Menu
2019-10-02T17:47:28-03:00
Que tal um voo para Buenos Aires?

Companhia aérea argentina Flybondi tem mais 15 destinos brasileiros no radar

Empresa, que se apresenta como “ultra low cost”, já diz ter recebido uma espécie de “pré-aprovação” para essas rotas

2 de outubro de 2019
15:34 - atualizado às 17:47
Flybondi, companhia aérea ultra low cost
Flybondi, companhia aérea ultra low cost - Imagem: Shutterstock

Estreante no mercado brasileiro, a aérea argentina Flybondi já mapeou 15 destinos que gostaria de voar no País a partir de Buenos Aires, envolvendo 99 rotas, além dos dois para os quais já está vendendo passagens - Rio de Janeiro e Florianópolis.

Segundo o diretor comercial Mauricio Sana Saldaña, a empresa que se apresenta como "ultra low cost" já recebeu uma espécie de "pré-aprovação" para essas rotas, que incluem capitais como Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte e Recife.

Agora, fará uma análise aprofundada de cada mercado para definir suas prioridades antes de formalizar pedidos de voos junto às autoridades.

Entre esses destinos, está São Paulo, um dos maiores mercados da América Latina. O executivo da Flybondi reitera que há interesse em operar voos para o Estado, seja em Guarulhos ou Viracopos. Mas ele explica que, antes de tomar esse passo, a empresa quer trabalhar sua marca e se fazer mais conhecida entre os brasileiros.

Uma das cinco empresas de baixo custo que vieram ao País desde a desregulação do despacho de bagagem, a argentina Flybondi começa a voar entre o Rio de Janeiro (Aeroporto do Galeão) e Buenos Aires (El Palomar) neste mês.

Nesta quarta-feira, 02, a companhia lançou uma ação promocional e está vendendo passagens na rota a R$ 1 mais taxas, somando aproximadamente R$ 123 por trecho.

Outra rota já anunciada pela empresa é Buenos Aires-Florianópolis: o primeiro voo decola em 20 de dezembro, e também conta com preços competitivos, mais baixos do que os da concorrência. Considerando as duas cidades, já estão programados 230 voos (400 por ano, se contados até setembro de 2020) e 44 mil assentos (de 75 mil anuais). No total, já foram vendidos 20 mil assentos dos voos nas duas rotas até o final de março.

A Flybondi começou suas atividades no ano passado e hoje conecta 17 destinos argentinos, além de voar para Assunção (Paraguai) e para Punta Del Leste (Uruguai) na temporada. A companhia diz ter 9% do mercado argentino e ocupação média dos voos acima de 80%. Em 18 meses de operações, a aérea já transportou cerca de 2 milhões de passageiros - destes, cerca de 20% nunca haviam voado antes.

Saldana conta que os planos iniciais da empresa foram afetados pela piora da situação econômica da Argentina. A meta de expandir sua frota de 5 para 10 aviões 737-800 NG até o fim deste ano foi postergada. "Se as coisas (na Argentina) se estabilizarem, deve haver aquecimento", diz o executivo.

Vendendo-se como ultra low cost, a Flybondi comercializa passagens aéreas a preços muito inferiores aos de empresas tradicionais.

O sucesso desse modelo de negócio, defendem os executivos, é diluir os custos com operações mais eficientes, incluindo mais assentos nas aeronaves e cobrando por serviços adicionais, como marcação de assentos e despacho de bagagem (bagagens de cabine também não estão inclusas no bilhete).

Além isso, opera no aeroporto de pequeno porte El Palomar, que é dedicado aos voos low cost. A aérea sustenta que, comparando suas operações com empresas não low cost em igualdade de condições, a eficiência de custo por passageiro é 64% maior.

Comentários
Leia também
OS MELHORES INVESTIMENTOS NA PRATELEIRA

Garimpei a Pi toda e encontrei ouro

Escolhi dois produtos de renda fixa para aplicar em curto prazo e dois para investimentos mais duradouros. Você vai ver na prática – e com a translucidez da matemática – como seu dinheiro pode render mais do que nas aplicações similares dos bancos tradicionais.

COLUNA DO PAI RICO PAI POBRE

3 passos para sobreviver à crise atual no mercado

Um investidor inteligente com educação financeira se concentra menos no que não pode ser controlado — o preço, por exemplo — e mais no que pode ser controlado, como as taxas de juros fixas e as taxas de retorno.

Acabou a crise?

A maldição de maio não pegou de novo: bolsa foi o melhor investimento do mês, e dólar foi o pior

Pelo segundo ano consecutivo, a máxima “sell in may and go away” não se fez valer. Ativos de risco se saíram bem em maio, mas títulos públicos de longo prazo e o dólar tiveram desempenho negativo

Covid no Brasil

Brasil chega a 465,1 mil casos por coronavírus e 27,8 mil mortes

Do total de casos confirmados, 189.476 pacientes foram recuperados

Agência de telecomunicações

Anatel acata decisão judicial e aprova regra que retira sigilo de ligações

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) regulamentou a questão ontem, 28, em cumprimento a uma decisão da Justiça Federal do Sergipe

seu dinheiro na sua noite

Adam Smith e o PIB da pandemia

A economia funciona desta forma: a produção de bens e serviços só existe em função do consumo. Essa conclusão não é minha, é claro, mas de Adam Smith. Citar o “pai” do liberalismo em um raro momento de consenso sobre a necessidade de maior atuação do Estado para conter os efeitos do coronavírus na economia […]

De novo

CVC adia mais uam vez entrega do balanço do quarto trimestre de 2019

A operadora e agência de viagens CVC informou nesta sexta-feira, 29, que as suas demonstrações financeiras referentes ao exercício de 2019 só devem ser apresentadas até 31 de julho

Auxílio emergencial

Caixa abre mais de 2 mil agências no sábado

Por enquanto, apenas quem recebeu a primeira parcela até 30 de abril e nasceu em janeiro pode sacar o valor

Saldo positivo

Após muita volatilidade, dólar acumula queda de 1,83% em maio; Ibovespa sobe 8,57% no mês

Uma suavização nos fatores de risco domésticos e globais permitiu que o dólar se despressurizasse em maio e levou o Ibovespa de volta aos 87 mil pontos

Presidente da Câmara

Maia rechaça aumento de impostos para suprir queda na receita e defende reformas

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que considera difícil qualquer tipo de aumento na carga tributária para compensar a queda de receita pública por causa da pandemia de covid-19

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu
Advertisements