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Calendário para aprovação em plenário é cada vez mais apertado
Depois de mais de seis horas de discussões e manobras regimentais da oposição na tentativa de adiar ao máximo o avanço da reforma da Previdência, os deputados favoráveis à medida conseguiram limpar a pauta para que o parecer do relator do projeto de lei na comissão especial da Câmara dos Deputados, Samuel Moreira (PSDB/SP), seja votado na manhã de hoje em Brasília.
O relator fez ontem a leitura de uma terceira versão de seu parecer, favorável à maior parte das mudanças nas regras de aposentadoria, assim como os dois anteriores. A sessão avançou pela noite e entrou pela madrugada desta quinta-feira. Passava da 1h quando a sessão da comissão foi encerrada.
Enquanto o presidente Jair Bolsonaro empenhava-se pessoalmente em uma tentativa frustrada de obter concessões a policiais federais na reforma, os deputados de oposição recorreram à falta de tempo para ler os detalhes do novo parecer para justificar as manobras protelatórias, mas também não obtiveram sucesso.
Com isso, a votação do parecer foi marcada para hoje, em sessão prevista para se iniciar às 9h. Anteontem, o presidente da comissão especial, Marcelo Ramos (PL/AM), afirmou que haveria um empenho dos deputados favoráveis à reforma para que o parecer fosse votado ainda ontem. Hoje, os deputados votarão primeiro o texto-base da proposta. A seguir, entrarão na pauta os destaques para votação em separado.
No momento, considera-se improvável que a oposição consiga obstruir a tramitação da reforma ao ponto de o projeto de lei não chegar ao plenário da Câmara antes do recesso. A data-limite é 18 de julho. A dúvida, no momento, é se haverá tempo hábil para que a reforma da Previdência seja aprovada em dois turnos antes do intervalo nas atividades parlamentares.
Dúvidas à parte, a expectativa é de que a reforma da Previdência seja o tema predominante nas decisões dos investidores nesta quinta-feira, umas vez que os mercados financeiros norte-americanos seguirão fechados devido ao feriado de Dia da Independência dos Estados Unidos.
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Sem Wall Street no radar depois de um dia de novos recordes de alta, os mercados de ações asiáticos encerraram a sessão de hoje sem direção única. Na Europa, as principais bolsas de valores iniciaram os negócios buscando o território positivo.
Por aqui, caso o cenário de avanço da reforma se confirme, a expectativa é de que o Ibovespa renove suas máximas históricas e busque novos recordes, mesmo diante de uma liquidez menor por causa do feriado nos EUA.
Da mesma maneira, o dólar deve seguir testando o nível dos R$ 3,80, enquanto as taxas dos contratos futuros de juros tendem a manter a queda. Lembrando que o ciclo de cortes na taxa Selic desejado pelos agentes do mercado financeiro tem sido atrelado pelo Banco Central ao andamento das reformas, em especial a da Previdência.
Não é demais lembrar que o calendário para o avanço da reforma da Previdência é bastante apertado. Em um dia no qual não há indicadores econômicos relevantes previstos e a liquidez tende a ser baixa, qualquer desvio deste cenário tem o potencial de levar os investidores da euforia à cautela.
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