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Delegado Waldir apontou que humor do mercado mudou após o projeto de lei que reestrutura a previdência dos militares ser entregue ao Congresso
O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), disse nesta quinta-feira, 21, que o responsável pelo mau desempenho da Bolsa na quarta-feira e na quinta é o governo do presidente Jair Bolsonaro. A declaração do deputado foi dada ao ouvir da reportagem que a decisão do PSL de adiar a escolha do relator da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) fez a Bolsa cair.
Mas ele rebateu: "Quem fez a Bolsa cair foi o governo", em referência ao teor do projeto de lei que reestrutura a previdência dos militares entregue na quarta ao Congresso.
Waldir criticou parte do projeto. Segundo ele, era esperada uma economia muito maior com a proposta, mas a reestruturação fez, na verdade, subir o gasto. A ideia inicial era que as mudanças pudessem cortar custos da ordem de R$ 97 bilhões. Porém, o texto entregue estima uma economia de R$ 86,8 bilhões.
O deputado explicou que o seu partido, o mesmo do presidente, e outras siglas decidiram adiar a escolha do relator na CCJ porque os líderes precisam saber do governo se haverá "equidade" entre a categoria dos militares e as outras carreiras. "Esperamos que o governo envie equipes técnicas para explicar melhor a proposta e possamos prosseguir".
A escolha do nome do relator na CCJ estava programada para ocorrer nesta quinta, segundo havia informado o presidente da comissão, Felipe Francischini (PSL-PR). No entanto, mais cedo o PSL formalizou em nota que adiará a escolha.
"Depois de uma reunião com líderes partidários, ficou acordado que não haverá a indicação do relator até que o governo, através do Ministério da Economia, apresente um esclarecimento sobre a reforma e a reestruturação dos militares", diz a nota.
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Waldir disse que se reuniu na quarta com Francischini para tratar do assunto. Como o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) mostrou na quarta, a indicação pode ficar para a semana que vem. A tramitação da reforma só terá início quando a CCJ definir o relator e o calendário de trabalho.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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