🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA: 3 AULAS GRATUITAS – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

A Bula do Mercado

Agenda do dia define juros

Dados de emprego nos EUA e de inflação ao consumidor no Brasil calibram as apostas do mercado financeiro em relação ao rumo dos juros neste mês

Roberto Campos Neto e Jerome Powell, presidentes dos bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos
Também merece atenção o discurso do presidente do Fed, Jerome PowellImagem: Divulgação

A primeira sexta-feira do mês traz, como de costume, os dados oficiais sobre o emprego nos Estados Unidos (payroll) e sobre a inflação ao consumidor no Brasil (IPCA). Os números tendem a calibrar as apostas do mercado financeiro em relação à decisão de juros do Federal Reserve e do Comitê de Política Monetária (Copom), daqui a duas semanas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por aqui, a queda do dólar para perto de R$ 4,10 praticamente consolidou as chances de um novo corte de meio ponto na Selic, em meio ao cenário de atividade fraca e inflação confortável. Lá fora, as incertezas em relação ao impacto da guerra comercial na economia real elevam a pressão por uma nova ação do Fed - quiçá, mais agressiva.

Mas os argumentos param por aí. Por mais que o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirme que não deixará de cortar a Selic por causa do dólar, sabe-se que se o juro básico brasileiro renovar o piso histórico, podendo cair ainda mais até dezembro, a 5,00%, a pressão sobre a moeda norte-americana tende a ser ainda maior, consolidando o nível de R$ 4,00 como um “novo normal” para o câmbio, em meio à baixa atratividade do diferencial de juros pago aqui.

Já as razões para o Fed agir têm caráter político, diante das críticas do presidente Donald Trump. Afinal, o mercado de trabalho norte-americano segue sólido, sem sinais claros de pressão inflacionária, o que não exige nenhum estímulo, por ora. O risco, então, seria o Fed ficar sem opção para agir quando for de fato necessário, em caso de uma recessão no país.

Por isso, também merece atenção o discurso do presidente do Fed, Jerome Powell, sobre política monetária, às 13h30. Entre os indicadores econômicos, o IPCA de agosto será conhecido às 9h e deve mostrar alta de 0,1% em relação a julho, com a taxa acumulada em 12 meses seguindo abaixo da meta perseguida pelo Banco Central, em 3,5%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na sequência, às 9h30, sai o número de postos de trabalho criados nos EUA no mês passado. Após os dados do setor privado ontem, a expectativa é de que tenham sido abertas 160 mil vagas, infladas com a contratações para o Censo de 2020, com a taxa de desemprego seguindo perto do nível mais baixo em quase 50 anos, em 3,7%. Já o ganho médio por hora tende a esfriar e crescer 3,0%.

Leia Também

TOUROS E URSOS #285

Lula ainda não ganhou e eleição segue em 50/50, diz CIO do ASA; veja como investir sem apostar em um candidato

FII

TRXF11 desiste de compra de imóveis de quase R$ 1 bilhão, incluindo ‘prédio do gramado’ na Faria Lima; cotistas comemoram

Ainda na agenda econômica do dia, no Brasil, saem outros dois índices de preços em agosto, o IGP-DI (8h), que deve registrar deflação, e o INPC (9h), além de números sobre o custo da construção civil no mês passado (9h). No fim de semana, o presidente Jair Bolsonaro passa pela quarta cirurgia, desde a facada durante a campanha eleitoral, há um ano. Já no exterior, merece atenção hoje a leitura final do Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro no segundo trimestre deste ano.

Exterior retoma cautela

À espera dos dados efetivos e da fala de Powell, os mercados internacionais redobram a cautela, mostrando fôlego encurtado para ampliar o recente rali. Ainda assim, o sinal positivo segue firme nos ativos de risco. As principais bolsas asiáticas encerraram o dia em alta moderada, ecoando o encontro entre EUA e China no mês que vem.

O otimismo de que as duas maiores economias do mundo vão encontrar uma solução para a questão comercial ainda sustenta Wall Street no azul, mas as principais bolsas europeias perdem força. O petróleo também recua, ao passo que o dólar mede forças em relação às moedas rivais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como o progresso esperado nas negociações é limitado, podendo haver reviravoltas no caminho, os investidores seguem preocupados com o fato de a incerteza sobre o conflito e a consequências de tarifas impostas por ambos os lados exacerbarem a desaceleração do crescimento econômico global, prejudicando o lucro das empresas.

Afinal, por mais que tenha sido anunciado que as reuniões que ocorrerão em Washington serão em vários níveis, o fato é que o encontro esperado para este mês foi adiado para o início de outubro, ainda sem data definida. E, no começo do mês que vem, as tarifas de 25% sobre US$ 250 bilhões de produtos chineses irão subir para 30%, no que será a escalada mais recente da guerra comercial, às vésperas do grande encontro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Cifrão em um prédio em construção representando os dividendos das ações de construtoras, incorporadoras e fundos imobiliários 27 de agosto de 2026 - 10:04
Copo de cerveja dourada e gelada centralizado em primeiro plano, com gotas de condensação visíveis no vidro. Ao fundo, desfocado, aparece um gráfico financeiro com velas e linhas de mercado em tons de laranja e vermelho, simbolizando o impacto de fatores econômicos e tributários sobre a Ambev e o setor de bebidas. 25 de agosto de 2026 - 19:41
25 de agosto de 2026 - 16:01
25 de agosto de 2026 - 13:06
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro 24 de agosto de 2026 - 17:03
ações ibovespa bolsa brasileira 23 de agosto de 2026 - 15:30
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 21 de agosto de 2026 - 19:33
Wall Street diante de um gráfico vermelho de queda 21 de agosto de 2026 - 18:31
Ações da Hapvida (HAPV3) 21 de agosto de 2026 - 18:02
fundo incentivado de investimento em infraestrutura fi infra 21 de agosto de 2026 - 16:00

Conteúdo BTG Pactual

FI-Infra: Conheça classe de ativos e saiba se vale a pena investir agora

21 de agosto de 2026 - 16:00
Montagem traz um fundo de gráfico de ações em vermelho, a analista da Empiricus, Lais Costa, em primeiro plano; Luis Leal (da G5 Partners) do lado esquedo e Luis Stuhlberger do lado direito da imagem. Na parte inferior, a pergunta: Fim de uma era? 20 de agosto de 2026 - 19:02
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar