Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Um achado na bolsa: que tal uma parada no purgatório da beleza e do caos?

Hoje, com a Bolsa renovando as suas máximas dia após dia, para encontrar coisa boa é preciso sujar as mãos na lama e cavar. E foi no fundo que encontrei uma boa oportunidade..

11 de julho de 2019
6:04 - atualizado às 9:46
Vista panorâmica do Rio de Janeiro
Sustentabilidade, neutralidade geopolítica e comércio exterior são pontos fortes do Brasil, na visão do BTG - Imagem: Shutterstock

Quando a Marina, minha editora e líder suprema aqui no Seu Dinheiro, me convidou a participar deste novo projeto, logo me preocupei com o desafio de trazer, mensalmente, uma ideia realmente interessante de investimento para os eventuais dois ou três leitores que por aqui passarem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fazer uma análise detalhada, com avaliação de riscos, potencial de retornos e tudo o mais é relativamente fácil: sempre falo por aí que qualquer macaco bem treinado consegue montar uma planilha bonitinha com um fluxo de caixa descontado e um preço-alvo para qualquer ação.

Mas os grandes desafios do investidor são:

  1. ter boas ideias
  2. vencer os seus vieses.

Ter boas ideias é o mesmo que achar ativos baratos – o que está bom para comprar? Por que está barato? Tem algum gatilho para valorizar no médio prazo? Há uns três anos, isso era relativamente fácil: tudo estava barato! Magazine Luiza negociava perto de R$ 1 (hoje está mais de R$ 190) e Itaú, que hoje vale mais do que R$ 34, chegou a ser negociado a R$ 11,32.

A dificuldade ali era domar o medo, que alimentava a (falsa) percepção de que a crise seria eterna, posto que não é chama.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É duro decidir comprar quando o maior gestor da história da nação está na capa do jornal falando que ainda não tínhamos chegado no fundo do poço e que, depois do fundo, ainda ia rolar um alçapão!

Leia Também

Eu, que vivi de perto a crise de 2008, tinha me prometido nunca mais deixar esse tipo de oportunidade passar e, em 2016, comprei algumas coisas, mas me arrependo de não ter “vendido o carro” para comprar ação da Petrobras.

Hoje, com a Bolsa renovando as suas máximas dia após dia, para encontrar coisa boa é preciso sujar as mãos na lama – não vai dar para comprar Equatorial (EQTL3) com desconto de 50%, mas dá para encontrar algo menos premium a um preço atraente.

O que ainda está barato na bolsa?

Garimpei na bolsa e encontrei uma oportunidade no fundo. Literalmente. É um fundo imobiliário em uma situação interessante de assimetria para quem for capaz de domar os instintos mais primitivos de medo. Ele ainda está barato por causa da crise imobiliária no Rio de Janeiro, que ainda não ensaia uma recuperação como nas demais capitais. Mas essa crise não vai durar para sempre, por mais que esteja difícil ver uma saída no meio do caos cotidiano do carioca médio. A hora é de ter sangue frio e comprar os bons ativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veja o caso do Torre Almirante (ALMI11). É um fundo imobiliário incorporado em novembro de 2004 que tem 40% do Edifício Torre Almirante, localizado no centro do Rio de Janeiro, na avenida Almirante Barroso, 81.

A localização é privilegiada – o edifício fica a pouco mais de um quilômetro do Aeroporto Santos Dumont em meio a prédios bem antigos e mais do que necessitados de um bom retrofit (quem conhece o centro do Rio sabe do que estou falando).

O edifício foi entregue em 2004, já 100% ocupado pela Petrobras, além de uma agência da Caixa, que ocupa a loja no térreo. Em 2015, o contrato de locação foi renovado pelo valor mensal (já corrigido pelo IGP-M) de R$ 188/m² – aquela coisa que a gente só vê em estatais.

O problema é que com os cortes nos investimentos (quem não se lembra do Petrolão!?), a gigante resolveu encolher e desocupar completamente o prédio – em agosto de 2016, informou a intenção de rescisão contratual e, em fevereiro de 2017, deixou o imóvel.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde então, o gestor do fundo (BTG Pactual) vem buscando novos locatários. Em abril de 2017, a We Work fechou a locação de seis andares, para um total de 7,3 mil m² (17,6% da área disponível para locação do edifício).

De lá para cá, nada! Nenhum outro contrato foi fechado!

O problema é que, com 82% da área vaga, os proprietários do Torre Almirante precisam arcar com com os custos de condomínio e IPTU e, com isso, no fim do ano passado, o fundo veio a mercado atrás de caixa para atravessar a época de vacas magras.

Em novembro de 2018, foi anunciada a captação de R$ 7,6 milhões (6.477 cotas a R$ 1.174 cada) – caixa suficiente para manter o fundo por cerca de quatro anos, se a queima de caixa se mantiver na faixa de R$ 150 mil/mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao tirar a questão do caixa da frente, o Almirante agora “só” tem que se preocupar com a redução da vacância para transformar a queima em geração de caixa e voltar a distribuir proventos para seus cotistas.

E é justamente aí que entra você.

Antes de mais nada, vamos dar uma olhada embaixo do capô do ALMI11.

O que tem no fundo?

O fundo tem 40% do Torre Almirante, edifício localizado no centro do Rio de Janeiro. No total, são 41,5 mil metros quadrados distribuídos em 36 andares – 1,1 mil metros quadrados por pavimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar de ser classificado como “A” pela SiiLA, o empreendimento tem quase todas as características de um A+ (ar condicionado central, piso elevado, pé direito de 2,7 metros, etc) – o tamanho da laje acabou pesando contra: é preciso ter 1,2 mil metros quadrados, no mínimo.

Um pouco antes de desocupar o imóvel, a Petrobras fez um forte investimento em cabeamento e adequação para servidores e TI de uma forma geral – os andares, de acordo com os gestores, estão preparados para acomodar tecnologia de ponta.

Torre Almirante, prédio no centro do Rio de Janeiro
Torre Almirante, prédio no centro do Rio de Janeiro - Imagem: Divulgação

A fachada também foi revitalizada há pouco tempo e, na falta de um termo técnico melhor, o prédio está bonitão, como você pode ver pelas fotos.

A distribuição e ocupação dos andares se dá como segue:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Tabela mostra disposição dos andares no edifício Torre Almirante, no Rio.
Disposição dos andares no edifício Torre Almirante, no Rio. - Imagem: Empiricus e Siila

O sócio do ALMI11 é a Brookfield, empresa canadense e uma das maiores gestoras de ativos imobiliários do mundo. Recentemente, a companhia levou a participação no empreendimento que era do BC Fund (BRCR11) por um valor não divulgado.

Como o fundo e a Brookfield dispõem de frações ideais dos imóveis, não concorrem por locatários – todo mundo participa das locações e vacância de cada conjunto na proporção de suas propriedades.

A localização é privilegiada, dada a proximidade com o aeroporto Santos Dumont e, por mais que o centro do Rio apresente vacância elevada – cerca de 31% – a oferta de imóveis é limitada, já que não há muita disponibilidade de terrenos na região, espremida entre o mar e os morros que embelezam a vista da cidade.

Quanto vale a brincadeira?

Há muitas formas de se avaliar um ativo imobiliário e, desconfio, todas chegam em números errados. Mas o exercício é válido para ser ter uma ideia de quanto vale a brincadeira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com 111.177 cotas negociadas a cerca de R$ 1.400 cada, o valor de mercado do fundo é de R$ 152 milhões, o que dá cerca de R$ 9,2 mil/m². Não existe uma conta exata, mas se levarmos em consideração o preço do terreno (cuja oferta é limitada no centro do RJ), documentação e o custo de construção, não dá para colocar um prédio equivalente em pé por menos de R$ 20 mil o m². Isso sem contar o risco de execução e o custo de oportunidade (o tempo que demora para incorporar, construir e entregar o imóvel).

Se você acredita em uma recuperação do mercado imobiliário no Rio de Janeiro e que, nos próximos três anos, o fundo volte a operar em linha com seu custo de reposição, temos uma taxa interna de retorno implícita de 29,6% ao ano – muito atraente dado o CDI de 6,5% ao ano.

Mas essa metodologia é uma das que menos gosto: pouco importa quanto custa para construir um imóvel, o que nos importa é quanto ele pode gerar de rendimento.

Assim, se olharmos para o valor atual de aluguel, temos o seguinte: pelas minhas contas, o aluguel com a WeWork está saindo em torno de R$ 105 por mês por metro quadrado, isso dá uma receita anual de R$ 1.260 por metro quadrado. A um cap rate de 7%, acima da média dos fundos de lajes comerciais, temos um preço-alvo de R$ 18 mil por metro quadrado – um potencial de 96% de valorização!

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se a gente começar a trabalhar com alquimia, ou o famoso modelo de fluxo de caixa descontado (DCF, da sigla em inglês), e assumirmos algumas premissas básicas: uma taxa de desconto de 6,2% (350 bps acima do cupom líquido da NTN-B 35), queda gradual de vacância a partir de fevereiro de 2020, vacância orgânica de 10%, preço de aluguel em linha com o contrato atual sem ganhos reais nos próximos anos, temos um valor justo de R$ 2.152 por cota – potencial de valorização de 57%!

O que fazer, então?

Como vimos na sessão anterior, diferentes métodos indicam forte potencial de valorização para as cotas do fundo e, dito isso, me parece fazer sentido comprar as cotas nos preços atuais. Assim, é razoável comprar as cotas até R$ 1.500 – desde que se tenha paciência para esperar pela melhora do mercado imobiliário e/ou ocupação do edifício.

Como o fundo é pouco líquido, não é preciso sair comprando como um louco, é melhor montar sua posição aos poucos para evitar distorções de preço.

E o que pode dar errado?

As cotas são negociadas em Bolsa e, com isso, flutuações de preço são esperadas – é preciso saber conviver com os movimento adversos do mercado. Além disso, destaco alguns riscos particulares ao investimento no ALMI11:

  1. O principal risco do fundo é o risco de vacância – o imóvel está praticamente desocupado há um bom tempo e as receitas de aluguel, atualmente, não são suficientes para fazer frente a todas as despesas do imóvel (IPTU e condomínio, por exemplo). Se a situação persistir por muito tempo, o fundo pode ser obrigado a fazer uma nova emissão ou chamar os cotistas a fazer um aporte. Pela posição de caixa, é pouco provável que isso ocorra, mas é uma situação que não pode ser descartada.
  2. As cotas possuem baixa liquidez (diariamente, a negociação média fica em torno de R$ 139 mil). Assim, em momentos de maior stress, fica difícil desmontar posição sem incorrer em um bom desconto no preço de venda. A baixa liquidez, via de regra, também implica em maior volatilidade das cotas no dia a dia.
  3. Risco de crédito: não há como garantir que os locatários (presentes e futuros) irão honrar seus compromissos e pagar os aluguéis em dia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
IGNORANDO A GRAVIDADE

Bolsa brasileira melhor que o S&P 500: Ibovespa faz história e analistas veem espaço para o rali continuar

10 de abril de 2026 - 12:23

Itaú BBA e Bank Of America dizem até onde o índice pode ir e quem brilhou em uma semana marcada por recordes sucessivos

MENOR PATAMAR EM DOIS ANOS

Dólar abaixo de R$ 5? O que precisa acontecer para a moeda cair ainda mais — e o que poderia atrapalhar isso

9 de abril de 2026 - 16:29

Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização

DE VOLTA AO JOGO

Como a Petrobras (PETR4) recuperou R$ 27 bilhões perdidos na véspera e ajuda o Ibovespa a passar dos 195 mil pontos

9 de abril de 2026 - 14:42

Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira

MUDANÇAS NO PORTFÓLIO

Riza Arctium Real Estate (RZAT11) anuncia venda de imóveis, e cotistas vão sair ganhando; veja os detalhes das operações

9 de abril de 2026 - 12:00

O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas

VEJA OS DESTAQUES DA PRÉVIA OPERACIONAL

Tenda (TEND3) ‘faz a festa’ fora do Ibovespa após prévia operacional, mas calcanhar de Aquiles segue o mesmo. O que fazer com as ações?

