🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Olivia Bulla

Olivia Bulla

Olívia Bulla é jornalista, formada pela PUC Minas, e especialista em mercado financeiro e Economia, com mais de 10 anos de experiência e longa passagem pela Agência Estado/Broadcast. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e tem conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado).

A Bula do Mercado

Agenda do dia define juros

Dados de emprego nos EUA e de inflação ao consumidor no Brasil calibram as apostas do mercado financeiro em relação ao rumo dos juros neste mês

Olivia Bulla
Olivia Bulla
6 de setembro de 2019
5:29 - atualizado às 9:41
Roberto Campos Neto e Jerome Powell, presidentes dos bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos
Também merece atenção o discurso do presidente do Fed, Jerome Powell - Imagem: Divulgação

A primeira sexta-feira do mês traz, como de costume, os dados oficiais sobre o emprego nos Estados Unidos (payroll) e sobre a inflação ao consumidor no Brasil (IPCA). Os números tendem a calibrar as apostas do mercado financeiro em relação à decisão de juros do Federal Reserve e do Comitê de Política Monetária (Copom), daqui a duas semanas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por aqui, a queda do dólar para perto de R$ 4,10 praticamente consolidou as chances de um novo corte de meio ponto na Selic, em meio ao cenário de atividade fraca e inflação confortável. Lá fora, as incertezas em relação ao impacto da guerra comercial na economia real elevam a pressão por uma nova ação do Fed - quiçá, mais agressiva.

Mas os argumentos param por aí. Por mais que o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirme que não deixará de cortar a Selic por causa do dólar, sabe-se que se o juro básico brasileiro renovar o piso histórico, podendo cair ainda mais até dezembro, a 5,00%, a pressão sobre a moeda norte-americana tende a ser ainda maior, consolidando o nível de R$ 4,00 como um “novo normal” para o câmbio, em meio à baixa atratividade do diferencial de juros pago aqui.

Já as razões para o Fed agir têm caráter político, diante das críticas do presidente Donald Trump. Afinal, o mercado de trabalho norte-americano segue sólido, sem sinais claros de pressão inflacionária, o que não exige nenhum estímulo, por ora. O risco, então, seria o Fed ficar sem opção para agir quando for de fato necessário, em caso de uma recessão no país.

Por isso, também merece atenção o discurso do presidente do Fed, Jerome Powell, sobre política monetária, às 13h30. Entre os indicadores econômicos, o IPCA de agosto será conhecido às 9h e deve mostrar alta de 0,1% em relação a julho, com a taxa acumulada em 12 meses seguindo abaixo da meta perseguida pelo Banco Central, em 3,5%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na sequência, às 9h30, sai o número de postos de trabalho criados nos EUA no mês passado. Após os dados do setor privado ontem, a expectativa é de que tenham sido abertas 160 mil vagas, infladas com a contratações para o Censo de 2020, com a taxa de desemprego seguindo perto do nível mais baixo em quase 50 anos, em 3,7%. Já o ganho médio por hora tende a esfriar e crescer 3,0%.

Leia Também

Ainda na agenda econômica do dia, no Brasil, saem outros dois índices de preços em agosto, o IGP-DI (8h), que deve registrar deflação, e o INPC (9h), além de números sobre o custo da construção civil no mês passado (9h). No fim de semana, o presidente Jair Bolsonaro passa pela quarta cirurgia, desde a facada durante a campanha eleitoral, há um ano. Já no exterior, merece atenção hoje a leitura final do Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro no segundo trimestre deste ano.

Exterior retoma cautela

À espera dos dados efetivos e da fala de Powell, os mercados internacionais redobram a cautela, mostrando fôlego encurtado para ampliar o recente rali. Ainda assim, o sinal positivo segue firme nos ativos de risco. As principais bolsas asiáticas encerraram o dia em alta moderada, ecoando o encontro entre EUA e China no mês que vem.

O otimismo de que as duas maiores economias do mundo vão encontrar uma solução para a questão comercial ainda sustenta Wall Street no azul, mas as principais bolsas europeias perdem força. O petróleo também recua, ao passo que o dólar mede forças em relação às moedas rivais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como o progresso esperado nas negociações é limitado, podendo haver reviravoltas no caminho, os investidores seguem preocupados com o fato de a incerteza sobre o conflito e a consequências de tarifas impostas por ambos os lados exacerbarem a desaceleração do crescimento econômico global, prejudicando o lucro das empresas.

Afinal, por mais que tenha sido anunciado que as reuniões que ocorrerão em Washington serão em vários níveis, o fato é que o encontro esperado para este mês foi adiado para o início de outubro, ainda sem data definida. E, no começo do mês que vem, as tarifas de 25% sobre US$ 250 bilhões de produtos chineses irão subir para 30%, no que será a escalada mais recente da guerra comercial, às vésperas do grande encontro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar