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Segundo analistas, a BR terá um desafio duro para melhorar suas margens e eficiência diante de um mercado muito mais competitivo. Hoje, o custo operacional da BR Distribuidora está na casa dos R$ 80 por metro cúbico de combustível, contra algo perto de R$ 60 dos seus principais pares
O presidente da BR Distribuidora, Rafael Grisolia, reconheceu lacunas na rentabilidade da companhia ao compará-la com seus pares no Brasil. "Não somos a mais rentável. Temos competidores que mostram todos os dias onde nós poderíamos estar", afirmou, após evento que marcou o follow on de parte dos papéis da BR sob o controle da Petrobras, nesta quinta-feira, 25, em São Paulo.
Questionado sobre como melhorar a estrutura da empresa, Grisolia disse que a BR tem se voltado para dez iniciativas com foco em eficiência. "É um conjunto de coisas que parecem ser simples, mas é a efetividade do negócio de distribuição de combustíveis, como precificar adequadamente a venda ao B2B, compra de produtos nas refinarias locais e também na importação, e ter um plano de marketing adequado", afirmou.
Segundo analistas, a BR terá um desafio duro para melhorar suas margens e eficiência diante de um mercado muito mais competitivo. Hoje, o custo operacional da BR Distribuidora está na casa dos R$ 80 por metro cúbico de combustível, contra algo perto de R$ 60 dos seus principais pares.
Questionado sobre espaço para elevar a importação de combustíveis com a saída da Petrobras como controladora, Grisolia disse apenas que a função da empresa é garantir a melhor compra possível. O executivo apontou ainda que o plano da empresa agora é acelerar as metas estabelecidas no IPO, em dezembro de 2017, com foco na revisão de contratos e melhoria na eficiência da empresa.
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