8 de abril de 2026 - 16:40

A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores

SEGURANÇA E DEFESA

O superciclo de investimento de US$ 2,6 trilhões que sobrevive à trégua de Trump com o Irã e está apenas começando

8 de abril de 2026 - 14:12

Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.

UM DOS GRANDES PROBLEMAS

Maior alta do Ibovespa: Hapvida (HAPV3) dispara mais de 10% com possível venda bilionária de ativos

8 de abril de 2026 - 12:37

Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline

MERCADO IMOBILIÁRIO

FIIs colocam Pague Menos e Amazon na mira, e emissão milionária rouba a cena; veja o que movimenta os fundos imobiliários hoje

8 de abril de 2026 - 11:12

Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir

MERCADOS HOJE

Ibovespa sobe mais de 2% com cessar-fogo entre EUA e Irã, mesmo com Petrobras (PETR4) desabando; dólar cai a R$ 5,10

8 de abril de 2026 - 9:52

O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia

HORA DE INVESTIR

‘Ações não são o patinho feio’. Gestores estão otimistas com os ganhos do Ibovespa mesmo diante da guerra e das eleições

7 de abril de 2026 - 15:42

Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa

A FOME DO 'PACMAN DOS FIIS'

O Zagros Renda (GGRC11) quer levantar até R$ 1,5 bilhão em nova oferta de cotas; entenda o que está na jogada para o fundo imobiliário

7 de abril de 2026 - 10:41

O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta

RECOMENDAÇÃO DE COMPRA

Copo meio cheio? Projeções para a Hypera (HYPE3) pioram, mas ação ainda pode saltar até 33%, diz Santander — e caneta emagrecedora é um dos motivos

6 de abril de 2026 - 18:02

Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?

NOVOS PATAMARES

Qual o próximo passo da JBS na bolsa norte-americana, segundo o BTG? Veja qual a vantagem para o investidor

6 de abril de 2026 - 15:01

Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações

FII DO MÊS

Fundo imobiliário com carteira ‘genuinamente híbrida’ é o favorito para investir em abril — e ainda está com desconto 

6 de abril de 2026 - 6:04

O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro

CARTEIRA RECOMENDADA

Small caps: Minerva Foods (BEEF3) e Azzas 2154 (AZZA3) entram na carteira de abril da Terra Investimentos; veja quem sai

5 de abril de 2026 - 17:52

Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)

OPORTUNIDADE NA CARTEIRA

Dividendos em abril: veja as ações recomendadas pelo Safra para turbinar os ganhos

5 de abril de 2026 - 14:48

Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo

GRINGO NA ÁREA

Nem a guerra do Irã parou a bolsa: mercado brasileiro deve ter melhor 1º trimestre em fluxo de capital estrangeiro desde 2022

4 de abril de 2026 - 13:42

Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue

ENTRE ALTOS E BAIXOS

Natura (NATU3) sai na frente e RD Saúde (RADL3) é ação com pior desempenho; veja os destaques do Ibovespa nesta semana

4 de abril de 2026 - 12:49

Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda

ENTENDA

Tombo de quase 80%: Fictor Alimentos (FICT3) vira ação de centavos e recebe alerta da B3

3 de abril de 2026 - 17:41

A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

Maior alta do Ibovespa na semana: Natura (NATU3) salta 12% com “selo” de gigante global. Vem mais por aí?

3 de abril de 2026 - 14:30

Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia