercado em que só se perde dinheiro.
Contra a volatilidade não terei argumentos, é o que é, mas com certeza não é um mercado que apenas gera perdas.
“É um mercado muito arriscado, mas quem souber operar consegue ganhar muito dinheiro.”
Não, não fui em quem afirmou isso. Até porque a expressão “quem souber operar” diz muita coisa sobre o senso comum da frase.
Quem realmente sabe operar nesse mercado?
Os millennials que fizeram milhões em 2017 e abriram hedge funds que fecharam em apenas três meses de operação no ano seguinte?
Leia Também
Ou quem sabe os cabeças-brancas do mercado financeiro, que tentam aplicar modelos tradicionais ao irracional mercado cripto?
Nenhum deles.
Na verdade, ninguém sabe ainda operar com maestria criptomoedas. O campeão do semestre passado tem tudo para não ser o campeão desta metade do ano.
Ainda estamos buscando algo que faça sentido para um mercado tão caótico e sem racionalidade alguma.
Lembra do Ethereum Classic, que perdeu uma grande parte dos seus desenvolvedores em 2018 e depois sofreu um ataque de 51 por cento algumas semanas depois?
Mesmo com essa recente queda do mercado e as altcoins sofrendo mais ainda, o ETC acumula uma alta de 11 por cento no ano.
Mas o Ethereum Classic não é um caso isolado.
A litecoin, que não tem mais dono, está sem roadmap claro e não apresentou desenvolvimentos significativos neste ano, acumula alta de 178 por cento em 2019.
E ainda temos inúmeros outros exemplos.
Essa irracionalidade aconteceu também em 2017, com exemplos de ativos que subiram 9 mil por cento, 15 mil por cento e até 30 mil por cento, sem exagero.
Por isso, acho que não podemos continuar propagando essa falácia de que o mercado cripto é um mercado perdedor.
Volatilidade sim, mas nada além disso.
Existem hoje mais bitcoins que foram minerados a um preço muito abaixo do atual do que bitcoins que foram minerados a preços mais altos que os atuais.
Além disso, o bitcoin é lucrativo em 99 por cento dos dias desde que foi criado, logo, não é possível falar em um mercado de perdas apenas.
O Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira, subiu 15 por cento em 2019; em cripto, temos pelo menos 63 ativos que subiram mais do que isso.
Mais: entre os top 10 ativos em market cap, apenas dois não superariam o desempenho do Ibovespa no ano: ripple (XRP) e stellar lumens (XLM).
O bitcoin, o mais óbvio de todos, mesmo com essa queda atual, acumula alta de 156 por cento no ano.
Até acho que perder os 10 mil dólares, como aconteceu ontem, é preocupante para o mercado, mas apenas no curto prazo.
Porque dentro dos próximos 12 a 36 meses vamos ver esse mercado fazendo aquilo que faz melhor: nos surpreender positivamente e tornar algumas pessoas que apostaram nele mais ricas.
Enquanto uns brilharam, outros comeram poeira em meio à volatilidade que marcou o ano — o ativo digital que mais perdeu no período caiu quase 90%; saiba para onde olhar em 2026
A maior empresa de tesouraria de bitcoin do mundo informou que adicionou mais de 10 mil BTC ao seu caixa, investindo US$ 980 milhões em plena fase de baixa do mercado
A 21shares espera um movimento de preços menos volátil e correções mais moderadas, com a adoção institucional reduzindo oscilações extremas
Duas moedas físicas criadas em 2011 e 2012, quando o bitcoin valia centavos, reaparecem e somam R$ 975 milhões
Com a recente forte correção do bitcoin, analistas voltam a prever o fim da criptomoeda — e o contador de “mortes” já chega a 450
Mercado global de criptomoedas perdeu cerca de US$ 1 trilhão desde o pico de preços nos últimos dias
Queda expressiva do Bitcoin derrubou o desempenho da competição da Synthetix, onde quase 90% dos participantes terminaram no prejuízo
Dado forte nos EUA reduziu apostas de corte de juros, elevou a aversão ao risco e pressionou a criptomoeda
Leão atualizou prestação de informações relativas a operações com criptoativos a fim de intensificar o combate à evasão, à lavagem de dinheiro e ao financiamento de atividades criminosas
Enquanto a maior criptomoeda do mundo registra uma queda da ordem de 13,6% em 30 dias, empresas como a Strategy, a OranjeBTC e o Méliuz têm desempenhos mais fracos
Sempre que um determinado lanche do Mc volta para o cardápio, o Bitcoin dispara. Será que esse fenômeno vai se repetir agora?
Analista técnica e trader parceira da Ripio diz que a próxima faixa de resistência para o bitcoin está entre US$ 106,7 mil e US$ 112,5 mil
A maior criptomoeda do mundo chegou a romper o chamado “suporte psicológico” dos US$ 100 mil na sexta-feira (7), o que ampliou o sentimento de medo extremo entre investidores.
O bitcoin acabou arrastando com ele outros ativos digitais — o ethereum (ETH), por exemplo, chegou a cair quase 10%, com muitos tokens registrando perdas superiores a 50%
De Warren Buffett a Peter Schiff, o Bitcoin já foi declarado ‘morto’ mais de 400 vezes — mas quem investiu em cada uma dessas previsões estaria milionário hoje
O bitcoin até começou outubro em alta, mas turbulências macroeconômicas pesaram sobre o mercado de criptomoedas, especialmente a guerra comercial
Rico, famoso e compositor musical: robô da inteligência artificial compartilha memes, investe e deseja ter direitos, além da própria voz
O youtuber mais famoso do mundo agora pretende expandir seu império com um registro de marca voltada a serviços e pagamentos com criptomoedas; veja quem é
Maior apreensão de bitcoin da história dos EUA expõe rede criminosa ligada ao Camboja, que usava trabalho forçado e mineração para lavar dinheiro.
Analistas projetam que a plataforma de cashback vai ter um Ebitda de R$ 20 milhões no terceiro semestre deste ano